Uma das maiores desgraças que aconteceu no futebol brasileiro, pelo menos nos últimos anos.
Nesse novo formato da Copa do Brasil, que entra em vigor em 2013, os times pequenos não terão vez. Desde que eu me conheço por gente, as copas nacionais são mais é para a disputa dos times pequenos. Agora não. Não teremos mais Juventude, Criciúma, Santo André e Paulista de Jundiaí disputando o título. Com esse novo formato, apesar de receber mais times (86), sobrarão 10, que se juntarão aos outros 6 que disputaram a Libertadores do mesmo ano. Isso mesmo, a final da Copa do Brasil será em novembro! Assim, como sempre acontece, os times que disputarão a Libertadores serão apenas os grandes, que terão ainda a oportunidade de ser campeões da Copa do Brasil. Com essa entrada dos clubes que disputaram a Libertadores, se restou algum time pequeno na fase final da Copa do Brasil, suas chances de ser campeão serão nulas.
E ainda por cima, o Campeonato Brasileiro não dará mais vagas para a disputa da Copa Sul-Americana. Quem dará essas, agora quatro vagas, será a Copa do Brasil, não mais o Campeonato Brasileiro. Mas, os clubes que forem deixando a competição antes do início da Sul-Americana, poderão se classificar, dependendo de sua colocação no Campeonato Brasileiro do ano anterior. Muita gente está entusiasmada, mas os clubes pequenos não ganharão em nada com isso, não ganharão vaga na Sul-Americana do ano seguinte. Continuará a mesma porcaria, e até pior.
Então serão praticamente os mesmos times que disputarão todas as competições: Os grandes que disputarão a Libertadores, depois, entrando na fase final da Copa do Brasil, se classificarão para a Sul-Americana, e disputarão o título brasileiro no mesmo ano!
Assim, nas últimas rodadas do Brasileirão, não haverá emoção com os clássicos regionais, poucos times estarão brigando por alguma coisa na reta final. As equipes que antes brigavam por uma vaga na Copa Sul-Americana, entrarão de férias antes do término do campeonato.
Em pouco tempo, acabarão com o acesso à Série A e os 20 maiores times do Brasil serão os únicos beneficiados, disputarão tudo, serão campeões, não serão rebaixados, e os times pequenos e médios, até os que têm muita tradição e torcida, cairão no esquecimento do futebol brasileiro graças à maravilhosa política da dona CBF, apoiada pela maior parte da imprensa.
Esse é mais um momento de nos mobilizarmos para impedir esse desastre que ocorrerá em pouco tempo. Por favor, reflitam.
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Supercopa Sul-Americana / Intercontinental, um torneio que caiu no esquecimento

Taça da Supercopa Sul-Americana de 1968,
no museu das conquistas do Santos FC (arquivo pessoal)
Em época de Mundial de Clubes, em que o Santos pode encarar o Barcelona na final, lembramos daquela equipe alvinegra bicampeã intercontinental no início da década de 1960. Lembramos de uma das maiores formações da história do futebol, com o meio-campo e o ataque formados por Zito, Dorval, Mengálvio, Continho, Pelé e Pepe. Ao pronunciar isto, me dá calafrios...
Mas um título que cai um pouco no esquecimento e que nem todos os santistas recordam, é o da Supercopa Intercontinental, de 1968. O Santos disputou com Racing e Peñarol, e a conquista do título da Supercopa Sul-Americana levou o Peixe a enfrentar na final Intercontinental a Internazionale. E o Santos se sagrou campeão.
Vamos partir do início. A Supercopa Sul-Americana foi criada com a ideia de reunir os então campeões do Mundial Interclubes. Estes eram o Peñarol (Uruguai), Santos (Brasil) e Racing (Argentina). Com uma boa repercussão, a Conmebol entrou em contato com a UEFA, que também realizou seu torneio, contando com a participação de Real Madrid e Inter de Milão (os europeus que até então haviam se coroado campeões mundiais). Mas, com a desistência da equipe merengue, coube à Internazionale representar a Europa nesse desafio intercontinental.
Mas a zona sul-americana teria que ter um torneio para definir seu representante. Torneio que começou em novembro de 1968, e teve duração até maio de 1969. A primeira partida foi entre Peñarol e Racing, em que a equipe uruguaia venceu por 3 a 0. Na semana seguinte, foi a vez da estreia do Santos, que bateu o Racing por 2 a 0, gols de Pelé e Edú.
No Maracanã, o time da Vila Belmiro teve pela frente o Peñarol. Até aquele momento, as duas equipes eram as melhores da América, e duelos emocionantes já haviam entrado para a história. Para aquele jogo, o Peñarol entrou em campo com alguns dos grandes jogadores que a América do Sul tinha na época: Mazurkiewicz, Pablo Forlán, Figueroa, Caetano, Nestor Goncalves, Pedro Rocha, Abbadie, Alberto Spencer e Juan Joya. O Santos venceu por 1 a 0, gol de Clodoaldo.
Já no ano seguinte, em abril de 1969, o Santos visitou o Racing em Avellaneda e venceu por 3 a 2. O Racing também tinha uma ótima defesa, com o goleiro Cejas (que depois jogou no Santos) e os zagueiros Perfumo e Alfio Basile.
Três dias depois, o Santos foi à Montevidéu, e tomou uma surra do Peñarol, perdendo por 3 a 0, dois gols de Pedro Rocha. Porém, faltando um jogo para o Peñarol e o Santos já havia terminado seu torneio, restava torcer para o Racing ao menos empatar com os uruguaios, que o Santos sagraria-se campeão. E foi o que aconteceu. No dia 22 de maio, Racing e Pañarol empataram em 1 a 1 na Argentina. O Peñarol chegou a sete pontos. O Santos tinha nove. O Alvinegro Praiano conquistou a zona sul-americana. Mas teria que enfrentar a Inter de Milão na final intercontinental.
O grande jogo foi realizado no dia 24 de junho de 1969, em Milão. A equipe da casa era a base da seleção italiana. Foi uma prévia do que aconteceria um ano mais tarde, na Cidade do México.
A Internazionale não pôde contar com o grande zagueiro italiano Giacinto Facchetti e o espanhol Luis Suárez. O sistema de jogo da Inter era o conhecido catenaccio (marcação rígida e contragolpe fatal), enquanto o Santos priorizava o bom toque de bola e fomentava o individualismo de seus craques.
O Santos foi a campo com Cláudio (Laércio); Carlos Alberto, Ramos Delgado, Djalma Dias e Rildo; Clodoaldo e Negreiros; Pelé, Edú, Toninho e Abel.
O primeiro tempo no Estádio Giuseppe Meazza, foi mais para as equipes se estudarem. Mas no segundo tempo, o Peixe, dirigido pelo treinador Antoninho, mostrou agressividade e chegou ao gol - o único da partida - aos 12 minutos. O goleiro Bordon não conseguiu segurar o petardo disparado por Pelé em cobrança de falta, no qual Toninho Guerreiro pegou o rebote para definir pro fundo da rede.
O time italiano se lançou ao ataque, o que deu oportunidade para o Santos ter espaços e chances de gol, salvadas por Bordon. A Inter ainda mandou uma bola no travessão no finalzinho do jogo, mas a grandiosa atuação de Pelé e dos atacantes Edú, Toninho e Abel proporcionou ao Santos a glória intercontinental.
A Supercopa Sul-Americana ainda teve mais uma edição, em 1969, na qual também entrou na disputa o Estudiantes de La Plata, campeão mundial em 1968. Desta vez, quem ficou com o título foi o Peñarol. Título que veio no dia 30 de dezembro de 1969, na vitória sobre o Estudiantes, na Argentina.
Na Europa, as equipes de Real Madrid, Internazionale e o Milan - campeão mundial em 1969 - participariam da eliminatória, que nunca ocorreu. Portanto, não houve uma final intercontinental. O desinteresse das equipes europeias foi o principal motivo da competição acabar. Em 1970, teria uma terceira edição da Supercopa Sul-Americana, mas essa nem começou. Era o fim de um torneio que tinha sim uma repercussão na imprensa e nos torcedores, mas que acabou no esquecimento.
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Héctor Castro: "El Manco"
Há exatamente 107 anos nascia em Montevidéu o atacante Héctor Castro, conhecido como "El Manco". Foi, junto com seus companheiros da grande seleção uruguaia, o primeiro campeão da Copa do Mundo FIFA, em 1930.
Quando tinha 13 anos de idade, trabalhando como auxiliar de carpinteiro, Castro perdeu a mão direita em um acidente com uma serra elétrica. Mas conseguiu realizar seu sonho de se tornar jogador de futebol.
Estreou aos 16 anos, em 1921, como jogador do Club Atlético Lito, de Montevidéu. Se transferiu para o Nacional em 1924, onde conquistou três Campeonatos Uruguaios (1924, 1933 e 1934).
Ganhou destaque e participou de talvez, em termos de títulos conquistados, a maior seleção de todos os tempos: a Celeste Olímpica. Vestiu a camisa charrúa pela primeira vez em 1923, e, três anos depois, conquistou o título da Copa América no Chile.
Foi com a equipe aos Jogos Olímpicos de Amsterdam (o Uruguai já havia vencido a edição anterior, em 1924), jogando duas partidas e marcando dois gols, fazendo parte da campanha que deu o segundo título Olímpico a Celeste, vencendo a Argentina na final. Um ano antes, havia sido vice-campeão da América com o Uruguai, e em 1929 foi terceiro colocado.
Héctor Castro marcou o primeiro gol da história da seleção uruguaia em Copas do Mundo e o primeiro do Estádio Centenário, construído para a primeira Copa da FIFA, em 1930 no Uruguai. Foi contra o Peru, no primeiro jogo do Uruguai na fase de grupos do mundial, aos 15 minutos do segundo tempo, o gol da vitória por 1 a 0.
Na realidade, Castro era suplente daquela equipe, e só jogou duas vezes no mundia, substituindo Anselmo no ataque. Curiosamente, marcou dois gols, os mais importantes daquela campanha. O segundo, foi na grande final, diante dos eternos rivais, os argentinos. A Celeste estava ganhando por 3 a 2 e, antes que os hermanos pudessem empatar, aos 44 do segundo tempo, Dorado cruza pelo lado direito, "El Manco" sobe e cabeceia, encobre o geleiro argentino e a bola entra no meio do gol, junto ao travessão.
Conta-se a história que alguns argentinos conhecidos lhe teriam oferecido dinheiro para entregar o jogo, mas sua atuação na final e o gol no último minuto mostram que o atacante não queria nem saber, cheio de dignidade, defendeu e ajudou sua seleção a conquistar o título.
Além de ter marcado dois gols no mundial e ter sido campeão, Castro ainda figura na "seleção ideal" da Copa de 1930 elaborada pela FIFA, como um dos melhores atacantes do torneio, apesar de ter jogado apenas duas das quatro partidas que a Celeste realizou no certame.
Pela seleção uruguaia, Castro marcou 18 gols em 25 partidas.
Castro se transferiu para jogar no Estudiantes de La Plata por uma temporada (1932/33) e logo retornou ao Nacional, onde encerrou sua carreira de futebolista em 1936. É o sétimo maior artilheiro da história da Primeira Divisão Uruguaia, com 107 gols.
Já como treinador, conquistou o título uruguaio com o Nacional em 1939, pegando o time na final da competição, que foi realizada em abril de 1940. Ainda conquistou os títulos nacionais de 1940, 1941, 1942, 1943 (levando o Nacional ao seu único Quinquênio) e 1952 e o Torneo de Honor em 1940, 1941, 1942 e 1943.
Héctor "El Manco" Castro faleceu em 15 de setembro de 1960, aos 55 anos e ficou marcado na história como o único jogador deficiente a participar de uma Copa do Mundo, marcando dois gols e conquistando um título.
REFERÊNCIAS
Dossiê História das Copas 1930-2006, Abril Coleções, 2010.
O Mundo das Copas, Lycio Vellozo Ribas, editora Lua de Papel, 2010.
domingo, 27 de novembro de 2011
Roger Federer é o mestre dos mestres!

Roger Federer terminou o ano como o melhor tenista do mundo. Apesar de estar em quarto no ranking, o suíço mostrou um tênis de altíssima qualidade, relembrando os velhos tempos e arrasando no ATP World Tour Finals, o último torneio do ano, reunindo os oito melhores tenistas da temporada.
Na final deste domingo, Federer venceu o francês Jo-Wilfried Tsonga, por 2 sets a 1, parciais de 6-3, 6-7 (8-6) e 6-3 e coroou uma campanha excelente, para dizer o mínimo. Na primeira fase, Federer venceu o próprio Tsonga (2-1), o seu maior rival, Rafael Nadal (2-0) e o estadunidense Mardy Fish (2-1) e na semifinal, bateu o espanhol David Ferrer (2-0).
Essa foi a 100º final na carreira de simples do suíço, e 70º título. Foi mais, isola-se agora como o maior campeão de ATP Finals (antigamente Masters Cup), com seis títulos, ultrapassando assim outras lendas, como Ivan Lendl e Pete Sampras (5 títulos). Abaixo, todos os campeões da história da competição:
ANO - CAMPEÃO - VICE
1970 - Stan Smith (EUA) - Rod Laver (AUS)
1971 - Ilie Nastase (ROM) - Stan Smith (EUA)
1972 - Ilie Nastase (ROM) - Stan Smith (EUA)
1973 - Ilie Nastase (ROM) - Tom Okker (HOL)
1974 - Guillermo Vilas (ARG) - Ilie Nastase (ROM)
1975 - Ilie Nastase (ROM) - Bjorn Borg (SUE)
1976 - Manuel Orantes (ESP) - Wojtek Fibak (POL)
1976 - Manuel Orantes (ESP) - Wojtek Fibak (POL)
1977 - Jimmy Connors (EUA) - Bjorn Borg (SUE)
1978 - John McEnroe (EUA) - Arthur Ashe (EUA)
1979 - Bjorn Borg (SUE) - Vitas Gerulaitis (EUA)
1980 - Bjorn Borg (SUE) - Ivan Lendl (TCH)
1981 - Ivan Lendl (TCH) - Vitas Gerulaitis (EUA)
1982 - Ivan Lendl (TCH) - John McEnroe (EUA)
1983 - John McEnroe (EUA) - Ivan Lendl (TCH)
1984 - John McEnroe (EUA) - Ivan Lendl (TCH)
1985 - Ivan Lendl (TCH) - Boris Becker (ALE)
1986 - Ivan Lendl (TCH) - Boris Becker (ALE)
1987 - Ivan Lendl (TCH) - Mats Wilander (SUE)
1988 - Boris Becker (ALE) - Ivan Lendl (TCH)
1989 - Stefan Edberg (SUE) - Boris Becker (ALE)
1990 - Andre Agassi (EUA) - Stefan Edberg (SUE)
1991 - Pete Sampras (EUA) - Jim Courier (EUA)
1992 - Boris Becker (ALE) - Jim Courier (EUA)
1993 - Michael Stich (ALE) - Pete Sampras (EUA)
1994 - Pete Sampras (EUA) - Boris Becker (ALE)
1995 - Boris Becker (ALE) - Michael Chang (EUA)
1996 - Pete Sampras (EUA) - Boris Becker (ALE)
1997 - Pete Sampras (EUA) - Yevgeny Kafelnikov (RUS)
1998 - Alex Corretja (ESP) - Carlos Moyà (ESP)
1999 - Pete Sampras (EUA) - Andre Agassi (EUA)
2000 - Gustavo Kuerten (BRA) - Andre Agassi (EUA)
2001 - Lleyton Hewitt (AUS) - Sebastien Grosjean (FRA)
2001 - Lleyton Hewitt (AUS) - Sebastien Grosjean (FRA)
2002 - Lleyton Hewitt (AUS) - Juan Carlos Ferrero (ESP)
2003 - Roger Federer (SUI) - Andre Agassi (EUA)
2004 - Roger Federer (SUI) - Lleyton Hewitt (AUS)
2005 - David Nalbandian (ARG) - Roger Federer (SUI)
2006 - Roger Federer (SUI) - James Blake (EUA)
2007 - Roger Federer (SUI) - David Ferrer (ESP)
2008 - Novak Djokovic (SER) - Nikolay Davydenko (RUS)
2009 - Nikolay Davydenko (RUS) - Juan Martín Del Potro (ARG)
2010 - Roger Federer (SUI) - Rafael Nadal (ESP)
2011 - Roger Federer (SUI) - Jo-Wilfried Tsonga (FRA)
FOTO: AP
São José conquista o título da III Copa Libertadores da América de Futebol Feminino
Neste domingo ocorreu a final da terceira edição da Copa Libertadores de Futebol Feminino, entre as brasileiras do São José e as chilenas do Colo-Colo. A equipe do Vale do Paraíba venceu o jogo por 1 a 0, gol de cabeça aos 6 minutos do segundo tempo de Poliana. O São José tem boas jogadoras, como Bagé, Formiga e Loirão, enquanto o Colo-Colo tem a boa goleira Claudia Endler, da seleção chilena.
Com entrada franca, os torcedores da Águia encheram o estádio Martins Pereira, o maior pública da competição, onde tal estádio foi palco de todas as partidas do certame, disputado na cidade de São José dos Campos.
Antes, na decisão do terceiro lugar, o Santos - eliminado na semifinal pelo São José (2-1) venceu o Caracas, da Venezuela - que perdeu para o Colo-Colo por 4-1 - pelo placar de 6 a 0, e conquistou a medalha de bronze. Essa terceira colocação serviu apenas de consolo para a equipe alvinegra, pois é o melhor time da América do Sul, e vencera as duas únicas edições até então da Libertadores feminina.
Abaixo, todas as três finais da Copa Libertadores de Futebol Feminino:
2009 - Santos (BRA) 9x0 Universidad Autónoma (PAR)
2010 - Santos (BRA) 1x0 Everton (CHI)
2011 - São José (BRA) 1x0 Caracas (VEN)
FOTOS: @d_mantovanny
Referências: Wikipédia
sábado, 26 de novembro de 2011
Rússia bate Brasil novamente e conquista a Copa Intercontinental de Futebol de Areia
Dois meses e meio depois de sagrar-se campeã mundial pela primeira vez, derrotando o Brasil na final, a Rússia voltou a superar a seleção que é considerada a melhor do mundo no futebol de areia.
Foi na decisão da Copa Intercontinental, que reúne os campeões de cada continente, mais o campeão mundial (Rússia) e o anfitrião (Emirados Árabes), neste sábado, na praia de Jumeirah, em Dubai.
Faltando quatro segundos para terminar a primeira etapa, Anderson abriu o placar para a seleção brasileira. No segundo tempo, de pênalti, Shishin empatou para a Rússia. Fernando DDI fez o segundo para o Brasil ainda no segundo tempo. Shaykov empatou novamente para os russos no começo do último período, Leonov fez o terceiro e Shishin o quarto. Fernando DDI fez o terceiro gol brasileiro e, logo em seguida, Jorginho empatou: 4 a 4. O jogo terminou 4 a 4 e foi para a prorrogação, onde aos três minutos, Shishin fez o quinto gol da Rússia, que deu o título do torneio para a equipe do Leste Europeu.

Referências: Diário da Rússia
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Liga Futsal: Santos é campeão brasileiro

Na noite desta terça-feira, o Santos sagrou-se campeão da Liga Futsal, o campeonato nacional da modalidade. O time paulista - primeiro de seu Estado a vencer o torneio - precisou dos pênaltis para vencer o Carlos Barbosa, do Rio Grande do Sul, na grande final da competição.
No primeiro jogo, em Carlos Barbosa, os gaúchos venceram por 4-3. No jogo de volta, ontem (22/11), em Santos, o time da baixada fez 3 a 2 e levou o título para as penalidades. Nas cobranças, o Santos venceu por 7 a 6 e levou o título, tendo no elenco estrelas como Falcão, Valdin, Neto e Jé, comandados por Fernando Ferretti.
Abaixo, todos os campeões da Liga Futsal:
1996 - Internacional
1997 - Atlético - MG
1998 - Ulbra
1999 - Atlético - MG
2000 - Vasco da Gama
2000 - Vasco da Gama
2001 - Carlos Barbosa
2002 - Ulbra
2003 - Ulbra
2004 - Carlos Barbosa
2005 - Jaraguá
2006 - Carlos Barbosa
2007 - Jaraguá
2008 - Jaraguá
2009 - Carlos Barbosa
2010 - Jaraguá
2011 - Santos
FOTO: Luciano Bargamaschi/Divulgação/CBFS
REFERÊNCIAS
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
LA Galaxy é campeão da MLS, nos EUA

O Los Angeles Galaxy conquistou, neste domingo, a taça de campeão estadunidense de futebol, a Major League Soccer, ao derrotar na final do torneio o Houston Dynamo, por 1 a o, gol de Landon Donovan, ídolo no país.
Além de Donovan, o Galaxy tem mais duas estrelas: o inglês David Beckham e o irlandês Robbie Keane. Eles foram as peças-chave para a conquista do título nacional do Galaxy, que se sagrou tricampeão.
Veja abaixo todos os campeões estadunidenses de futebol, contando a NASL (North American Soccer League), disputada entre 1968 e 1984 e a MLS, desde 1996:
1968 - Atlanta Chiefs
1969 - Kansas City Spurs
1970 - Rochester Lancers
1971 - Dallas Tornado
1972 - New York Cosmos
1973 - Philadelphia Atoms
1974 - Los Angeles Aztecs
1975 - Tampa Bay Rowdies
1976 - Toronto Metros-Croatia
1977 - New York Cosmos
1978 - New York Cosmos
1979 - Vancouver Whitecaps
1980 - New York Cosmos
1981 - Chicago Sting
1982 - New York Cosmos
1983 - Tulsa Roughnecks
1984 - Chicago Sting
1996 - DC United
1997 - DC United
1998 - Chicago Fire
1999 - DC United
2000 - Kansas City Wizards (atual Sporting Kansas City)
2001 - San José Earthquakes
2002 - Los Angeles Galaxy
2003 - San José Earthquakes
2004 - DC United
2005 - Los Angeles Galaxy
2006 - Houston Dynamo
2007 - Houston Dynamo
2008 - Columbus Crew
2009 - Real Salt Lake
2010 - Colorado Rapids
2011 - Los Angeles Galaxy
FOTO: Reuters/Lucy Nicholson
REFERÊNCIAS
domingo, 20 de novembro de 2011
Tupi de Juiz de Fora vence Santa Cruz no Arruda e conquista o Campeonato Brasileiro da Série D

O cenário era perfeito para a glória do Santa Cruz. Arruda lotado com quase 60 almas fanáticas para empurrar a equipe, que precisava reverter o placar de 1 a 0 que havia tomado no jogo de ida, em Juiz de Fora (MG). Mas o Tupi também queria beliscar um bom resultado, já que valia o título da quarta divisão do Campeonato Brasileiro.
E o que vimos foi exatamente isso. O time mineiro, que levou pressão o jogo inteiro, só teve sua primeira chance aos 22 minutos da segunda etapa. E no final do jogo, quando o Santinha continuava pressionando, vieram os dois gols do Tupi, em dois contra-ataques, um com Alan e outro com Henrique, que selaram a vitória e a conquista do título para os mineiros.
Os outros dois clubes que conseguiram o acesso para a Série C de 2012 são, além de Tupi e Santa Cruz, o Cuiabá e o Oeste de Itápolis.
Confira abaixo os campeões da Série D, criada em 2009:
2009 - São Raimundo (PA)
2010 - Guarany de Sobral (CE)
2011 - Tupi (MG)
REFERÊNCIAS
A Itália conquistou o bicampeonato da Copa do Mundo de Voleibol Feminino

Na última sexta-feira, a seleção feminina da Itália sagrou-se bicampeã da Copa do Mundo de Vôlei, ao derrotar a fraca seleção do Quênia, por 3 sets a 0 e garantir os pontos que faltavam para o título e a vaga para os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012.
As outras duas seleções classificadas para a Olimpíada são os Estados Unidos e a a China, que ficaram, respectivamente, em segundo e terceiro lugar na competição.
Abaixo, todos os campeões da Copa do Mundo Feminina de Voleibol:
ANO - CAMPEÃO - VICE - 3º lugar
1973 - União Soviética - Japão - Coreia do Sul
1977 - Japão - Cuba - Coreia do Sul
1981 - China - Japão - União Soviética
1985 - China - Cuba - União Soviética
1989 - Cuba - União Soviética - China
1991 - Cuba - China - União Soviética
1995 - Cuba - Brasil - China
1999 - Cuba - Rússia - Brasil
2003 - China - Brasil - Estados Unidos
2007 - Itália - Brasil - Estados Unidos
2011 - Itália - Estados Unidos - China
FOTO: Divulgação/FIVB
REFERÊNCIAS
Paulista de Jundiaí conquista o bi da Copa Paulista
Na noite deste sábado, o Paulista de Jundiaí, mesmo perdendo em Ribeirão Preto para o Comercial por 2 a 1, sagrou-se campeão da Copa Paulista pelo segundo ano consecutivo. Isso, porque havia vencido o primeiro jogo em Jundiaí, semana passada, por 2 a 0.
Todos os gols da partida foram marcados no segundo tempo. O Galo saiu na frente com Carlão, aos 19 minutos. Mas tomou a virada, e viu Henan, aos 27 e aos 34 minutos, marcar para o Leão do Norte.
Mas como marcou um gol fora de casa e perdeu apenas por um gol de diferença, o Paulista conquistou o título da Copa do Estado de São Paulo, pelo segundo ano consecutivo, já que havia vencido também em 2010.
A seguir, todos os campeões do torneio:
1999 - Paulista de Jundiaí
2001 - Bandeirante de Birigui
2002 - São Bento de Sorocaba / Ituano
2003 - Santo André
2004 - Santos
2005 - Noroeste de Bauru
2006 - Ferroviária de Araraquara
2007 - Juventus
2008 - Atlético Sorocaba
2009 - Votoraty
2010 - Paulista de Jundiaí
2011 - Paulista de Jundiaí
REFERÊNCIAS
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