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quarta-feira, 27 de julho de 2011

Com dois gols de pênalti nos acréscimos, Marseille vence Lille e fica com o troféu da Supercopa da França


Disputada nesta quarta-feira, no Marrocos, a Supercopa da França (ou para os franceses Trophée des champions) teve um final emocionante e polêmico.

Lille, campeão do Campeonato Francês 2010/2011 e Olympique de Marselha, campeão da Copa da França da mesma temporada, fizeram um duelo atípico, que teve nada mais nada menos que nove gols.

Logo aos 9 minutos de jogo, Florent Balmont fez 1 a 0 para o Lille. O placar ficou assim durante toda a primeira etapa. No segundo tempo, Hazard ampliou para o time de vermelho, aos 12 minutos. Aos 26, Andre Ayew diminuiu para o Olympique de Marselha, mas logo na saída de bola, Moussa Sow fez o terceiro gol do Lille.

A partir dos 40 minutos do segundo tempo, o jogo ficou quente, quando Jeremy Morel colocou o Marseille de volta na partida. Aos 42 Rémy empatou a partida em 3 a 3.

Aos 89, o ábitro viu pênalti dentro da área do Lille ( o que não pareceu), expulsando o camaronês Chedjou. Ayew bateu e fez o gol, uma impressionante virada. Mas não acabou!

Dois minutos depois, o montenegrino Marko Basa empatou de cabeça: 4 a 4. Aí parecia que não teria jeito, a partida iria para os pênaltis. Mas o nosso amigo, o árbitro marroquino Bouchaib El Ahrach viu um pênalti inexistente novamente para o Olympique. Depois de muitas reclamações por parte dos jogadores do Lille, Andre Ayew foi para a cobrança, e quando a bola balançou a rede, o juiz apitou o final da partida.

Em um jogo espetacular e emocionante em seu final, e também com uma bela ajuda da arbitragem, o Olympique de Marselha se sagrou bicampeão. Os jogadores do Lille se recusaram a subir no palco montado para receberem as medalhas, e apenas seu capitão, Rio Mavuba, foi pegá-las, colocou-ás numa bandeja, reclamou bastante e foi embora.

Todos os campeões da Supercopa da França:

ANO - CAMPEÃO

1949 - Stade de Reims
1955 - Stade de Reims
1956 - Sedan
1957 - Saint-Étienne
1958 - Stade Reims
1959 - Le Havre
1960 - Stade de Reims
1961 - Monaco
1962 - Saint-Étienne
1965 - Nantes
1966 - Stade de Reims
1967 - Saint-Étienne
1968 - Saint-Étienne
1969 - Saint-Étienne
1970 - Nice
1971 - Olympique de Marselha e Rennes (título dividido)
1972 - Bastia
1973 - Lyon
1985 - Monaco
1986 - Bordeaux
1995 - Paris Saint-Germain
1997 - Monaco
1998 - Paris Saint-Germain
1999 - Nantes
2000 - Monaco
2001 - Nantes
2002 - Lyon
2003 - Lyon
2004 - Lyon
2005 - Lyon
2006 - Lyon
2007 - Lyon
2008 - Bordeaux
2009 - Bordeaux
2010 - Olympique de Marselha
2011 - Olympique de Marselha

FOTO: Panoramic

REFERÊNCIAS

domingo, 24 de julho de 2011

URUGUAY: El más grande de América


A Celeste Olímpica agora é 15 vezes campeã da Copa América!! Desculpem, mas não consigo escrever muita coisa. Campeões da competição:

ANO - CAMPEÃO - VICE

1916 - URUGUAY - Argentina
1917 - URUGUAY - Argentina
1919 - Brasil - Uruguay
1920 - URUGUAY - Argentina
1921 - Argentina - Brasil
1922 - Brasil - Paraguai
1923 - URUGUAY - Argentina
1924 - URUGUAY - Argentina
1925 - Argentina - Brasil
1926 - URUGUAY - Argentina
1927 - Argentina - Uruguay
1929 - Argentina - Paraguai
1935 - URUGUAY - Argentina
1937 - Argentina - Brasil
1939 - Peru - Brasil
1941 - Argentina - Uruguay
1942 - URUGUAY - Argentina
1945 - Argentina - Brasil
1946 - Argentina - Brasil
1947 - Argentina - Paraguai
1949 - Brasil - Uruguay
1953 - Paraguai - Argentina
1955 - Argentina - Chile
1956 - URUGUAY - Chile
1957 - Argentina - Brasil
1959 - URUGUAY - Argentina
1959* - Argentina - Brasil
1963 - Bolívia - Paraguai
1967 - URUGUAY - Argentina
1975 - Peru - Colômbia
1979 - Paraguai - Chile
1983 - URUGUAY - Brasil
1987 - URUGUAY - Chile
1989 -Brasil - Uruguay
1991 - Argentina - Brasil
1993 - Argentina - México
1995 - URUGUAY - Brasil
1997 - Brasil - Bolívia
1999 - Brasil - Uruguay
2001 - Colômbia - México
2004 - Brasil - Argentina
2007 - Brasil - Argentina
2011 - URUGUAY - Paraguai

* Neste ano, foi disputado um torneio extra da Copa América

Das 15 conquistas do Uruguay na Copa América, 10 foram em cima da Argentina, seu maior rival. Nas 8 primeiras conquistas da Celeste, os argentinos foram os vice-campeões.

URUGUAY - 15 títulos
Argentina - 14 títulos
Brasil - 8 títulos
Paraguai e Peru - 2 títulos
Bolívia e Colômbia - 1 título

Cadel Evans é o grande vencedor do Tour de France 2011


A briga pela camisa amarela já não existia mais. No sábado, o australiano Cadel Evans havia feito um contra-relógio espetacular, apesar de ter chegado em segundo, mas ele foi arrasador. Estava 57 segundos atrás do luxemburguês Andy Schleck, primeiro colocado no geral, e, mostrando muita inspiração, colocou mais de um minuto na frente do atleta da Leopard-Trek.

A 21ª e última etapa, a deste domingo, não serviria para Andy Schleck ultrapassar Evans, pois tradicionalmente não há disputa pela primeira colocação geral, portanto Cadel Evans, da BMC, é o grande vencedor do Tour de France 2011.

Nesta última etapa, onde os atletas dão voltas por Paris, serviu para a decisão da camisa verde, ou seja, o vencedor da etapa. No sprint final, como não é difícil imaginar, o britânico Mark Cavendish foi sensacional mais uma vez e chegou em primeiro na briga pela camisa verde, a classificação por pontos. Foi a 20ª vitória de Cavendish em etapas do Tour de France, e a primeira vez que ele termina a competição com a camisa verde.

Na classificação geral, Cadel Evans terminou em primeiro, Andy Schleck em segundo e seu irmão mais velho, Frank Schlek, terminou em terceiro. Quem terminou com a camisa branca com bolinhas (para o melhor atleta nas montanhas) foi o espanhol da equipe basca Euskaltel, Samuel Sánchez. O melhor atleta jovem (até 25 anos) foi o francês Bernard Rolland, da Europcar, que ganhou a camisa branca. A melhor equipe do Tour foi a Garmin-Cervelo.

Mark Cavendish, com a camisa verde e Cadel Evans com a camisa amarela
Foto: Reuters

Todos os vencedores da volta ciclística mais importante do mundo:

ANO - VENCEDOR

1903 - Maurice Garin (FRA)
1904 - Henri Cornet (FRA)
1905 - Louis Trousselier (FRA)
1906 - René Pottier (FRA)
1907 - Lucien Petit-Breton (FRA)
1908 - Lucien Petit-Breton (FRA)
1909 - François Faber (LUX)
1910 - Octave Lapize (FRA)
1911 - Gustave Garrigou (FRA)
1912 - Odile Defraye (BEL)
1913 - Philippe Thys (BEL)
1914 - Philippe Thys (BEL)

1915- 1918 NÃO FOI DISPUTADO DEVIDO À PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL

1919 - Firmin Lambot (BEL)
1920 - Philippe Thys (BEL)
1921 - Léon Scieur (BEL)
1922 - Firmin Lambot (BEL)
1923 - Henri Pélissier (FRA)
1924 - Ottavio Bottecchia (ITA)
1925 - Ottavio Bottecchia (ITA)
1926 - Lucien Buysse (BEL)
1927 - Nicolas Frantz (LUX)
1928 - Nicolas Frantz (LUX)
1929 - Maurice De Waele (BEL)
1930 - André Leducq (FRA)
1931 - Antonin Magne (FRA)
1932 - André Leducq (FRA)
1933 - Georges Speicher (FRA)
1934 - Antonin Magne (FRA)
1935 - Romain Maes (BEL)
1936 - Sylvere Maes (BEL)
1937 - Roger Lapébie (FRA)
1938 - Gino Bartali (ITA)
1939 - Sylvere Maes (BEL)

1940 - 1946 NÃO FOI DISPUTADO DEVIDO À SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

1947 - Jean Robic (FRA)
1948 - Gino Bartali (ITA)
1949 - Fausto Coppi (ITA)
1950 - Ferdi Kubler (SUI)
1951 - Hugo Koblet (SUI)
1952 - Fausto Coppi (ITA)
1953 - Louison Bobet (FRA)
1954 - Louison Bobet (FRA)
1955 - Louison Bobet (FRA)
1956 - Roger Walkowiak (FRA)
1957 - Jacques Anquetil (FRA)
1958 - Charly Gaul (LUX)
1959 - Federico Bahamontes (ESP)
1960 - Gastone Nencini (ITA)
1961 - Jacques Anquetil (FRA)
1962 - Jacques Anquetil (FRA)
1963 - Jacques Anquetil (FRA)
1964 - Jacques Anquetil (FRA)
1965 - Felice Gimondi (ITA)
1966 - Lucien Aimar (FRA)
1967 - Roger Pingeon (FRA)
1968 - Jan Janssen (HOL)
1969 - Eddy Merckx (BEL)
1970 - Eddy Merckx (BEL)
1971 - Eddy Merckx (BEL)
1972 - Eddy Merckx (BEL)
1973 - Luis Ocaña (ESP)
1974 - Eddy Merckx (BEL)
1975 - Bernard Thevenet (FRA)
1976 - Lucien Van Impe (BEL)
1977 - Bernard Thevenet (FRA)
1978 - Bernard Hinault (FRA)
1979 - Bernard Hinault (FRA)
1980 - Joop Zoetemelk (HOL)
1981 - Bernard Hinault (FRA)
1982 - Bernard Hinault (FRA)
1983 - Laurent Fignon (FRA)
1984 - Laurent Fignon (FRA)
1985 - Bernard Hinault (FRA)
1986 - Greg LeMond (EUA)
1987 - Stephen Roche (IRL)
1988 - Pedro Delgado (ESP)
1989 - Greg LeMond (EUA)
1990 - Greg LeMond (EUA)
1991 - Miguel Induráin (ESP)
1992 - Miguel Induráin (ESP)
1993 - Miguel Induráin (ESP)
1994 - Miguel Induráin (ESP)
1995 - Miguel Induráin (ESP)
1996 - Bjarne Riis (DIN)
1997 - Jan Ullrich (ALE)
1998 - Marco Pantani (ITA)
1999 - Lance Armstrong (EUA)
2000 -Lance Armstrong (EUA)
2001 - Lance Armstrong (EUA)
2001 - Lance Armstrong (EUA)
2003 - Lance Armstrong (EUA)
2004 - Lance Armstrong (EUA)
2005 - Lance Armstrong (EUA)
2006 - Oscar Pereiro (ESP)
2007 - Alberto Contador (ESP)
2008 - Carlos Sastre (ESP)
2009 - Alberto Contador (ESP)
2010 - Alberto Contador (ESP)
2011 - Cadel Evans (AUS)

REFERÊNCIAS

Gilles Simon conquista o ATP 500 de Hamburgo


Neste domingo foi disputada a final do ATP 500 de Hamburgo, entre o francês Gilles Simon e o espanhol Nicolás Almagro. Grande jogo, com games bastante disputados.

No primeiro set, Simon quebrou o saque do Almagro, fazendo 3-2. O espanhol tentou, mas não conseguiu reagir e o francês fechou o primeiro set em 6-4.

Na segunda parcial, Almagro quebrou o saque de Simon logo no começo, mas o francês devolveu a quebra no quinto game, confirmou e quebrou o saque do Almagro novamente, fazendo 4 a 3. Simon sacou para confirmar a quebra, mas Almagro não deixou e ganhou o game: 4-4. O espanhol confirmou o serviço e quebrou de novo o francês, fechando em 6-4 e empatando a partida em um set a um.

Logo no primeiro game do terceiro set, o Simon teve vários break points e aproveitou. O francês confirmou a quebra e abriu 2 a 0. Assim, Gilles Simon foi cadenciando o jogo, com games muito duros, mas conseguiu conservar a vantagem e fechou em novo 6-4, vencendo a partida e se sagrando campeão do torneio de Hamburgo.

A seguir, todos os campeões:

ANO - CAMPEÃO

1968 - John Newcombe (AUS)
1969 - Tony Roche (AUS)
1970 - Tom Okker (HOL)
1971 - Andrés Gimeno (ESP)
1972 - Manuel Orantes (ESP)
1973 - Eddie Dibbs (EUA)
1974 - Eddie Dibbs (EUA)
1975 - Manuel Orantes (ESP)
1976 - Eddie Dibbs (EUA)
1977 - Paolo Bertolucci (ITA)
1978 - Guillermo Vilas (ARG)
1979 - José Higueras (ESP)
1980 - Harold Salomon (EUA)
1981 - Peter McNamara (AUS)
1982 - José Higueras (ESP)
1983 - Yannick Noah (FRA)
1984 - Juan Aguilera (ESP)
1985 - Miloslav Mecir (TCH)*
1986 - Henri Leconte (FRA)
1987 - Ivan Lendl (TCH)**
1988 - Kent Carlsson (SUE)
1989 - Ivan Lendl (TCH)
1990 - Juan Aguilera (ESP)
1991 - Karel Novacek (TCH)**
1992 - Stefan Edberg (SUE)
1993 - Michael Stich (ALE)
1994 - Andrei Medvedev (UCR)
1995 - Andrei Medvedev (UCR)
1996 - Roberto Carretero (ESP)
1997 - Andrei Medvedev (UCR)
1998 - Albert Costa (ESP)
1999 - Marcelo Ríos (CHI)
2000 - Gustavo Kuerten (BRA)
2001 - Albert Portas (ESP)
2002 - Roger Federer (SUI)
2003 - Guillermo Coria (ARG)
2004 - Roger Federer (SUI)
2005 - Roger Federer (SUI)
2006 - Tommy Robredo (ESP)
2007 - Roger Federer (SUI)
2008 - Rafael Nadal (ESP)
2009 - Nikolay Davydenko (RUS)
2010 - Andrey Golubev (CAZ)
2011 - Gilles Simon (FRA)

*Eslovaco
**Tcheco

REFERÊNCIAS

sábado, 23 de julho de 2011

Schalke 04 é supercampeão alemão


Neste sábado, o Schalke 04 conquistou a Supercopa da Alemanha, e contra o seu maior rival, o Borussia Dortmund. O clube de Dortmund é o atual campeão do Campeonato Alemão, enquanto o Schalke, por sua vez, foi campeão da Copa da Alemanha.

Com o empate de 0 a 0 no tempo normal, a partida foi para os pênaltis e o goleiro Fahrmann, substituto de Manuel Neuer (que se transferiu para o Bayern de Munique) se consagrou, defendendo duas cobranças e dando o título para o Schalke 04.

Abaixo, todos os campeões da Supercopa da Alemanha:

ANO - CAMPEÃO

1987 - Bayern de Munique
1988 - Werder Bremen
1989 - Borussia Dortmund
1990 - Bayern de Munique
1991 - Kaiserslautern
1992 - Stuttgart
1993 - Werder Bremen
1994 - Werder Bremen
1995 - Borussia Dortmund
1996 - Borussia Dortmund
2010 - Bayern de Munique
2011 - Schalke 04

FOTO: AP

REFERÊNCIAS

domingo, 17 de julho de 2011

Japão derrota os Estados Unidos na grande final da Copa do Mundo de Futebol Feminino


Neste domingo, na final da Copa do Mundo de Futebol Feminino, disputada em Frankfurt, na Alemanha, o Japão venceu a toda-poderosa seleção estadunidense e sagrou-se pela primeira vez campeã mundial.

As japonesas já haviam aprontado pra cima da Alemanha nas quartas de final, e da Suécia, na semifinal. Foi a vez de encarar mais uma seleção fortíssima: os Estados Unidos.

O placar só foi aberto aos 24 minutos do segundo tempo, quando Morgan anotou para as estadunidenses. Aos 36 minutos, Miyama empatou para as asiáticas. O jogo foi para a prorrogação, e aos 14 minutos do primeiro tempo, a grandalhona Wambach deixou novamente os EUA na frente. Mas aos 12 do segundo tempo o Japão empatou novamente com Homare Sawa e a decisão foi para os pênaltis.

Nas penalidades, as jogadoras estadunidenses desperdiçaram três cobranças e o Japão venceu por 3-1, dando o primeiro título da Copa do Mundo Feminina para o continente asiático. Abaixo, todos os campeões:

ANO - CAMPEÃO - VICE - 3º LUGAR - 4º LUGAR

1991 - Estados Unidos - Noruega - Suécia - Alemanha
1995 - Noruega - Alemanha - Estados Unidos - China
1999 - Estados Unidos - China - Brasil - Noruega
2003 - Alemanha - Suécia - Estados Unidos - Canadá
2007 - Alemanha - Brasil - Estados Unidos - Noruega
2011 - Japão - Estados Unidos - Suécia - França

FOTO: Reuters

REFERÊNCIAS

segunda-feira, 11 de julho de 2011

México é campeão da Copa do Mundo sub-17 de Futebol


Na decisão da Copa do Mundo sub-17 de futebol, ocorrida neste domingo, a seleção mexicana venceu o Uruguai pelo placar de 2 a 0, em casa, no Estádio Azteca lotado com 100 mil fanáticos torcedores da Tricolor. Foi o segundo título mundial do México, que abriu 1 a 0 aos 31 minutos do primeiro tempo, com Antonio Briseño. O segundo gol saiu nos acréscimos da etapa final, aos 47 minutos, quando, num contra-ataque mortal, Giovani Casillas fechou o placar, fazendo 2 a 0 na Celeste, que tentava empatar. Título merecido ao México, que terminou o torneio com 100% de aproveitamento e que tem tradição na categoria.

Abaixo, a lista dos campeões do Mundial sub-17 de Futebol:

ANO - CAMPEÃO - VICE-CAMPEÃO - 3º lugar

1985 - Nigéria - Alemanha - Brasil
1987 - União Soviética - Nigéria - Costa do Marfim
1989 - Arábia Saudita - Escócia - Portugal
1991 - Gana - Espanha - Argentina
1993 - Nigéria - Gana - Chile
1995 - Gana - Brasil - Argentina
1997 - Brasil - Gana - Espanha
1999 - Brasil - Austrália - Gana
2001 - França - Nigéria - Burkina Faso
2003 - Brasil - Espanha - Argentina
2005 - México - Brasil - Holanda
2007 - Nigéria - Espanha - Alemanha
2009 - Suíça - Nigéria - Espanha
2011 - México - Uruguai - Alemanha

FOTO: Mexport

REFERÊNCIAS

domingo, 10 de julho de 2011

Lituânia conquista o título do Mundial sub-19 de Basquete


A Lituânia conquistou o inédito título do Mundial sub-19 de basquete neste domingo. Na final, os lituanos, liderados pelo espetacular pivô Jonas Valanciunas, escolhido pelo Toronto Raptors no draft da NBA, venceram a boa seleção da Sérvia, por 85 a 67.

O campeonato é disputado na Letônia, vizinha da Lituânia (por isso a fanática torcida lituana lotou o ginásio em todos os jogos de sua seleção). O terceiro lugar ficou com a Rússia, que venceu a Argentina por 77 a 72, conquistando a medalha de bronze. A Rússia, que eliminou a toda-poderosa seleção dos Estados Unidos nas quartas de final, antes de perder para a Lituânia na semifinal.

Os estadunidenses ficaram em 5º lugar, a Austrália em 6º, Polônia em 7º, Croácia em 8º, Brasil em 9º, Letônia em 10º, Canadá em 11º e Egito em 12º.

A seguir, os campeões do Campeonato Mundial sub-19 de Basquetebol:

ANO - CAMPEÃO - VICE - 3º lugar

1979 - EUA - Brasil - Argentina
1983 - EUA - União Soviética - Brasil
1987 - Iugoslávia - EUA - Itália
1991 - EUA - Itália - Argentina
1995 - Grécia - Austrália - Espanha
1999 - Espanha - EUA - Croácia
2003 - Austrália - Lituânia - Grécia
2007 - Sérvia - EUA - França
2009 - EUA - Grécia - Croácia
2011 - Lituânia - Sérvia - Rússia

FOTO: Divulgação

REFERÊNCIAS

Rússia bate o Brasil e se sagra campeã da Liga Mundial de Vôlei


Neste domingo a Rússia venceu o Brasil por 3 sets a 2 na final da Liga Mundial de Vôlei, adiando o sonho brasileiro de se tornar decacampeão do torneio. A final foi realizada na cidade de Gdansk, na Polônia (país que sediou a fase final da competição).

O Brasil venceu o primeiro set por 25/23, os russos reagiram e viraram (27/25 e 25/23), os brasileiros empataram, fechando a quarta parcial em 25/22, mas a Rússia venceu o quinto set (tiebreak) por 15/11 e se saiu vitoriosa, conquistando seu segundo título da Liga Mundial de Voleibol. Abaixo, todos os campeões da competição:

ANO - CAMPEÃO - VICE - 3º LUGAR - 4º LUGAR

1990 - Itália - Holanda - Brasil - União Soviética
1991 - Itália - Cuba - União Soviética - Holanda
1992 - Itália - Cuba - Estados Unidos - Holanda
1993 - Brasil - Rússia - Itália - Cuba
1994 - Itália - Cuba - Brasil - Bulgária
1995 - Itália - Brasil - Cuba - Rússia
1996 - Holanda - Itália - Rússia - Cuba
1997 - Itália - Cuba - Rússia - Holanda
1998 - Cuba - Rússia - Holanda - Itália
1999 - Itália - Cuba - Brasil - Rússia
2000 - Itália - Rússia - Brasil - Iugoslávia
2001 - Brasil - Itália - Rússia - Iugoslávia
2002 - Rússia - Brasil - Iugoslávia - Itália
2003 - Brasil - Sérvia e Montenegro - Itália - República Tcheca
2004 - Brasil - Itália - Sérvia e Montenegro - Bulgária
2005 - Brasil - Sérvia e Montenegro - Cuba - Polônia
2006 - Brasil - França - Rússia - Bulgária
2007 - Brasil - Rússia - Estados Unidos - Polônia
2008 - Estados Unidos - Sérvia - Rússia - Brasil
2009 - Brasil - Sérvia - Rússia - Cuba
2010 - Brasil - Rússia - Sérvia - Cuba
2011 - Rússia - Brasil - Polônia - Argentina

FOTO: divulgação / FIVB

REFERÊNCIAS

sábado, 9 de julho de 2011

FUTEBOL: ÁLEX AGUINAGA

Nascido na cidade de Ibarra, no Equador, em 9 de julho de 1968, Álex Darío Aguinaga Garzón, conhecido como Álex Aguinaga, foi um dos maiores jogadores da história do Equador e um dos grandes craques que a América do Sul já produziu. Um meio-campista clássico, com inteligência, visão de jogo, passes precisos, que lhe renderam o apelido de "El Maestro".

Em 1984, aos 16 anos, estreou pela equipe profissional do Deportivo Quito. No ano seguinte já estava disputando o Sul-Americano Sub-17 pela seleção equatoriana. Em 1989, foi convocado pela seleção principal de seu país para a Copa América no Brasil. O já camisa 10 de sua seleção foi eleito a revelação do torneio. Além disso, em 1989, foi eleito para a Seleção da América, como um dos onze melhores do continente.

Sabendo do talento do equatoriano, os maiores clubes da Europa tentaram levá-lo, como Milan, Barcelona e Real Madrid. Mas quem conseguiu contratá-lo foi o Necaxa, do México. Claro que Aguinaga tinha potencial para jogar nas melhores ligas europeias, mas o Campeonato Mexicano também já era muito bom. E foi lá que Aguinaga fez sucesso e se consagrou.

Ainda pela seleção equatoriana, disputou a Copa América de 1993 em casa, e chegou à semifinal, terminando a competição em 4º lugar. Nesta campanha do Equador, Aguinaga marcou gol na vitória por 6 a 1 contra a Venezuela e na vitória por 2 a 1 contra o Uruguai, ambas na primeira fase.

No Necaxa, Aguinaga jogou durante 14 anos, conquistando a Recopa da CONCACAF em 1994; a Copa do México, o Campeonato Mexicano e a Supercopa Mexicana em 1995; o Campeonato Mexicano de 1996; o Campeonato Mexicano (Inverno) em 1998; a Copa dos Campeões da CONCACAF em 1999 e o terceiro lugar no Mundial de Clubes disputado no Brasil, em 2000. E foi eleito o melhor jogador da década de 90 no México.

Levou o Equador pela primeira vez a uma Copa do Mundo, em 2002. "La Tri", como é chamada a seleção equatoriana, caiu na primeira fase do mundial, perdendo dois jogos e vencendo um. Sua última partida pela seleção equatoriana foi na Copa América de 2004, curiosamente contra o México.

Em 2003 ele saiu do Necaxa e jogou meia temporada pelo Cruz Azul. Voltou ao Equador em 2004, onde jogou pela LDU de Quito até o Torneio Clausura de 2005, sendo campeão do Apertura do mesmo ano. Seu jogo de despedida do futebol foi em outubro de 2007, no Estádio Olímpico Atahualpa, em Quito, num combinado Equador vs Amigos de Aguinaga.

Disputou 109 partidas com a camisa da seleção do Equador e marcou 23 gols. Um dos maiores craques dos anos 90 e que hoje completa 43 anos de idade.


FOTOS: Mexsport (foto 2)

REFERÊNCIAS

segunda-feira, 4 de julho de 2011

FUTEBOL: ALFREDO DI STÉFANO

Nascido em 4 de julho de 1926, Alfredo Di Stéfano Laulhe começou a jogar futebol desde pequeno, no Sportivo Barracas, clube do bairro onde nasceu e morava. Aos 15 anos começou a jogar pelas categorias de base do River Plate. Estreou pelo time principal em 1945, e só jogou uma partida, logo sendo emprestado ao Huracán. Voltou ao River em 1947, para conquistar o Campeonato Argentino, e foi convocado para a seleção nacional, sendo campeão do Sul-Americano no mesmo ano.

No ano seguinte, decidiu sair do clube argentino insatisfeito com o salário que recebia, e foi se aventurar na "liga pirata" colombiana, que não era reconhecida pela FIFA, pois não repassava as taxas obrigatórias à federação colombiana, e com isso pagava salários astronômicos para a época aos seus craques, que vinham de toda a América do Sul. Di Stéfano jogou no clube que fez mais sucesso na época, cujo nome era justamente Millonários, de Bogotá. Também chegou a jogar pela seleção colombiana.

Após ganhar quatro Campeonatos Colombianos (1949, 1951, 1952, 1953), o já craque Alfredo Di Stéfano era pretendido por dois gigantes do futebol mundial: Barcelona e Real Madrid. Ele jogava pelo Millonários, mas os seus direitos ainda pertenciam ao River Plate. Foi então que seu contrato foi dividido entre os dois clubes espanhóis, e ele jogaria um pouco pelo Barcelona e um pouco pelo Real Madrid. Mas, em uma manobra de cartolagem da Federação Espanhola, quem levou a melhor foi o clube merengue, que ficou com o jogador.

No Real Madrid, o argentino ganhou a alcunha de "Flecha Loira". Jogou naquele super-time que contava com outros craques: Puskas, Gento, Didi, Kopa. De 1953 a 1964, Di Stéfano ganhou oito títulos do Campeonato Espanhol (1954, 1955, 1957, 1958, 1961, 1962, 1963 e 1964), uma Copa da Espanha (1962), cinco Ligas dos Campeões (1956, 1957, 1958, 1959 e 1960) e um Mundial de Clubes (1960).

Lembrando que após chegar à Espanha, tirou cidadania espanhola e jogou pela seleção ibérica, inclusive indo à sua única Copa do Mundo, em 1962, no Chile. Mas, lesionado, nem chegou a disputar uma partida sequer.

Ao sair do Real Madrid, o craque jogou duas temporadas pelo Espanyol de Barcelona, encerrando sua trajetória como jogador em 1966, tendo marcado 818 gols em 1115
jogos que disputou. Mas ainda continuou no futebol, e ainda continua. Virou técnico, foi campeão argentino com o Boca Juniors em 1969 e campeão espanhol com o Valencia, em 1971. Em 2000, o Real Madrid homenageou o ídolo, transformando-o em presidente de honra do clube, cargo que ocupa até hoje.

Bem, hoje é aniversário de 85 anos desse mito, que é comparado com Maradona, e alguns dizem que foi melhor até que Pelé, e por isso decidi homenageá-lo dessa forma simples, contando um resumo de sua biografia, para que todos que gostam de futebol e ainda não sabem quem foi esse monstro, conheçam um pouco de Don Alfredo Di Stéfano.

No jardim de sua luxuosa casa, em Madrid, o busto de uma bola com a inscrição: "Gracias, Vieja"


REFERÊNCIAS
Ribeiro, André & Lemos, Vladir. A Magia da Camisa 10. Campinas, Verus Editora, 2006.