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segunda-feira, 9 de maio de 2011

Ceará vence também o segundo turno e é campeão estadual


Neste domingo, o Ceará sagrou campeão cearense antecipadamente, ao conquistar o segundo turno do estadual. Já havia vencido o primeiro turno - vencendo o Fortaleza na final - e ontem, no Estádio Presidente Vargas, em Fortaleza, o Vozão goleou o Guarani na final do segundo turno, por 5 a 0. Os gols foram marcados por Thiago Humberto e Marcelo Nicácio, duas vezes cada, e Osvaldo fechou o placar.

Agora o Ceará tem 40 conquistas estaduais, contra 39 de seu maior rival, o Fortaleza. O Ferroviário tem 9 títulos.

ANO - CAMPEÃO

1915 - Ceará
1916 - Ceará
1917 - Ceará
1918 - Ceará
1919 - Ceará
1920 - Fortaleza
1921 - Fortaleza
1922 - Ceará
1923 - Fortaleza
1924 - Fortaleza
1925 - Ceará
1926 - Fortaleza
1927 - Fortaleza
1928 - Fortaleza
1929 - Maguari
1930 - Orion
1931 - Ceará
1932 - Ceará
1933 - Fortaleza
1934 - Fortaleza
1935 - América
1936 - Maguari
1937 - Fortaleza
1938 - Fortaleza
1939 - Ceará
1940 - Tramways
1941 - Ceará
1942 - Ceará
1943 - Maguari
1944 - Maguari
1945 - Ferroviário
1946 - Fortaleza
1947 - Fortaleza
1948 - Ceará
1949 - Fortaleza
1950 - Ferroviário
1951 - Ceará
1952 - Ferroviário
1953 - Fortaleza
1954 - Fortaleza
1955 - Calouros do Ar
1956 - Gentilândia
1957 - Ceará
1958 - Ceará
1959 - Fortaleza
1960 - Fortaleza
1961 - Ceará
1962 - Ceará
1963 - Ceará
1964 - Fortaleza
1965 - Fortaleza
1966 - América
1967 - Fortaleza
1968 - Ferroviário
1969 - Fortaleza
1970 - Ferroviário
1971 - Ceará
1972 - Ceará
1973 - Fortaleza
1974 - Fortaleza
1975 - Ceará
1976 - Ceará
1977 - Ceará
1978 - Ceará
1979 - Ferroviário
1980 - Ceará
1981 - Ceará
1982 - Fortaleza
1983 - Fortaleza
1984 - Ceará
1985 - Fortaleza
1986 - Ceará
1987 - Fortaleza
1988 - Ferroviário
1989 - Ceará
1990 - Ceará
1991 - Fortaleza
1992 - Fortaleza, Ceará, Icasa e Tiradentes *
1993 - Ceará
1994 - Ferroviário
1995 - Ferroviário
1996 - Ceará
1997 - Ceará
1998 - Ceará
1999 - Ceará
2000 - Fortaleza
2001 - Fortaleza
2002 - Ceará
2003 - Fortaleza
2004 - Fortaleza
2005 - Fortaleza
2006 - Ceará
2007 - Fortaleza
2008 - Fortaleza
2009 - Fortaleza
2010 - Fortaleza
2011 - Ceará

* Em 1992 houve divergências entre as equipes para a disputa da fase final e a Federação achou melhor declarar os quatro finalistas campeões.

FOTO: Marcus Campos

REFERÊNCIAS

domingo, 8 de maio de 2011

No maior clássico do futebol uruguaio, o Nacional vence o Peñarol


Na tarde deste domingo, a República Oriental do Uruguai parou para ver o maior clássico do país, e um dos maiores do mundo. Peñarol e Nacional se encontraram mais uma vez, no Estádio Centenário, palco mais importante do futebol mundial. Mais de 50.000 hinchas fanáticos, uma rivalidade que não se pode explicar.

Em jogo válido pela 12ª rodada do Torneio Clausura, o Bolsilludo venceu o clássico por 1 a 0, com gol marcado por Santiago "Morro" García, em uma ótima jogada do zagueiro Sebastián Coates, aos 17 minutos do segundo tempo.

Nos últimos minutos do clássico, ocorreu um lance polêmico, em que Estoyanoff fez o gol de empate para o Peñarol, mas o assistente do árbitro Martín Vázquez marcou posição irregular. Na verdade, Estoyanoff estava na mesma linha do zagueiro do Nacional, portanto, não estava impedido. O técnico carbonero, Diego Aguirre foi expulso pela reclamação exacerbada. Guillermo Rodríguez, do Peñarol, também acabou sendo expulso por agredir Matías Cabrera.

O melhor jogador do Nacional na partida foi o zagueiro Sabastián Coates. Darío Rodríguez, também defensor, foi o melhor do Peñarol no jogo.

Com o resultado, o Nacional agora é o líder da tabela anual e também do Torneio Clausura, com 28 pontos, três a mais que o Peñarol, segundo colocado do Clausura.

PEÑAROL 0-1 NACIONAL

Local: Estádio Centenário. Árbitros: Martín Vázquez, Carlos Pastorino e Igor Moreira.

PEÑAROL: Sebastián Sosa, Emiliano Albín, Alejandro González, Guillermo Rodríguez, Darío Rodríguez (68' Alejandro Martinuccio), Matías Corujo (54' Matías Mier), Nicolás Freitas, Luis Aguiar, Jonathan Urretaviscaya (68' Fabián Estoyanoff), Antonio Pacheco e Juan Manuel Olivera. TÉCNICO: Diego Aguirre.

NACIONAL: Rodrigo Muñoz, Gabriel Marques, Alejandro Lembo, Sebastián Coates, Alexis Rolín, Matías Cabrera, Facundo Píriz, Mauricio Pereyra (85' Maximiliano Calzada), Tabaré Viudez, Bruno Fornaroli (45' Santiago García) e Richard Porta (74' Marcelo Gallardo). TÉCNICO: Juan Ramón Carrasco.

GOL: Santiago García (Nacional, aos 17 minutos do 2º tempo).

Campeonato Paulista Série A2: Cinco vezes XV


Um dos mais tradicionais clubes do interior de São Paulo, o XV de Piracicaba foi campeão Paulista da Série A-2 neste sábado. No Estádio Barão de Serra Negra, o Nhô Quim empatou em 2 a 2 com o Guarani, o Bugre de Campinas, e venceu a disputa de pênaltis por 4 a 2. Esse foi o 5º título da Série A-2 conquistado pelo XV. Os outros foram conquistados em 1947, 1948, 1967 e 1983.

Todos os campeões da competição desde a Era profissional:

ANO - CAMPEÃO

1947 - XV de Piracicaba
1948 - XV de Piracicaba
1949 - Guarani
1950 - Radium de Mococa
1951 - XV de Jaú
1952 - Linense
1953 - Noroeste
1954 - Taubaté
1955 - Ferroviária
1956 - Botafogo de Ribeirão Preto
1957 - América de Rio Preto
1958 - Comercial de Ribeirão Preto
1959 - Corinthians (Presidente Prudente)
1960 - Esportiva (Guaratinguetá)
1961 - Prudentina
1962 - São Bento
1963 - América de Rio Preto
1964 - Portuguesa Santista
1965 - Bragantino
1966 - Ferroviária
1967 - XV de Piracicaba
1968 - Paulista de Jundiaí
1969 - Ponte Preta
1970 - Noroeste
1971 - Marília
1972 - São José
1973 - Araçatuba
1974 - Grêmio Esportivo Catanduvense
1975 - Santo André
1976 - XV de Jaú
1977 - Francana
1978 - Inter de Limeira
1979 - Taubaté
1980 - São José
1981 - Santo André
1982 - Taquaritinga
1983 - XV de Piracicaba
1984 - Noroeste
1985 - Mogi Mirim
1986 - Bandeirante (Birigui)
1987 - Lençoense
1988 - Bragantino
1989 - Ituano
1990 - Olímpia
1991 - Araçatuba
1992 - Taquaritinga
1993 - Paraguaçuense
1994 - Araçatuba
1995 - Mogi Mirim
1996 - Inter de Limeira
1997 - Matonense
1998 - União Barbarense
1999 - América de Rio Preto
2000 - Botafogo de Ribeirão Preto / São Caetano
2001 - Etti Jundiaí (atual Paulista de Jundiaí)
2002 - Marília
2003 - Oeste (Itápolis)
2004 - Inter de Limeira
2005 - Juventus
2006 - Grêmio Barueri (atual Grêmio Prudente)
2007 - Portuguesa
2008 - Santo André
2009 - Monte Azul
2010 - Linense
2011 - XV de Piracicaba

REFERÊNCIAS

Quem segura Nole?


Veja bem: 32 vitórias seguidas nesta temporada (venceu todos os jogos que disputou este ano). Seis títulos no ano e 24º na carreira. Esse é Novak Djokovic, a sensação do tênis na atualidade. Mesmo na terra de Nadal, no piso preferido do espanhol, Nole conseguiu ser melhor que Rafa. Ontem, na semifinal, o sérvio teve trabalho para vencer a grande surpresa, o brasileiro Thomaz Bellucci, por 2 sets a 1. Hoje, ganhou de Nadal por 2 a 0, com parciais de 7/5 e 6/4. Um jogaço, com pontos muito disputados. Um exemplo deles foi logo no primeiro game do segundo set, quando, no saque de Djokovic, Nadal fez 0-40 com um Grand Willy, encobrindo o sérvio e mandando a bola lá no fundo. Logo em seguida, quebrou o saque do rival. Em contrapartida, Djokovic também venceu um ponto disputado, que foi o último do jogo, com muitas trocas de bola, e, quando finalmente o espanhol ia variar, com um slice, ele mandou pra fora e Djokovic vibrou, conquistando o título do Masters 1000 de Madrid.

Ah, Roger Federer também disputou o torneio. Em sua estréia, o suíço sofreu demais para vencer o espanhol Feliciano López, por 2 a 1, com três tiebreaks. Nas oitavas de final, teve mais facilidade e ganhou do belga Xavier Malisse, por 2 sets a 0. Na semifinal, Federer venceu o sueco Robin Soderling, número 5 do ranking, por 7/6 e 6/4, jogando como Federer mesmo, após muito tempo. Na semifinal, o clássico contra Nadal foi bom apenas o primeiro set, em que Roger venceu por 7/5. Mas depois mostrou mais uma vez que não está em seus melhores dias, e perdeu o segundo e o último set, por 6/1 e 6/3, respectivamente.

Abaixo, os campeões e vice-campeões do Masters de Madrid:

ANO - CAMPEÃO - VICE-CAMPEÃO

2002 - Andre Agassi (EUA) - Jiri Novak (TCH)
2003 - Juan Carlos Ferrero (ESP) - Nicolás Massú (CHI)
2004 - Marat Safin (RUS) - David Nalbandian (ARG)
2005 - Rafael Nadal (ESP) - Ivan Ljubicic (CRO)
2006 - Roger Federer (SUI) - Fernando González (CHI)
2007 - David Nalbandian (ARG) - Roger Federer (SUI)
2008 - Andy Murray (ESC) - Gilles Simon (FRA)
2009 - Roger Federer (SUI) - Rafael Nadal (ESP)
2010 - Rafael Nadal (ESP) - Roger Federer (SUI)
2011 - Novak Djokovic (SER) - Rafael Nadal (ESP)

FOTO: Reuters

REFERÊNCIAS

sábado, 7 de maio de 2011

Milan leva o scudetto


Faltando ainda três rodadas para o término do Campeonato Italiano, o Milan se sagrou campeão da Serie A. Neste sábado, a equipe rossonera empatou pelo placar de 0 a 0 contra a Roma, no Estádio Olímpico. Com o resultado, o Milan chega a 78 pontos e, apesar de ainda poder ser alcançado em número de pontos pelo seu maior rival, a Inter de Milão, ganha no confronto direto, que é o primeiro critério de desempate.

MAIORES CAMPEÕES:

Juventus - 27 títulos (1905, 1926, 1931, 1932, 1933, 1934, 1935, 1950, 1952, 1958, 1960, 1961, 1967, 1972, 1973, 1975, 1977, 1978, 1981, 1982, 1984, 1986, 1995, 1997, 1998, 2002, 2003)

Internazionale - 18 títulos (1910, 1920, 1930, 1938, 1940, 1953, 1954, 1963, 1965, 1966, 1971, 1980, 1989, 2006, 2007, 2008, 2009, 2010)

Milan - 18 títulos (1901, 1906, 1907, 1951, 1955, 1957,1959, 1962, 1968, 1979, 1988, 1992, 1993, 1994, 1996, 1999, 2004, 2011)

Genoa - 9 títulos (1898, 1899, 1900, 1902, 1903, 1904, 1915, 1923, 1924)

Torino - 7 títulos (1928, 1943, 1946, 1947, 1948, 1949, 1976)

Bologna - 7 títulos (1925, 1929, 1936, 1937, 1939, 1941, 1964)

Pro Vercelli - 7 títulos (1908, 1909, 1911, 1912, 1913, 1921, 1922)

Roma - 3 títulos (1942, 1983, 2001)

Fiorentina - 2 títulos (1956, 1969)

Lazio - 2 títulos (1974, 2000)

Napoli - 2 títulos (1987, 1990)

FOTO: Getty Images

FUTEBOL: CAMPEONATO SOVIÉTICO



A União das Repúblicas Socialistas Soviéticas teve campeonatos de futebol desde 1992. Deste ano até 1933 continuaram a existir os torneios entre cidades que existiam desde antes da Revolução Bolchevique, mas agora reunindo cidades de toda a federação, que jogavam eliminatórias dentro de suas repúblicas e disputavam fases finais entre os campeões.

O Campeonato Soviético de futebol era a competição mais importante da modalidade, começando a ser disputado no ano de 1936, que teve dois campeonatos, o de primavera e o de outono. O maior campeão da história da competição é o Dynamo de Kiev, da atual Ucrânia, com 13 títulos conquistados. O Spartak, o Dínamo Moscou, o CSKA, o Torpedo e o Zenit Leningrado (atual São Petesburgo) são os clubes russos que já levaram a taça. Dínamo Tbilisi (Geórgia), Dnipro Dnipropetrovsk e Zorya Voroshilovhrad (Ucrânia), Ararat Erevan (Armênia) e Dínamo Minsk (Bielorrússia) também já conquistaram o título soviético.

TEMPORADA - CAMPEÃO

1936 (primavera) - Dínamo Moscou
1936 (outono) - Spartak Moscou
1937 - Dínamo Moscou
1938 - Spartak Moscou
1939 - Spartak Moscou
1940 - Dínamo Moscou
1941 - 1944 NÃO HOUVE COMPETIÇÃO DEVIDO À SEGUNDA GUERRA MUNDIAL
1945 - Dínamo Moscou
1946 - CDKA Moscou (CSKA Moscou)
1947 - CDKA Moscou
1948 - CDKA Moscou
1949 - Dínamo Moscou
1950 - CDKA Moscou
1951 - CDSA Moscou (CSKA Moscou)
1952 - Spartak Moscou
1953 - Spartak Moscou
1954 - Dínamo Moscou
1955 - Dínamo Moscou
1956 - Spartak Moscou
1957 - Dínamo Moscou
1958 - Spartak Moscou
1959 - Dínamo Moscou
1960 - Torpedo Moscou
1961 - Dynamo de Kiev
1962 - Spartak Moscou
1963 - Dínamo Moscou
1964 - Dínamo Tbilisi
1965 - Torpedo Moscou
1966 - Dynamo de Kiev
1967 - Dynamo de Kiev
1968 - Dynamo de Kiev
1969 - Spartak Moscou
1970 - CSKA Moscou
1971 - Dynamo de Kiev
1972 - Zorya Voroshilovhrad
1973 - Ararat Erevan
1974 - Dynamo de Kiev
1975 - Dynamo de Kiev
1976 (primavera) - Dínamo Moscou
1976 (outono) - Torpedo Moscou
1977 - Dynamo de Kiev
1978 - Dínamo Tbilisi
1979 - Spartak Moscou
1980 - Dynamo de Kiev
1981 - Dynamo de Kiev
1982 - Dínamo Minsk
1983 - Dnipro Dnipropetrovsk
1984 - Zenit Leningrado
1985 - Dynamo de Kiev
1986 - Dynamo de Kiev
1987 - Spartak Moscou
1988 - Dnipro Dnipropetrovsk
1989 - Spartak Moscou
1990 - Dynamo de Kiev
1991 - CSKA Moscou

REFERÊNCIAS

http://pt.wikipedia.org/

Shakhtar Donetsk campeão ucraniano com duas rodadas de antecedência


Neste sábado, 7 de maio, o Shakhtar Donetsk venceu o clássico local contra o Metalurgh Donetsk, por 2 a 0. Os gols foram marcados pelo brasileiro Luiz Adriano e pelo croata Darijo Srna. Com o resultado, o time laranja conquistou o título, faltando duas rodadas para o término da competição. O Shakhtar somou 70 pontos com essa vitória, enquanto que o segundo colocado, o Dynamo de Kiev, que também venceu na rodada, tem 62 e pode chegar no máximo a 68 pontos.

A seguir, a lista de todos os campeões do Campeonato Ucraniano:

ANO - CAMPEÃO

1992 - Tavriya
1992/93 - Dynamo de Kiev
1993/94 - Dynamo de Kiev
1994/95 - Dynamo de Kiev
1995/96 - Dynamo de Kiev
1996/97 - Dynamo de Kiev
1997/98 - Dynamo de Kiev
1998/99 - Dynamo de Kiev
1999/00 - Dynamo de Kiev
2000/01 - Dynamo de Kiev
2001/02 - Shakhtar Donetsk
2002/03 - Dynamo de Kiev
2003/04 - Dynamo de Kiev
2004/05 - Shakhtar Donetsk
2005/06 - Shakhtar Donetsk
2006/07 - Dynamo de Kiev
2007/08 - Shakhtar Donetsk
2008/09 - Dynamo de Kiev
2009/10 - Shakhtar Donetsk
2010/11 - Shakhtar Donetsk

Clique aqui para ver a lista dos campeões do Campeonato Soviético de Futebol.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Peñarol, un rival con linaje copero

Reproduzo texto publicado por Il Codino, no site chileno gambeta:

Peñarol es de aquellos equipos que por el sólo hecho de mencionar su nombre se genera un aura de respeto y admiración. Quien fuera elegido el mejor equipo sudamericano del siglo XX, tiene sobre sus hombros el “deber” de ganarlo todo y hay dos momentos donde su motivación es extra y lo dejan todo por vencer: el clásico frente a Nacional y la Copa Libertadores.

El “carbonero”, cinco veces campeón de la Libertadores, tiene a la Copa como un torneo donde se siente cómodo y el cual sabe como jugarlo, independiente si consigue o no los resultados. Es el equipo que más la ha jugado, con 39 participaciones y esto, junto a la característica del futbolista uruguayo, hace de Peñarol un equipo copero.

Universidad Católica ha mostrado un buen fútbol en lo que va de la Libertadores y la llave frente a los uruguayos está abierta. Si bien deberá estar atenta ante la experiencia copera de Peñarol, también debe preocuparle el juego de su rival. Sólo con garra no alcanza y los uruguayos han mostrado por momentos un muy buen juego, pero también tienen instantes en que decaen y sus rivales se aprovechan de ello.

Católica no se ha hecho fuerte del todo como local y ahí Peñarol ha mostrado cierta fortaleza, ganando dos de los cuatro partidos diputados. Por otra parte, el elenco cruzado a tenido un rendimiento como visitante muy bueno y ahí puede sacarle algún punto a los uruguayos, quienes de los 4 partidos jugados en el Centenario, han ganado dos, empatado uno y perdido otro.

Habrá que estar atentos a la velocidad y habilidad de Martinuccio, a la clase de Aguiar, al olfato goleador de Olivera y a la solidez de Sosa. Pero Universidad Católica no sólo tiene en la cancha a los jugadores para contrarrestar el poderío de Peñarol, sino que tiene en la banca a Pizzi, un entrenador que tiene todo muy claro y sabe leer muy bien a su rival y al desarrollo del partido.

Peñarol: Con la gana charrúa

¡Qué triunfo Peñarol! Resonante. Ganó de atrás, en el Beira Río de Porto Alegre y dejó en silencio al Campeón de América que cayó después de veinte partidos en la Copa Libertadores en su bastión. "Algún día va a perder" dijo Diego Aguirre, el técnico mirasol, el martes luego de la práctica en el Estadio. Pasó a cuartos de final de la Copa Libertadores en una victoria colosal. Se sostuvo a pesar del cimbronazo de movida en el gol de Oscar y nunca bajó la guardia. Afrontó el desafío con temple -no es pegar sino confiar en sus fuerzas- e iluminó la noche en inolvidable actuación en el complemento. Ganó con el sello eterno del fútbol uruguayo.

Aguirre pensó en un libreto similar a la ejecución en Mendoza, con la huella del 3:1. El objetivo en la táctica y estrategia se revalorizó en el tramo final. El vértigo imponente de Martinuccio y Mier en la izquierda, el ida y vuelta permanente de Luis Aguiar, la ejecución de Olivera -vigente en las difíciles- y la "fortaleza" defensiva. Defendió con el alma en el desenlace, desde el arquero Sebastián Sosa hasta Martinuccio y los tres relevos.

FUTBOL DEL INTER Y REBELDIA DE PEÑAROL

El golazo del joven Oscar en el Inter sorprendió a Peñarol cuando apenas corría un minuto pero no neutralizó su rebeldía. El desequilibrio táctico más contundente de todos parecía consumir la ilusión de los aurinegros, de los 1.500 hinchas que acompañaron a Porto Alegre y de su gente a través de la televisión.

La categoría técnica de Internacional afloró en el repertorio individual y la sucesión de toques. Peñarol no se resignó y se recompuso del sofocón. Apareció su espíritu y con los argumentos propios de su estilo se acercó. ¿Cómo? No cayó en el caos por el golpe y encendió señales de estabilidad. Asistió a Martinuccio a la izquierda, los volantes no ofrecieron espacios como en el comienzo.

Corujo se acercó en el costado derecho, Mier envió centros desde la izquierda, Freitas y Aguiar trabajaron en contención. El anticipo ofensivo de Freitas pasó a centímetros del palo izquierdo de Renán.

Los recursos técnicos del "Colorado" encendieron las luces de los brasileños. Andrezinho en el extremo zurdo, amagues y potencia con baja definición. Kleber también se perdió el segundo grito. El argentino D' Alessandro desparramó su calidad en jugada donde combinó técnica y velocidad: ejecutó de derecha y el arco de Sosa se salvó de milagro. Tuvo chances para asegurar. Los aurinegros soñaron en las pelotas quietas y siguieron vivos.

DE PELICULA...

La reacción levantó vuelo en el notable arranque del segundo tiempo. Olivera combinó en zona central para la euforia de Peñarol en el empate de Martinuccio. El delantero descargó el grito de gol y creció la esperanza. Tanto que la onda expansiva arrasó en el golazo de Juan Manuel Olivera. Aguiar desbordó en el flanco zurdo, centro y Olivera a la cabeza en el 2:1. Golazo. No tuvo tiempo ni para pensar en los penales en el resultado transitorio.

Falcao cambió con Tinga y Goularte. Peñarol acentuó su ambición. Freitas levantó el derechazo en otra notable asistencia de Mier.

El partido se presentó a pedido del mirasol. Internacional se adelantó con todo y el contragolpe invitaba a Peñarol. El enorme despliegue de Martinuccio y Mier conectaron el gran circuito.

Valdez despejó en la línea la arremetida del argentino Bolatti en una acción donde su compatriota D' Alessandro descargó su alta técnica.

VALDEZ: CONTRACTURA EN LA RESISTENCIA

Valdez se lesionó - salió rengueando por una contractura- y Emiliano Albín ingresó en el lateral izquierdo. Los Rodríguez, Guillermo y Darío, a la zaga. "Leones" en la arremetida rival.

Rafael Sobis en la tensión del equipo brasileño. El argentino Bolatti calzó la derecha y la pelota voló por encima del horizontal.

Nicolás Domingo a la resistencia en lugar de Mier. Peñarol aguantó con todo. Falcao acumuló atacantes y los 50.000 brasileños en las tribunas, "hirvieron" de bronca.

Sosa formidable atajó un pelotazo peligroso de D' Alessandro. La presión del Inter encontró la solidez de Peñarol.

Cinco minutos adicionales... La cabeza de Damiäo en el palo. Pasaron tres minutos y la ventaja también en los goles de visitante vislumbró el avance en la Copa. Las cuentas no fueron necesarias. Se adueñó de la fiesta con las razones históricas. "Me saco el sombrero con el jugador uruguayo" dijo una y otra vez el argentino Guiñazu, en el empate de ida en el Centenario. El reconocimiento reflejó fielmente, además de las condiciones naturales, la entereza frente a la adversidad. Se cruzará con Universidad Católica de Chile que dejó en el camino a Gremio; 2:1 en Porto Alegre. y 1:0 en Santiago. Volvió a la Copa y siguió con el sabor más dulce, entre los ocho mejores. A lo Peñarol...

INTERNACIONAL 1:2 PEÑAROL

Cancha: Estadio "Beira Río" (Porto Alegre). Jueces: Enrique Oses, Francisco Mondría y Juan Maturana (Terna de Chile).

INTERNACIONAL: Renan; Nei (72' Rafael Sobis), Bolívar, Rodrigo, Kleber; Mario Bolatti, Pablo Guiñazu, Andrezinho, (57' Tinga) Andrés D'Alessandro; Oscar (57' Ricardo Goulart) y Leandro Damião. Director Técnico: Paulo Roberto Falcao. Suplentes:Muriel, Indio, Juan y Fernando Cavenaghi.

PEÑAROL: Sebastián Sosa; Alejandro González, Carlos Valdez (71' Emiliano Albín), Guillermo Rodríguez, Darío Rodríguez; Matías Corujo, Nicolás Freitas, Luis Aguiar, Matías Mier (79' Nicolás Domingo), Juan Manuel Olivera y Alejandro Martinuccio (90' Edison Torres). Director Técnico: Diego Aguirre. Suplentes: Fabián Carini, Antonio Pacheco, Fabián Estoyanoff y Diego Alonso.

Goles: 1' Oscar (I), 46' Alejandro Martinuccio (P) y 51' Juan Manuel Olivera (P).

Tarjetas amarillas: 7' Nicolás Freitas (P), 57' Andrés D' Alessandro (I), 67' Luis Aguiar (P).y 90' Nicolás Domingo (P).

Definición: El jueves 28 de abril empataron 1:1 en el Estadio Centenario. Peñarol ganó cuatro de los seis puntos.

De: http://www.tenfieldigital.com.uy/

domingo, 1 de maio de 2011

Flamengo domina o Rio de Janeiro


Na tarde deste domingo, o Flamengo venceu o Vasco da Gama nos penaltis por 3 a 1, após empate por 0 a 0 no tempo normal, com 33.946 pagantes no Estádio do Engenhão. Com o título da Taça Rio (segundo turno do Campeonato Carioca), o Rubro-Negro acabou conquistando o título estadual (já havia sagrado-se campeão da Taça Guanabara, primeiro turno do Campeonato Carioca).

ANO - CAMPEÃO

1906 - Fluminense
1907 - Botafogo / Fluminense
1908 - Fluminense
1909 - Fluminense
1910 - Botafogo
1911 - Fluminense
1912 - Paysandu (Liga Metropolitana de Sports Athleticos) / Botafogo (AFRJ)
1913 - América
1914 - Flamengo
1915 - Flamengo
1916 - América
1917 - Fluminense
1918 - Fluminense
1919 - Fluminense
1920 - Flamengo
1921 - Flamengo
1922 - América
1923 - Vasco
1924 - Vasco (Liga Metropolitana de Desportos Terrestres) / Fluminense (Associação Metropolitana de Esportes Athleticos)
1925 - Flamengo
1926 - São Cristóvão
1927 - Flamengo
1928 - América
1929 - Vasco
1930 - Botafogo
1931 - América
1932 - Botafogo
1933 - Botafogo (Associação Metropolitana de Esportes Athleticos) / Bangu (Liga Carioca de Futebol)
1934 - Botafogo (Associação Metropolitana de Esportes Athleticos) / Vasco (Liga Carioca de Futebol)
1935 - América (Liga Carioca de Futebol) / Botafogo (Federação Metropolitana de Desportos)
1936 - Fluminense (Liga Carioca de Futebol) / Vasco (Federação Metropolitana de Desportos)
1937 - Fluminense
1938 - Fluminense
1939 - Flamengo
1940 - Fluminense
1941 - Fluminense
1942 - Flamengo
1943 - Flamengo
1944 - Flamengo
1945 - Vasco
1946 - Fluminense
1947 - Vasco
1948 - Botafogo
1949 - Vasco
1950 - Vasco
1951 - Fluminense
1952 - Vasco
1953 - Flamengo
1954 - Flamengo
1955 - Flamengo
1956 - Vasco
1957 - Botafogo
1958 - Vasco
1959 - Fluminense
1960 - América
1961 - Botafogo
1962 - Botafogo
1963 - Flamengo
1964 - Fluminense
1965 - Flamengo
1966 - Bangu
1967 - Botafogo
1968 - Botafogo
1969 - Fluminense
1970 - Vasco
1971 - Fluminense
1972 - Flamengo
1973 - Fluminense
1974 - Flamengo
1975 - Fluminense
1976 - Fluminense
1977 - Vasco
1978 - Flamengo
1979 - Flamengo (Campeonato Carioca Especial) / Flamengo
1980 - Fluminense
1981 - Flamengo
1982 - Vasco
1983 - Fluminense
1984 - Fluminense
1985 - Fluminense
1986 - Flamengo
1987 - Vasco
1988 - Vasco
1989 - Botafogo
1990 - Botafogo
1991 - Flamengo
1992 - Vasco
1993 - Vasco
1994 - Vasco
1995 - Fluminense
1996 - Flamengo
1997 - Botafogo
1998 - Vasco
1999 - Flamengo
2000 - Flamengo
2001 - Flamengo
2002 - Fluminense
2003 - Vasco
2004 - Flamengo
2005 - Fluminense
2006 - Botafogo
2007 - Flamengo
2008 - Flamengo
2009 - Flamengo
2010 - Botafogo
2011 - Flamengo

REFERÊNCIAS

Del Potro conquista o ATP 250 de Estoril


Neste domingo, 1º de maio, Dia Internacional do Trabalhador, o tenista argentino Juan Martín Del Potro conquistou o título do ATP 250 de Estoril, em Portugal. O campeão do US Open de 2009 não teve muito trabalho para derrotar o espanhol Fernando Verdasco, número 15 do ranking mundial, por duplo 6-2. Com o título em Portugal, o tenista sul-americano deve entrar no Top 40 do ranking da ATP. A seguir, todos os campeões do ATP de Estoril:






ANO - CAMPEÃO

1990 - Emilio Sanchez (ESP)
1991 - Sergi Bruguera (ESP)
1992 - Carlos Costa (ESP)
1993 - Andrei Medvedev (UCR)
1994 - Carlos Costa (ESP)
1995 - Thomas Muster (AUT)
1996 - Thomas Muster (AUT)
1997 - Alex Corretja (ESP)
1998 - Alberto Berasategui (ESP)
1999 - Albert Costa (ESP)
2000 - Carlos Moya (ESP)
2001 - Juan Carlos Ferrero (ESP)
2002 - David Nalbandian (ARG)
2003 - Nikolay Davydenko (RUS)
2005 - Gastón Gaudio (ARG)
2006 - David Nalbandian (ARG)
2007 - Novak Djokovic (SER)
2008 - Roger Federer (SUI)
2009 - Albert Montañes (ESP)
2010 - Albert Montañes (ESP)
2011 - Juan Martín Del Potro (ARG)

FOTO: AP

REFERÊNCIAS

COLABORAÇÃO: Vitor Bueno @bueninho6991