Pesquisar este blog
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Documentário: Futebol de Causas
O regime ditatorial vigente em Portugal, estendeu-se durante grande parte do século XX. Coimbra, como grande pólo universitário, viveu momentos de grande tensão e inconformismo, nos quais o seu movimento académico de grande mobilização e agitação, acabaram por desencadear e espoletar socialmente o espírito da necessidade colectiva de fazer cair o regime. Um dos principais meios de divulgação e propaganda dos estudantes e dos ideais revolucionários e reivindicativos académicos residiu na sua equipa de futebol, a Associação Académica de Coimbra, como forma de fazer chegar a mensagem e consciencializar o maior número de pessoas. A Académica transformou-se numa bandeira viva da luta estudantil e deu voz ao acordar de um povo, sendo o seu 'toque a reunir'. Foi de resto com o luto académico, em plena 'crise de 69', que se viveu o ponto mais alto da posição de força estudantil com a presença da Académica na final da Taça de Portugal, na qual os jogadores, também eles estudantes e parte activa na militância da causa estudantil, aderiram ao projecto, tornando aquela final no Estádio Nacional no maior comício de sempre contra o regime. Este documentário pretende mostrar o movimento estudantil e crises académicas pelo ponto de vista dos jogadores da Académica e a forma como estes contribuíram e se envolveram na luta enquanto estudantes e Homens. As figuras centrais do documentário serão concomitantemente os dirigentes estudantis e os jogadores da década de 60, directamente envolvidos no processo.
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
Documentário: Quando Éramos Reis (em espanhol)
Filme sobre Muhammad Ali e sua luta contra George Foreman no Zaire, em 1974.
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
Troféu Teresa Herrera
Um dos torneios de clubes mais prestigiados do mundo, o Troféu Teresa Herrera acontece desde 1946, na cidade de La Coruña, na Espanha. Confira a lista de campeões:
1946 - Sevilla (ESP)
1947 - Athletic Bilbao (ESP)
1948 - Barcelona (ESP)
1949 - Racing Paris (FRA)
1950 - Lazio (ITA)
1951 - Barcelona (ESP)
1952 - Valencia (ESP)
1953 - Real Madrid (ESP)
1954 - Sevilla (ESP)
1955 - Deportivo La Coruña (ESP)
1956 - Atlético de Madrid (ESP)
1957 - Vasco da Gama (BRA)
1958 - Nacional (URU)
1959 - Santos (BRA)
1960 - Sevilla (ESP)
1961 - Sporting Portugal (POR)
1962 - Deportivo La Coruña (ESP)
1963 - Monaco (FRA)
1964 - Deportivo La Coruña (ESP)
1965 - Atlético de Madrid (ESP)
1966 - Real Madrid (ESP)
1967 - Racing Ferrol (ESP)
1968 - Vitória de Setúbal (POR)
1969 - Deportivo La Coruña (ESP)
1970 - Ferencváros (HUN)
1971 - Estrela Vermelha (IUG)
1972 - Barcelona (ESP)
1973 - Atlético de Madrid (ESP)
1974 - Peñarol (URU)
1975 - Peñarol (URU)
1976 - Real Madrid (ESP)
1977 - Fluminense (BRA)
1978 - Real Madrid (ESP)
1979 - Real Madrid (ESP)
1980 - Real Madrid (ESP)
1981 - Dinamo de Kiev (URSS)
1982 - Dinamo de Kiev (URSS)
1983 - Athletic Bilbao (ESP)
1984 - Roma (ITA)
1985 - Atlético de Madrid (ESP)
1986 - Atlético de Madrid (ESP)
1987 - Benfica (POR)
1988 - PSV (HOL)
1989 - Bayern de Munique (ALE)
1990 - Barcelona (ESP)
1991 - Porto (POR)
1992 - São Paulo (BRA)
1993 - Barcelona (ESP)
1994 - Real Madrid (ESP)
1995 - Deportivo La Coruña (ESP)
1996 - Botafogo (BRA)
1997 - Deportivo La Coruña (ESP)
1998 - Deportivo La Coruña (ESP)
1999 - Celta de Vigo (ESP)
2000 - Deportivo La Coruña (ESP)
2001 - Deportivo La Coruña (ESP)
2002 - Deportivo La Coruña (ESP)
2003 - Deportivo La Coruña (ESP)
2004 - Deportivo La Coruña (ESP)
2005 - Deportivo La Coruña (ESP)
2006 - Deportivo La Coruña (ESP)
2007 - Deportivo La Coruña (ESP)
2008 - Deportivo La Coruña (ESP)
2009 - Atlético de Madrid (ESP)
2010 - Newcastle (ING)
2011 - Sevilla (ESP)
2012 - Deportivo La Coruña (ESP)
2013 - Real Madrid (ESP)
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Documentário: The 16h Man
A história de Nelson Mandela e os Springboks, a seleção sul-africana de rugby.
(Documentário em inglês)
(Documentário em inglês)
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Meio Século de Paixão pelo Basquete - vídeo documentário de homenagem a Hélio Rubens Garcia (2012)
"Meio Século de Paixão Pelo Basquete", uma homenagem ao trabalho do multicampeão Hélio Rubens Garcia é um vídeo documentário produzido pelo VIVO/Franca Basquetebol Clube para reverenciar o maior nome do basquetebol francano, colaborador de todos os títulos conquistados pela equipe de Franca participando como jogador ou técnico. Ex-jogadores da época de Hélio Rubens, atletas que foram treinados por ele, profissionais da imprensa esportiva, grandes nomes do basquetebol nacional, amigos e familiares contam histórias e relembram fatos marcantes da carreira de um dos mais vitoriosos esportistas brasileiros.
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Documentário - História do Boxe: Um Negócio Sujo (em espanhol)
De Sugar Ray Robinson vs. Jake LaMotta à Cassius Clay (Muhammad Ali) vs. Sonny Liston, o documentário aborda as relações da máfia nos bastidores do esporte.
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
E as bandeiras em SP, quando voltam?
Reproduzo parte do texto intitulado "Terra Proibida", do jornalista Flávio Gomes, publicado em 13 de outubro de 2011. Para acessar o conteúdo completo, clique aqui.
------------------------------------------------------------------------
(...)
Em 1995, elas foram proibidas. Aconteceu uma briga monumental num jogo de juniores entre Palmeiras e São Paulo no Pacaembu e um rapaz foi morto a pauladas.
Não foi um mastro de bandeira que matou o rapaz. O estádio estava em obras e os irresponsáveis do governo de SP (que cuida da PM) e da Prefeitura (dona do Pacaembu) não se tocaram que aquilo era um arsenal gratuito à disposição de duas torcidas rivais e violentas. Em jogo sem cobrança de ingresso entre esses dois times, colocar suas organizadas dentro de um estádio cheio de entulho e material de construção deveria levar todas as autoridades à cadeia.
Mas o que foi feito? Proibiram as bandeiras. Faz 16 anos.
Quem tem hoje menos de 20 nunca frequentou um estádio em SP com bandeiras. Os estádios de SP são de uma tristeza atroz. Tudo é proibido. É proibido pintar o rosto. É proibido levar cornetas e rádios de pilha. Instrumentos de sopro, das velhas bandinhas, não entram. O prefeito acabou com as barraquinhas com sanduíches de pernil. Cerveja não pode, também.
(...)
Frequento estádios há 40 anos. Nos últimos 20, para arredondar, as torcidas uniformizadas viraram gangues. Marcam brigas pela internet, se pegam nas estações de metrô e nos terminais de ônibus. Nunca ninguém morreu atingido por um bambu ou por um cano de PVC dentro de um estádio. Mas as bandeiras se transformaram nas grandes vilãs. Proibimo-las, e a paz reinará no futebol.
Não há briga dentro de estádio. Quem já sentou a bunda numa arquibancada sabe disso. As brigas acontecem fora, e são anunciadas, agendadas com dia, hora e local. Mas as autoridades de segurança, incompetentes e preguiçosas, se abstêm de evitar que ocorram. Não prendem ninguém, morrem de medo. Proíbem as bandeiras, é mais fácil. Há 16 anos não temos mortes causadas por bandeiras, é capaz de dizer um desses. O governador Alckmin, talvez.
Meus filhos, que frequentam estádios, nunca viram bandeiras em SP. Quando assistem a jogos de outros Estados e países pela TV, acham tudo lindo. Ficaram felizes da vida quando eu disse que um projeto para liberar as bandeiras tinha passado na Assembleia. Perguntam todo dia quando vão poder levar bandeiras ao Canindé. Faltava só o governador sancionar a lei. E o cara veta o projeto por questões de segurança. Não tem a mais remota ideia do que está falando e fazendo, mas fala e faz. Tira a cor e a alegria dos estádios, e que se foda. Não discute a questão, não ouve ninguém, não tem o menor contato com a realidade. Incapaz de prover segurança à população, joga nas bandeiras a responsabilidade por sua incapacidade. Não há, repito, problema algum dentro de estádio de futebol. Faz tempo. Hoje as torcidas são separadas, há limite de ingressos para visitantes, as merdas todas acontecem bem longe e nada têm a ver com o futebol em si, com os jogos, com os eventos. De novo: são gangues conhecidas e identificadas, é só ir atrás, prender, processar, julgar.
Mas isso dá um trabalho… Então, proíbem as bandeiras.
Essa gente, como disse um amigo, está precisando de um banho de povo.
Torcida da Portuguesa, clube de coração do Flávio Gomes, quando ainda se podia entrar com bandeiras de mastro nos estádios de São Paulo.
----------------------------------------------------------------------------------
Pela volta das bandeiras de mastro nos estádios de São Paulo!
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
O Bom Senso F.C. e a questão da Televisão
O Bom Senso Futebol Clube, movimento criado a poucos meses por jogadores de futebol de todo o Brasil, tem como principal objetivo um calendário justo e melhor para todos.
Isso significa redução de partidas para os clubes grandes do futebol brasileiro durante o ano, mais tempo para preparação dos atletas e melhor rendimento físico e técnico durante os jogos, mesmo em final de temporada.
Mas o problema é que a CBF está dificultando a operação e não concorda com todas as exigências feitas pelos atletas. A CBF, Confederação Brasileira de Futebol, comandada por um filhote da Ditadura Militar, pelas empresas multinacionais que a patrocinam e pela Rede Globo de Televisão, que há anos tem o monopólio das transmissões do futebol brasileiro.
Há muito tempo a Rede Globo é parceira da CBF, tendo sempre prioridade nas negociações das transmissões do futebol nacional e monopólio em campeonatos e jogos da seleção brasileira. Muitas vezes a emissora compra com exclusividade jogos e/ou campeonatos apenas para que as TV's rivais não os transmitam.
Isso ocorre desde os anos 90, quando a Globo ganhou exclusividade nas transmissões dos jogos do Campeonato Brasileiro, quando surgiam também suas emissoras de TV paga (canais Sportv) e pay-per-view (Premiere FC) e nunca mais largou o osso.
No começo de 2011, após o Cade (Conselho Administrativo da Defesa Econômica) obrigar o Clube dos 13 a abrir uma concorrência para que os direitos de transmissão do futebol brasileiro não fossem mais de exclusividade da Globo, a emissora conseguiu – de maneiras um tanto quanto obscuras – impedir a união dos clubes para fecharem seus contratos e, por obter maior poder aquisitivo que as emissoras rivais e ter parceria com a CBF, conseguiu dar continuidade ao seu império que dita as normas do futebol neste país.
Duas rodadas do Campeonato Brasileiro por semana não fazem bem ao rendimento dos jogadores, de acordo com os integrantes do Bom Senso FC. Jogos às 22h no meio de semana não fazem bem aos torcedores. Se o fã do seu time for ao estádio, chega em casa depois da meia-noite, geralmente à 1h ou até 2h, para levantar às 6h e ir trabalhar.
Isso é culpa da emissora que transmite os jogos, que escolhe os horários, sempre depois da novela. Além disso, a Globo sempre fez as tabelas dos jogos do Campeonato Brasileiro, não a CBF. Como bem disse o craque Alex, quem manda no futebol brasileiro é a Globo.
A Globo não apenas desrespeita os direitos do jogador profissional, mas também do torcedor, do telespectador.
No apêndice do livro "Videologias", com o título "Direitos do Telespectador", o jornalista Eugênio Bucci escreve que "o telespectador é o último a ser consultado e o primeiro a ser usado, comercializado ou mesmo ofendido."
A Rede Globo tem o monopólio do futebol brasileiro e repassa à TV Bandeirantes os mesmos jogos que ela transmitirá, para não concorrer com a transmissão de outro jogo. Bucci escreve que o telespectador "se encontra à mercê do que as emissoras resolvem pôr no ar."
A TV é concessão pública, mas não atende ao público. Do mesmo modo que o Bom Senso FC exige menos jogos para os grandes clubes, ele quer que os pequenos fiquem em atividade o ano inteiro, não apenas no começo do ano nos campeonatos regionais.
O goleiro Rogério Ceni criticou a Globo: "Se tiver mais jogos de times menores, que ficam parados durante sete meses, vai ter mais jogadores, mais arbitragem. O que a gente defende é mais partidas, mais mão de obra para todos, para vocês da imprensa também. A gente não está aqui para brigar. Não queremos chegar ao ponto de fazer greve. Queremos que se possa fazer um campeonato estadual para 80 times paulistas. Por que não, no meio do ano, para times menores? Estado de São Paulo tem mais de 100 equipes de futebol, com jogadores que ganham dois ou três salários mínimos. Isso é como injetar dinheiro na economia."
Como ditadora das transmissões de futebol, a Globo escolhe os dias, os horários e os jogos que transmite ao público. Não é o público que escolhe o dia, o horário nem o jogo que quer assistir. Com a exclusividade, ela obriga o telespectador a assistir o que ela quer e quando ela quer. Ou então, o cidadão tem que pagar um pay-per-view para ter mais opções. E esses canais também são de propriedade das Organizações Globo.
Se não houvesse exclusividade nas transmissões, várias emissoras poderiam transmitir diversos jogos, de todos os times, em todos os dias e horários, então o desejo dos integrantes do Bom Senso e o público em geral seria atendido.
Por isso os grandes meios de comunicação, como a Rede Globo, tanto caem de pau em cima do governo argentino e da presidente Cristina Kirchner por causa da "Ley de Medios", que regula a mídia local e tenta acabar com os monopólios de grupos como o Clarín, a Rede Globo argentina.
Enquanto houver uma ditadura midiática que controla o futebol brasileiro, haverá monopólio das transmissões de TV e seus interesses econômicos interferirão nos interesses dos jogadores, dos clubes, dos torcedores e dos telespectadores, controlando e manipulando um dos maiores bens que pertencem ao povo brasileiro: a cultura do futebol.
Publicado por Eduardo Vasco, no Diário Liberdade, em 20.11.2013
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Pacaembu, o gigante de todos nós
O Estádio do Pacaembu nos remete às lembranças de quando São Paulo era a terra da garoa, de quando era uma cidade romântica, em que não havia tanta correria, estresse, trânsito, poluição.
O Pacaembu é um estádio único. Assistir a uma partida de futebol no Pacaembu é como assistir a um balé no Teatro Bolshoi, uma luta no Coliseu, uma exposição no Louvre, uma missa na Basílica de São Pedro.
O Pacaembu é história viva, é tradição, é paixão, é emoção. Esse é um ideal que todos os torcedores paulistanos compartilham. Na verdade, o Pacaembu não é um gigante sem dono. Ele é um gigante de que todos nós somos donos.
O Museu do Futebol não poderia ser construído em nenhum outro lugar senão no Pacaembu, pois o próprio estádio é um museu, que conta boa parte da história do futebol brasileiro. Estádio com alma própria, que viu o rei do futebol marcar 115 gols em 119 jogos.
O Pacaembu é a casa de todos os paulistanos que gostam de futebol. Ele é um símbolo arquitetônico da cidade de São Paulo. Nenhuma das novas "arenas" erguidas no Brasil se compara à beleza desse estádio. A mística do Pacaembu é uma coisa que só ele tem e que jamais "arena" alguma terá.
O Pacaembu vive no coração e na mente de cada torcedor e cidadão paulistano. Ele é eterno, intocável, imaculável.
Texto publicado originalmente no Blog Pelejas, por Eduardo Vasco.
O Pacaembu é um estádio único. Assistir a uma partida de futebol no Pacaembu é como assistir a um balé no Teatro Bolshoi, uma luta no Coliseu, uma exposição no Louvre, uma missa na Basílica de São Pedro.
O Pacaembu é história viva, é tradição, é paixão, é emoção. Esse é um ideal que todos os torcedores paulistanos compartilham. Na verdade, o Pacaembu não é um gigante sem dono. Ele é um gigante de que todos nós somos donos.
O Museu do Futebol não poderia ser construído em nenhum outro lugar senão no Pacaembu, pois o próprio estádio é um museu, que conta boa parte da história do futebol brasileiro. Estádio com alma própria, que viu o rei do futebol marcar 115 gols em 119 jogos.
O Pacaembu é a casa de todos os paulistanos que gostam de futebol. Ele é um símbolo arquitetônico da cidade de São Paulo. Nenhuma das novas "arenas" erguidas no Brasil se compara à beleza desse estádio. A mística do Pacaembu é uma coisa que só ele tem e que jamais "arena" alguma terá.
O Pacaembu vive no coração e na mente de cada torcedor e cidadão paulistano. Ele é eterno, intocável, imaculável.
Texto publicado originalmente no Blog Pelejas, por Eduardo Vasco.
sábado, 31 de agosto de 2013
Copa Interamericana de Futebol
A Copa Interamericana foi um torneio de futebol disputado entre os campeões de cada confederação das Américas (Conmebol e Concacaf). Realizada entre os anos de 1968 e 1998, a competição teve apenas 18 edições, sendo desvalorizada aos poucos.
O sistema de confrontos era o de jogos de ida e volta. Em duas edições (1985 e 1995), a competição foi realizada em jogo único, respectivamente em Port of Spain (Trinidad e Tobago) e San José (Costa Rica), sede dos campeões da Concacaf daqueles anos. Em 1968, 1977 e 1980, o torneio foi decidido em um terceiro jogo.
1968 - Estudiantes de La Plata (Argentina) venceu o Toluca (México)
1971 - Nacional (Uruguai) venceu o Cruz Azul (México)
1972 - Independiente (Argentina) venceu o Olimpia (Honduras)
1973 - Independiente (Argentina) venceu o Municipal (Guatemala)
1975 - Independiente (Argentina) venceu o Atlético Español (México)
1977 - América (México) venceu o Boca Juniors (Argentina)
1979 - Olimpia (Paraguai) venceu o FAS (El Salvador)
1980 - Pumas (México) venceu o Nacional (Uruguai)
1985 - Argentinos Juniors (Argentina) venceu o Defense Force (Trinidad e Tobago)
1986 - River Plate (Argentina) venceu o Alajuelense (Costa Rica)
1988 - Nacional (Uruguai) venceu o Olimpia (Honduras)
1989 - Atlético Nacional (Colômbia) venceu o Pumas (México)
1990 - América (México) venceu o Olimpia (Honduras)
1991 - Colo Colo (Chile) venceu o Puebla (México)
1993 - Universidad Católica (Chile) venceu o Saprissa (Costa Rica)
1994 - Vélez Sarsfield (Argentina) venceu o Cartaginés (Costa Rica)
1995 - Atlético Nacional (Colômbia) venceu o Saprissa (Costa Rica)
1998 - DC United (EUA) venceu o Vasco da Gama (Brasil)
OBS: Os campeões da Copa Libertadores dos anos de 1993 (São Paulo) e 1995 (Grêmio) não se interessaram em disputar a Copa Interamericana, e os vice-campeões sul-americanos, Universidad Católica e Atlético Nacional, respectivamente, entraram em seus lugares.
O sistema de confrontos era o de jogos de ida e volta. Em duas edições (1985 e 1995), a competição foi realizada em jogo único, respectivamente em Port of Spain (Trinidad e Tobago) e San José (Costa Rica), sede dos campeões da Concacaf daqueles anos. Em 1968, 1977 e 1980, o torneio foi decidido em um terceiro jogo.
1968 - Estudiantes de La Plata (Argentina) venceu o Toluca (México)
1971 - Nacional (Uruguai) venceu o Cruz Azul (México)
1972 - Independiente (Argentina) venceu o Olimpia (Honduras)
1973 - Independiente (Argentina) venceu o Municipal (Guatemala)
1975 - Independiente (Argentina) venceu o Atlético Español (México)
1977 - América (México) venceu o Boca Juniors (Argentina)
1979 - Olimpia (Paraguai) venceu o FAS (El Salvador)
1980 - Pumas (México) venceu o Nacional (Uruguai)
1985 - Argentinos Juniors (Argentina) venceu o Defense Force (Trinidad e Tobago)
1986 - River Plate (Argentina) venceu o Alajuelense (Costa Rica)
1988 - Nacional (Uruguai) venceu o Olimpia (Honduras)
1989 - Atlético Nacional (Colômbia) venceu o Pumas (México)
1990 - América (México) venceu o Olimpia (Honduras)
1991 - Colo Colo (Chile) venceu o Puebla (México)
1993 - Universidad Católica (Chile) venceu o Saprissa (Costa Rica)
1994 - Vélez Sarsfield (Argentina) venceu o Cartaginés (Costa Rica)
1995 - Atlético Nacional (Colômbia) venceu o Saprissa (Costa Rica)
1998 - DC United (EUA) venceu o Vasco da Gama (Brasil)
OBS: Os campeões da Copa Libertadores dos anos de 1993 (São Paulo) e 1995 (Grêmio) não se interessaram em disputar a Copa Interamericana, e os vice-campeões sul-americanos, Universidad Católica e Atlético Nacional, respectivamente, entraram em seus lugares.
sábado, 17 de agosto de 2013
Esporte no Brasil perde identidade para ser visto na TV
Postado por Bruno Winckler, no Blog Esporte Fino
Causaram estranheza nesta semana duas notícias sobre a mudança do regulamento de dois dos esportes mais populares do Brasil para agradar o principal canal de TV do país. No vôlei, há uma mudança de regra e a Superliga terá sets de 21 pontos (e não 25, como no mundo todo). No basquete a medida é esdrúxula: saldo de cestas após dois jogos da final do NBB.
A estranheza é pela bizarrice das propostas. Infelizmente não há novidade na subserviência de quem comanda o esporte no Brasil aos pedidos de quem paga para transmitir os jogos.
As confederações de basquete e de vôlei (CBB e CBV) querem expor suas modalidades na TV e se sujeitam a tudo. Até a tirarem a identidade do jogo que representam. As duas entidades tratam o esporte como uma mercadoria e o transformam ao gosto do freguês, não se importando com a tradição que o vôlei e o basquete têm no país. Descaracterizam a modalidade só para conseguirem alguns minutos na TV (espaço questionável, já que são raros os jogos da temporada regular exibidos em TV aberta exibidos).
Campeonatos nacionais de basquete em todo o mundo são disputados em playoffs de três, cinco ou até sete jogos. No Brasil, a final até este ano foi em jogo único. Este único com transmissão em TV aberta.
Criticada por isso, a direção da Liga Nacional fez então a proposta do “saldo de cestas” em dois jogos. A palavra final sobre o regulamento será dada pela Globo, como conta esta reportagem do UOL, que alerta ainda para a possibilidade de marmelada, tornando a situação mais vexatória. No vôlei, jogadores da seleção brasileira divergiram sobre a mudança de regras nesta matéria do Globo Esporte.
A Globo faz o seu papel de detentora dos direitos de transmissão. Trata o esporte como produto e o ajusta de acordo com seu interesse. Um set com 21 pontos é mais conveniente para não atrasar o telejornal. Um jogo de futebol às 22h é melhor para não atrapalhar o desenrolar da trama da novela. Ela paga e está no seu direito de estipular normas.
O grande problema está nos gestores do esporte. Dependentes do dinheiro que recebem da TV, se calam e aceitam qualquer aberração. Deveriam ser mais firmes e não aceitar que transformem o esporte meramente num produto da TV como suas novelas. E quem perde com isso é o torcedor, mais uma vez.
Foto: João Pires/LNB
Causaram estranheza nesta semana duas notícias sobre a mudança do regulamento de dois dos esportes mais populares do Brasil para agradar o principal canal de TV do país. No vôlei, há uma mudança de regra e a Superliga terá sets de 21 pontos (e não 25, como no mundo todo). No basquete a medida é esdrúxula: saldo de cestas após dois jogos da final do NBB.
A estranheza é pela bizarrice das propostas. Infelizmente não há novidade na subserviência de quem comanda o esporte no Brasil aos pedidos de quem paga para transmitir os jogos.
As confederações de basquete e de vôlei (CBB e CBV) querem expor suas modalidades na TV e se sujeitam a tudo. Até a tirarem a identidade do jogo que representam. As duas entidades tratam o esporte como uma mercadoria e o transformam ao gosto do freguês, não se importando com a tradição que o vôlei e o basquete têm no país. Descaracterizam a modalidade só para conseguirem alguns minutos na TV (espaço questionável, já que são raros os jogos da temporada regular exibidos em TV aberta exibidos).
Campeonatos nacionais de basquete em todo o mundo são disputados em playoffs de três, cinco ou até sete jogos. No Brasil, a final até este ano foi em jogo único. Este único com transmissão em TV aberta.
Criticada por isso, a direção da Liga Nacional fez então a proposta do “saldo de cestas” em dois jogos. A palavra final sobre o regulamento será dada pela Globo, como conta esta reportagem do UOL, que alerta ainda para a possibilidade de marmelada, tornando a situação mais vexatória. No vôlei, jogadores da seleção brasileira divergiram sobre a mudança de regras nesta matéria do Globo Esporte.
A Globo faz o seu papel de detentora dos direitos de transmissão. Trata o esporte como produto e o ajusta de acordo com seu interesse. Um set com 21 pontos é mais conveniente para não atrasar o telejornal. Um jogo de futebol às 22h é melhor para não atrapalhar o desenrolar da trama da novela. Ela paga e está no seu direito de estipular normas.
O grande problema está nos gestores do esporte. Dependentes do dinheiro que recebem da TV, se calam e aceitam qualquer aberração. Deveriam ser mais firmes e não aceitar que transformem o esporte meramente num produto da TV como suas novelas. E quem perde com isso é o torcedor, mais uma vez.
Foto: João Pires/LNB
Assinar:
Postagens (Atom)


