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sábado, 30 de abril de 2011

Monterrey campeão da Copa dos Campeões da CONCACAF


O Club de Fútbol Monterrey, do México sagrou-se campeão do torneio mais importante da América Central, do Norte e do Caribe. Na última quarta-feira (27/04), os Rayados, como é conhecido o clube mexicano, conquistou o título da Copa dos Campeões da Concacaf. O título veio em dois jogos. No primeiro, em Monterrey, os 30.247 torcedores que compareceram ao Estádio Tecnológico viram sua equipe apenas empatar em 2 a 2 com o Real Salt Lake, dos Estados Unidos. No segundo jogo, a equipe estadounidense levava vantagem, pois jogava pelo empate de 0-0 ou 1-1. Mas aos 46 minutos do primeiro tempo, o atacante chileno Humberto Suazo, após uma bela jogada coletiva, recebeu passe de Sergio Santana para fazer o gol da vitória e do título inédito do clube mexicano na competição. Final de jogo: 1 a 0 para o Monterrey e classificação para o Mundial de Clubes da FIFA no final do ano.

Abaixo, todos os campeões da Concacaf Champions League:

ANO - CAMPEÃO

1962 - Chivas Guadalajara (México)
1963 - Racing Club Haitienne (Haiti)
1964 - TORNEIO ABANDONADO
1965 - TORNEIO ABANDONADO
1966 - TORNEIO NÃO DISPUTADO
1967 - Alianza (El Salvador)
1968 - Toluca (México)
1969 - Cruz Azul (México)
1970 - Cruz Azul (México)
1971 - Cruz Azul (México)
1972 - Olimpia (Honduras)
1973 - Transvaal (Suriname)
1974 - Municipal (Guatemala)
1975 - Atlético Español (México)
1976 - Águila (El Salvador)
1977 - América (México)
1978 - Universidad de Guadalajara (México), Comunicaciones (Guatemala), Defense Force (Trinidad & Tobago) dividiram o título.
1979 - Deportivo FAS (El Salvador)
1980 - Pumas UNAM (México)
1981 - Transvaal (Suriname)
1982 - Pumas UNAM (México)
1983 - Atlante (México)
1984 - Violette (Haiti)
1985 - Defense Force (Trinidad & Tobago)
1986 - Alajuelense (Costa Rica)
1987 - América (México)
1988 - Olimpia (Honduras)
1989 - Pumas UNAM (México)
1990 - América (México)
1991 - Puebla (México)
1992 - América (México)
1993 - Deportivo Saprissa (Costa Rica)
1994 - Cartaginés (Costa Rica)
1995 - Deportivo Saprissa (Costa Rica)
1996 - Cruz Azul (México)
1997 - Cruz Azul (México)
1998 - DC United (Estados Unidos)
1999 - Necaxa (México)
2000 - Los Angeles Galaxy (Estados Unidos)
2001 - TORNEIO NÃO TERMINOU
2002 - Pachuca (México)
2003 - Toluca (México)
2004 - Alajuelense (Costa Rica)
2005 - Deportivo Saprissa (Costa Rica)
2006 - América (México)
2007 - Pachuca (México)
2008 - Pachuca (México)
2008/09 - Atlante (México)
2009/10 - Pachuca (México)
2010/11 - Monterrey (México)

FOTO: Mexsport

domingo, 24 de abril de 2011

SESI campeão da Superliga Masculina de Voleibol


Na manhã deste domingo de Páscoa, o SESI, de São Paulo sagrou-se campeão da Superliga Masculina de Vôlei. Na final, bateu o Cruzeiro, de Minas Gerais, por 3 sets a 1, parciais de 25/19, 19/25, 27/25 e 25/17, no ginásio do Mineirinho, em Belo Horizonte.

Murilo ganhou o troféu "Viva Vôlei", prêmio concebido ao melhor jogador da final, e de "Melhor Recepção" da Superliga. Giovane, técnico do Sesi, tornou-se o primeiro brasileiro a ganhar o título como jogador e treinador (igualando-se ao argentino Javier Weber).

Confira abaixo a lista dos campeões da Superliga Masculina de Vôlei:

ANO - CAMPEÃO

1995 - Ginástica (RS)
1996 - São Caetano (SP)
1997 - Suzano (SP)
1998 - Ulbra (RS)
1999 - Ulbra (RS)
2000 - Minas (MG)
2001 - Minas (MG)
2002 - Minas (MG)
2003 - Ulbra (RS)
2004 - Unisul (SC)
2005 - Brasil Vôlei (SP)
2006 - Cimed (SC)
2007 - Minas (MG)
2008 - Cimed (SC)
2009 - Cimed (SC)
2010 - Cimed (SC)
2011 - Sesi (SP)

Em casa, a alemã Julia Goerges vence a Wozniacki e é campeã do WTA de Stuttgart


Neste domingo, a tenista alemã Julia Goerges surpreendeu a todos e foi campeã do Porsche Tennis Grand Prix, o WTA de Stuttgart. Uma boa surpresa, pois jogava em casa e, com o apoio da torcida, ela bateu a número 1 do mundo, a dinamarquesa Caroline Wozniacki. Em 1 hora e 39 minutos de partida, a alemã venceu por 2 sets a 0, com parciais de 7-6 (7-3) e 6-3.

ANO - CAMPEÃ

1978 - Tracy Austin (EUA)
1979 - Tracy Austin (EUA)
1980 - Tracy Austin (EUA)
1981 - Tracy Austin (EUA)
1982 - Martina Navratilova (TCH / EUA)
1983 - Martina Navratilova (TCH / EUA)
1984 - Catarina Lindqvist (SUE)
1985 - Pam Shriver (EUA)
1986 - Martina Navratilova (TCH / EUA)
1987 - Martina Navratilova (TCH / EUA)
1988 - Martina Navratilova (TCH / EUA)
1989 - Gabriela Sabatini (ARG)
1990 - Mary Joe Fernandez (EUA)
1991 - Anke Huber (ALE)
1992 - Martina Navratilova (TCH / EUA)
1993 - Mary Pierce (FRA)
1994 - Anke Huber (ALE)
1995 - Iva Majoli (CRO)
1996 - Martina Hingis (SUI)
1997 - Martina Hingis (SUI)
1998 - Sandrine Testud (FRA)
1999 - Martina Hingis (SUI)
2000 - Martina Hingis (SUI)
2001 - Lindsay Davenport (EUA)
2002 - Kim Clijsters (BEL)
2003 - Kim Clijsters (BEL)
2004 - Lindsay Davenport (EUA)
2005 - Lindsay Davenport (EUA)
2006 - Nadia Petrova (RUS)
2007 - Justine Henin (BEL)
2008 - Jelena Jankovic (SER)
2009 - Svetlana Kuznetsova (RUS)
2010 - Justine Henin (BEL)
2011 - Julia Goerges (ALE)

FOTO: AFP

O campeão do ATP de Barcelona é... Rafael Nadal


O tenista número 1 do mundo, o espanhol Rafael Nadal, que já havia conquistado cinco vezes o ATP 500 de Barcelona, foi campeão do torneio pela sexta vez. Neste domingo, na final, contra seu compatriota David Ferrer, Nadal venceu por 2 sets a 0, parciais de 6/2 e 6/4. Nadal vinha de um título, no domingo passado, do Masters 1000 de Monte Carlo, também no saibro, e que seu adversário na final também foi Ferrer.

ANO - CAMPEÃO

1953 - Vic Seixas (EUA)
1954 - Tony Trabert (EUA)
1955 - Art Larsen (EUA)
1956 - Herbert Flam (EUA)
1957 - Herbert Flam (EUA)
1958 - Sven Davidson (SUE)
1959 - Neale Fraser (AUS)
1960 - Andrés Gimeno (ESP)
1961 - Roy Emerson (AUS)
1962 - Manuel Santana (ESP)
1963 - Roy Emerson (AUS)
1964 - Roy Emerson (AUS)
1965 - Juan Gisbert (ESP)
1966 - Thomaz Koch (BRA)
1967 - Martin Mulligan (AUS)
1968 - Martin Mulligan (AUS)
1969 - Manuel Orantes (ESP)
1970 - Manuel Santana (ESP)
1971 - Manuel Orantes (ESP)
1972 - Jan Kodes (TCH)
1973 - Illie Nastase (ROM)
1974 - Illie Nastase (ROM)
1975 - Bjorn Borg (SUE)
1976 - Manuel Orantes (ESP)
1977 - Bjorn Borg (SUE)
1978 - Balázs Taróczy (HUN)
1979 - Hans Gildemeister (CHI)
1980 - Ivan Lendl (TCH)
1981 - Ivan Lendl (TCH)
1982 - Mats Wilander (SUE)
1983 - Mats Wilander (SUE)
1984 - Mats Wilander (SUE)
1985 - Thierry Tulasne (FRA)
1986 - Kent Carlsson (SUE)
1987 - Martín Jaite (ARG)
1988 - Kent Carlsson (SUE)
1989 - Andrés Gómez (EQU)
1990 - Andrés Gómez (EQU)
1991 - Emilio Sánchez (ESP)
1992 - Carlos Costa (ESP)
1993 - Andrei Medvedev (UCR)
1994 - Richard Krajicek (HOL)
1995 - Thomas Muster (AUT)
1996 - Thomas Muster (AUT)
1997 - Albert Costa (ESP)
1998 - Todd Martin (EUA)
1999 - Félix Mantilla (ESP)
2000 - Marat Safin (RUS)
2001 - Juan Carlos Ferrero (ESP)
2002 - Gastón Gaudio (ARG)
2003 - Carlos Moya (ESP)
2004 - Tommy Robredo (ESP)
2005 - Rafael Nadal (ESP)
2006 - Rafael Nadal (ESP)
2007 - Rafael Nadal (ESP)
2008 - Rafael Nadal (ESP)
2009 - Rafael Nadal (ESP)
2010 - Fernando Verdasco (ESP)
2011 - Rafael Nadal (ESP)

sábado, 23 de abril de 2011

Marseille campeão da Copa da Liga Francesa


Na noite deste sábado (final de tarde no Brasil), o Olympique de Marselha, detentor do título, venceu a final da Copa da Liga Francesa, pelo segundo ano consecutivo, no Estade de France. Jogo difícil para o Marseille, até a abertura do placar e o gol da vitória marcado pelo nigeriano Taiwo, aos 81 minutos de jogo.

Todos os campeões da Copa da Liga, que teve duas edições iniciais nos anos 1960, depois algumas nos anos 1980 e 1990, e disputada com frequência desde 1994:

TEMPORADA - CAMPEÃO

1963-64 - Strasbourg
1964-65 - Nantes
1982 - Laval
1984 - Laval
1986 - Metz
1991 - Stade de Reims
1992 - Montpellier
1994 - Lens
1994-95 - Paris Saint-Germain
1995-96 - Metz
1996-97 - Strasbourg
1997-98 - Paris Saint-Germain
1998-99 - Lens
1999-00 - Gueugnon
2000-01 - Lyon
2001-02 - Bordeaux
2002-03 - Monaco
2003-04 - Sochaux
2004-05 - Strasbourg
2005-06 - Nancy
2006-07 - Bordeaux
2007-08 - Paris Saint-Germain
2008-09 - Bordeaux
2009-10 - Olympique de Marseille
2010-11 - Olympique de Marseille

FOTO: Bastien Lheritier

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Não acreditoooo!


Pelo grupo 3 da Copa Libertadores da América, o Nacional do Uruguai enfrentou o América do México, no Estádio Centenário, em Montevidéu. Era vida ou morte para o Tricolor. Era vencer ou vencer. A equipe uruguaia começou a todo vapor, pressionando e jogando bem. Se ganhasse estava classificado, independente do resultado entre Argentinos Juniors e Fluminense, que também jogavam a vida em Buenos Aires.

Como disse, o Nacional começou bem a partida, mas foi perdendo o ritmo. A partida foi chegando ao fim e os nervos estavam à flor da pele. Enquanto isso, a partida no Estádio Diego Maradona estava 3 a 2 para o Fluminense, resultado perfeito para o Nacional naquele momento, já que estava empatando.
Chega ao fim a peleja no Centenário, e ambos os times não saíram do zero. Com isso, o América já estava matematicamente classificado, não dependendo do resultado em Buenos Aires. Para o Nacional, o 3 a 2 do Fluminense era perfeito, pois o Argentinos Juniors perdendo, dava adeus à competição, e o Fluminense precisava vencer por dois gols de diferença para eliminar o Bolso e se classificar. O jogo na Argentina estava cinco minutos atrasado em relação ao de Montevidéu. A torcida do Nacional ficou aflita no Centenário, torcendo para que o jogo acabasse 3 a 2 mesmo. Mas, aos 44 minutos do segundo tempo, Edinho é derrubado dentro da área pelo goleiro Navarro. Discutível o penalti que o árbitro colombiano Wilmar Roldán marcou. Fred converteu e o fluminense fez 4 a 2, placar que o classificou, selou a derrota argentina, deixou o América em primeiro, e desclassificou o Nacional. Depois ainda teve aquele quebra-pau típico de Libertadores.

Club Nacional de Football fica na primeira fase. Mas era o grupo mais difícil, ao lado do grupo 8, em que o outro uruguaio, o Peñarol, se classificou em segundo colocado. América, clube mexicano, que já chegou nas semifinais, time muito tradicional, ficou em primeiro, com 10 pontos. Fluminense, tricampeão brasileiro (atual campeão nacional) e vice-campeão da Libertadores em 2008, ficou em segundo, com 8 pontos. Nacional, três vezes campeão da Libertadores e Mundial, semifinalista em 2009, fica em terceiro, também com 8 pontos. Argentinos Juniors, time que revelou Maradona, campeão da Libertadores em 1985 e do torneio Clausura de 2010, fica em último, com 7 pontos ganhos.


Agora, na próxima fase, nas oitavas de final, o América enfrenta o Santos, com o segundo jogo sendo no México, e o Fluminense encara o Libertad do Paraguai, jogando a segunda partida fora de casa.

Madrid vence Barcelona e conquista o título Real


Nesta quarta-feira houve mais um capítulo do duelo entre Real Madrid e Barcelona. Desta vez, diferentemente do jogo de sábado, válido pela Liga Espanhola, empate por 1 a 1, ontem foi decisão de título. Valia a taça da Copa do Rei da Espanha. Fazia 18 anos que o time branco não ganhava o troféu.

O primeiro tempo não foi tão exuberante, e o Real Madrid foi um pouco melhor, marcando bem, deixando pouco espaço para o time catalão trabalhar a bola. No segundo tempo, o Barcelona mostrou a que veio e dominou amplamente o campo de jogo. O Real estava na defesa, tentando sair em algum contra-ataque. Chances boas para o Barça, principalmente numa jogada genial de Messi (ah, vá!), se esquivando das botinadas e dando um passe milimétrico para Pedro fazer o gol, mas que estava em posição irregular e o bandeira marcou impedimento. O jogo terminou empatado no tempo regulamentar. Então, mais sofrimento na prorrogação.

Jogo voltou a ficar mais equilibrado no tempo extra. E aos 102 minutos (12 minutos do primeiro tempo), Di María escapa pela ponta esquerda,cruza a bola na área, Adriano não alcança de cabeça e Cristiano Ronaldo cabeceia batendo o goleiro Manuel Pinto. Foi o gol da vitória Merengue, e do título, após 18 anos de jejum Real.

Mas há que ressaltar a frouxa arbitragem do senhor Alberto Undiano Mallenco, que não puniu como deveria, principalmente os jogadores do Real Madrid, Sergio Ramos, Arbeloa e Pepe.

Sábado, pelo Campeonato Espanhol, empate por 1 a 1 no Santiago Bernabéu. Ontem, pela final da Copa do Rei, os madrilenhos venceram. E ainda tem mais: semifinal da UEFA Champions League entre os dois, primeiro jogo já na semana que vem. Haja coração!

TODOS OS CAMPEÕES DA COPA DO REI DA ESPANHA:

Barcelona - 25 títulos (1910, 1912, 1913, 1920, 1922, 1925, 1926, 1928, 1942, 1951, 1952, 1953, 1957, 1959, 1963, 1968, 1971, 1978, 1981, 1983, 1988, 1990, 1997, 1998, 2009);

Athletic Bilbao - 23 títulos (1903, 1904, 1910, 1911, 1914, 1915, 1916, 1921, 1923, 1930, 1931, 1932, 1933, 1943, 1944, 1945, 1950, 1955, 1956, 1958, 1969, 1973, 1984);

Real Madrid - 18 títulos (1905, 1906, 1907, 1908, 1917, 1934, 1936, 1946, 1947, 1962, 1970, 1974, 1975, 1980, 1982, 1989, 1993, 2011);

Atlético de Madrid - 9 títulos (1960, 1961, 1965, 1972, 1976, 1985, 1991, 1992, 1996);

Valencia - 7 títulos (1941, 1949, 1954, 1967, 1979, 1999, 2008);

Zaragoza - 6 títulos (1964, 1966, 1986, 1994, 2001, 2004);

Sevilla - 5 títulos (1935, 1939, 1948, 2007, 2010);

Espanyol - 4 títulos (1929, 1940, 2000, 2006);

Real Unión - 4 títulos (1913, 1918, 1924, 1927);

Real Sociedad - 2 títulos (1909, 1987);

Real Betis - 2 títulos (1977, 2005);

Deportivo La Coruña - 2 títulos (1995, 2002);

Arenas de Getxo - 1 título (1919);

Mallorca - 1 título (2003).

domingo, 17 de abril de 2011

Dupla formada por brasileiro e argentino perde na final em Monte Carlo


O brasileiro Bruno Soares, que formou dupla com o argentino Juan Ignácio Chela, levou o Brasil à final de Monte Carlo depois de oito anos. Mas a dupla sul-americana perdeu para os gêmeos Bob e Mike Bryan, dos EUA. Na final, os irmãos Bryan venceram por 2 sets a 0, com parciais de 6-3 e 6-2, em 54 minutos de partida. Com isso, a dupla estadunidense, número 1 do mundo, sagrou-se bicampeã da competição. Abaixo, todos os campeões:

ANO - DUPLA CAMPEÃ

1968 - Sergei Likhachev (URSS)/Alex Metreveli (URSS)
1969 - Owen Davidson (AUS)/John Newcombe (AUS)
1970 - Marty Riessen (EUA)/Roger Taylor (GBR)
1971 - Ilie Nastase (ROM)/Ion Tiriac (ROM)
1972 - Patrice Beust (FRA)/Daniel Contet (FRA)
1973 - Juan Gisbert Sr (ESP)/Ilie Nastase (ROM)
1974 - John Alexander (AUS)/Phil Dent (AUS)
1975 - Bob Hewitt (RSA)/Frew McMillan (RSA)
1976 - Wojciech Fibak (POL)/Karl Meiler (ALE)
1977 - François Jauffret (FRA)/Jan Kodes (TCH)
1978 - Peter Fleming (EUA)/Tomas Smid (TCH)
1979 - Ilie Nastase (ROM)/Raúl Ramírez (MEX)
1980 - Paolo Bertolucci (ITA)/Adriano Panatta (ITA)
1981 - Heinz Gunthardt (SUI)/Balazs Taroczy (HUN)
1982 - Peter McNamara (AUS)/Paul McNamee (AUS)
1983 - Heinz Gunthardt (SUI)/Balazs Taroczy (HUN)
1984 - Mark Edmondson (AUS)/Sherwood Stewart (EUA)
1985 - Pavel Slozil (TCH)/Tomas Smid (TCH)
1986 - Guy Forget (FRA)/Yannick Noah (FRA)
1987 - Hans Gildemeister (CHI)/Andrés Gómez (EQU)
1988 - Sergio Casal (ESP)/Emilio Sánchez (ESP)
1989 - Tomas Smid (TCH)/Mark Woodforde (AUS)
1990 - Petr Korda (TCH)/Tomas Smid (TCH)
1991 - Luke Jensen (EUA)/Laurie Warder (AUS)
1992 - Boris Becker (ALE)/Michael Stich (ALE)
1993 - Stefan Edberg (SUE)/Petr Korda (TCH)
1994 - Nicklas Kulti (SUE)/Magnus Larsson (SUE)
1995 - Jacco Eltingh (HOL)/Paul Haaruis (HOL)
1996 - Ellis Ferreira (RSA)/Jan Siemerink (HOL)
1997 - Donald Johnson (EUA)/Francisco Montana (EUA)
1998 - Jacco Eltingh (HOL)/Paul Haaruis (HOL)
1999 - Olivier Delaitre (FRA)/Tim Henman (GBR)
2000 - Wayne Ferreira (RSA)/Yevgeny Kafelnikov (RUS)
2001 - Jonas Bjorkman (SUE)/Todd Woodbridge (AUS)
2002 - Jonas Bjorkman (SUE)/Todd Woodbridge (AUS)
2003 - Mahesh Bhupathi (IND)/Max Mirnyi (BLR)
2004 - Tim Henman (GBR)/ Nenad Zimonjic (SER)
2005 - Leander Paes (IND)/ Nenad Zimonjic (SER)
2006 - Jonas Bjorkman (SUE)/Max Mirnyi (BLR)
2007 - Bob Bryan (EUA)/Mike Bryan (EUA)
2008 - Rafael Nadal (ESP)/Tommy Robredo (ESP)
2009 - Daniel Nestor (CAN)/Nenad Zimonjic (SER)
2010 - Daniel Nestor (CAN)/Nenad Zimonjic (SER)
2011 - Bob Bryan (EUA)/Mike Bryan (EUA)

FOTO: Getty Images

REFERÊNCIAS

Nadal campeão do Masters 1000 de Monte Carlo


Na final disputada neste domingo, o espanhol Rafael Nadal, número um do mundo, venceu o seu compatriota David Ferrer, por dois sets a zero, parciais de 6-4 e 7-5. Com esse resultado, Nadal mostra mais uma vez porque é considera o "Rei do Saibro". Esse foi nada mais nada menos que o sétimo título consecutivo do espanhol em Mônaco. O melhor tenista atualmente, o sérvio Novak Djokovic, poderia ser a pedra no sapato de Rafa, se não tivesse desistido de disputar o torneio, alegando uma lesão no joelho. Abaixo, todos os campeões do Masters 1000 de Monte Carlo:

ANO - CAMPEÃO EM SIMPLES

1968 - Nicola Pietrangeli (ITA)
1969 - Tom Okker (HOL)
1970 - Zeljko Franulovic (IUG)
1971 - Ilie Nastase (ROM)
1972 - Ilie Nastase (ROM)
1973 - Ilie Nastase (ROM)
1974 - Andrew Pattison (ZWE)
1975 - Manuel Orantes (ESP)
1976 - Guillermo Vilas (ARG)
1977 - Bjorn Borg (SUE)
1978 - Raúl Ramírez (MEX)
1979 - Bjorn Borg (SUE)
1980 - Bjorn Borg (SUE)
1981 - Guillermo Vilas (ARG)/ Jimmy Connors (EUA) (dividiram o título)
1982 - Guillermo Vilas (ARG)
1983 - Mats Wilander (SUE)
1984 - Henrik Sundstrom (SUE)
1985 - Ivan Lendl (TCH)
1986 - Joakim Nystrom (SUE)
1987 - Mats Wilander (SUE)
1988 - Ivan Lendl (TCH)
1989 - Alberto Mancini (ARG)
1990 - Andrei Chesnokov (URSS)
1991 - Sergi Bruguera (ESP)
1992 - Thomas Muster (AUT)
1993 - Sergi Bruguera (ESP)
1994 - Andrei Medvedev (UCR)
1995 - Thomas Muster (AUT)
1996 - Thomas Muster (AUT)
1997 - Marcelo Ríos (CHI)
1998 - Carlos Moya (ESP)
1999 - Gustavo Kuerten (BRA)
2000 - Cedric Pioline (FRA)
2001 - Gustavo Kuerten (BRA)
2002 - Juan Carlos Ferrero (ESP)
2003 - Juan Carlos Ferrero (ESP)
2004 - Guillermo Coria (ARG)
2005 - Rafael Nadal (ESP)
2006 - Rafael Nadal (ESP)
2007 - Rafael Nadal (ESP)
2008 - Rafael Nadal (ESP)
2009 - Rafael Nadal (ESP)
2010 - Rafael Nadal (ESP)
2011 - Rafael Nadal (ESP)

FOTO: AP

REFERÊNCIAS

sábado, 16 de abril de 2011

La más grande bandera del mundo és de Peñarol

Como eu havia escrito na última postagem, o jogo desta terça-feira (12/04/2011), entre Peñarol e Independiente, pela Copa Libertadores, dentro das quatro linhas teve vitória argentina por 1 a 0. Mas o Peñarol se classificou mesmo assim, em segundo colocado, atrás da LDU do Equador. Esta partida serviu também para a inauguração da maior bandeira do mundo, medindo 310 metros de comprimento por 50 de largura, e 15 mil metros quadrados de tela. O histórico Estádio Centenário, palco da primeira final de Copa do Mundo era o cenário ideal para este acontecimento. Dos 60.000 torcedores carboneros que lotaram o estádio e ergueram esse bandeirão monumental, 600 estavam na organização para a festa.

Chega de papo. Vejam essa ação extraordinária dos hinchas aurinegros e La Más Grande Bandera del Mundo!

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Peñarol perde, mas está nas oitavas da Libertadores


Na noite desta terça-feira, o Peñarol voltou a jogar no Estádio Centenário pela Libertadores. O jogo contra o Independiente da Argentina era a chance do time uruguaio se classificar como primeiro colocado do grupo 8, em que, no mesmo horário, a LDU ganhou do Godoy Cruz por 2 a 0, em Quito. Mas o Aurinegro jogou muito mal e, com um gol aos 34 minutos do primeiro tempo de Facundo Parra, o Independiente fez o gol da vitória. Depois, já no final da segunda etapa, o goleiro argentino Fabián Assmann foi expulso e Parra colocou as luvas e virou goleiro (já que a equipe argentina já havia feito as três substituições). No mesmo lance, numa confusão com o jogador do "Diablo Rojo", o centroavante Carbonero, Juan Manuel Olivera também foi expulso.

Com isso, o Peñarol está classificado para as oitavas de final da Copa Libertadores, mas como segundo colocado. Com 9 pontos, ficou atrás da LDU de Quito, que somou uma dezena. Por ter ficado em segundo, o Peñarol vai jogar, na próxima fase, com um dos times que ficará em primeiro nos grupos, e o segundo jogo do mata-mata será fora de casa.

A noite foi de tristeza dentro das quatro linhas, mas nas arquibancadas, houve uma festa imensa. O Estádio Centenário estava lotado, com 60.000 hinchas fanáticos, que levaram simplesmente a maior bandeira do mundo ao local. Foi a inauguração do bandeirão, que mede 310 metros de comprimento por 50 de largura, 15.000 metros quadrados de tela. Havia 600 pessoas na organização. Antes do início do jogo foi erguida aquela bandeira colossal. Na volta do intervalo, mais uma vez a gigantesca bandeira foi erguida, mostrando o tamanho da paixão que o torcedor mirasol tem por seu clube. Para fazer a maior bandeira do mundo, foram gastos nada mais nada menos do que 33.500 dólares. Será que valeu à pena? Para um torcedor fanático, como é o uruguaio, como é o torcedor do Peñarol, tudo vale à pena!

Vídeos Bandera más grande del mundo: