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sábado, 31 de março de 2012

Agnieszka Radwanska vence o WTA de Miami após vitória contra Sharapova



Na tarde deste sábado, a polonesa Agnieszka Radwanska, nº 4 do ranking, derrotou a russa Maria Sharapova, nº 2, na final do WTA de Miami e se sagrou campeã do torneio na Florida.

Radwanska venceu a partida por 2 sets a 0, com parciais de 7-5 e 6-4, em 1h43min. O curioso é que a polonesa quebrou o saque de Sharapova duas vezes no jogo, sendo as duas no último game de cada set.

Sharapova conseguiu muito mais winners que sua rival, 31 a 6, mas em compensação, cometeu 46 erros não forçados, contra apenas 12 de Radwanska.

Abaixo, todas as campeãs do WTA de Miami:

1985 - Martina Navratilova (TCH/EUA)
1986 - Chris Evert (EUA)
1987 - Steffi Graf (ALE)
1988 - Steffi Graf (ALE)
1989 - Gabriela Sabatini (ARG)
1990 - Monica Seles (IUG)
1991 - Monica Seles (IUG)
1992 - Arantxa Sánchez (ESP)
1993 - Arantxa Sánchez (ESP)
1994 - Steffi Graf (ALE)
1995 - Steffi Graf (ALE)
1996 - Steffi Graf (ALE)
1997 - Martina Hingis (SUI)
1998 - Venus Williams (EUA)
1999 - Venus Williams (EUA)
2000 - Martina Hingis (SUI)
2001 - Venus Williams (EUA)
2002 - Serena Williams (EUA)
2003 - Serena Williams (EUA)
2004 - Serena Williams (EUA)
2005 - Kim Clijsters (BEL)
2006 - Svetlana Kuznetsova (RUS)
2007 - Serena Williams (EUA)
2008 - Serena Williams (EUA)
2009 - Victoria Azarenka (BLR)
2010 - Kim Clijsters (BEL)
2011 - Victoria Azarenka (BLR)
2012 - Agnieszka Radwanska (POL)

REFERÊNCIAS
WTA
Wikipédia em Inglês

quinta-feira, 29 de março de 2012

MMA, a barbárie

Por Gianni Carta no site Carta Capital, reproduzido no Blog do Miro:

Eles choram, cozinham, fazem faxina e conversam. São seres humanos como nós. É isso que The Ultimate Fighter, o novo reality sobre os lutadores de MMA (sigla para artes marciais em inglês) quer provar.

O reality é transmitido pela tevê Globo aos domingos à meia-noite. Os 12 remanescentes episódios servirão como um excelente substituto para soníferos. Pelo menos funcionou para mim na estreia, no domingo 25.

Inspirado no Big Brother Brasil, The Ultimate Fighter consegue ser ainda mais fastidioso. Isso porque vemos 32 brutamontes confinados numa casa no Rio de Janeiro. E não tem biquíni. E nem sexo – consta que ontem não houve nenhuma cena de duplas ou grupos se cobrindo com edredons nas suas camas.

Vai saber o que ainda vai rolar naquela casa.

Essas artes marciais envolvem jiu-jitsu e aqueles golpes de luta greco-romana nos quais os valentes lutadores, todos a expor seus torsos nus, ficam enroscados por longos períodos com objetivo de imobilizar o rival. Claro, há momentos mais viris em que trocam socos, cotoveladas, aplicam joelhadas e chutes.

Os 32 atletas do reality são divididos em dois grupos de 16, um capitaneado por Vitor Belfort, o outro por Wanderlei Silva. O prêmio será um contrato para lutar no UFC, o principal campeonato mundial de MMA.

Só haverá uma luta por edição, o que é uma pena para aqueles telespectadores sequiosos por cenas de violência inaudita. Mas pelo menos se contentarão vendo os seus ídolos a jogar pebolim e sinuca, na piscina, a meditar na área zen (alguns deles meditam), e dando murros em sacos de areia. Os atletas só podem sair da casa para inflar ainda mais seus músculos em uma academia.

Não causa maiores surpresas o fato de The Utimate Fighter, lançado nos EUA em 2005, ter sido exportado pela primeira vez para o Brasil. De fato, o pessoal da Globo neste país macdonalizado sequer mudou o título do reality, já que aqui The Ultimate Fighter tem maior impacto nos brasileiros com complexo de vira-lata. Da mesma forma, essa turma agora prefere dizer, ao encomendar uma pizza, “é para delivery”.

Na França, onde o MMA é proibido, a pizza “para entrega”, como se dizia em tempos idos, é ainda “pour emporter”. Mas aqui, como naquele país, temos, felizmente, pessoas sensatas.

Uma delas responde por José Mentor, deputado federal (PT-SP) que quer proibir a cobertura do MMA na tevê. O projeto de lei que propôs em 2009 continua em tramitação na Câmara.

Em recente texto no diário Folha de São Paulo, Mentor lembra que o “MMA não tem a ver com as lutas de judô, taekwondo ou boxe, modalidades com regras previstas em competições olímpicas ou mesmo profissionais.

Mentor lembra, ainda, que Éder Jofre, o bicampeão mundial de boxe, “é um dos veementes opositores do MMA, que tem pouco de esporte e muito de ‘briga de rua’, onde vale tudo”. Mentor escreve que ainda não há levantamentos sobre quantos lutadores de MMA perderam a vida. O deputado sabe, porém, de três casos de mortos, dois deles nos EUA, em 13 anos de luta. Em dezembro, o brasileiro Antônio Rodrigo Nogueira, mais conhecido como o Minotauro, quebrou o braço, no qual foram inseridos 17 pinos metálicos.

Por que Mentor não consegue acabar com o MMA?

De saída, o “esporte” tem enorme audiência. Certamente com inclinações sádicas, os fãs dessa “briga de rua” amam a violência perpetrada por modernos gladiadores. E o UFC, avaliado em mais de 1 bilhão de dólares, e a Globo têm muito poder.

domingo, 25 de março de 2012

Morre jogador de voleibol por parada cardíaca no meio de uma partida



ROMA, Itália (Notimex) - O voleibolista italiano Vigor Bovolenta faleceu depois de sofrer uma parada cardíaca no meio de uma partida de sua equipe, Voley Forli, contra o Lube Macerata na Serie B2 da Itália, depois de sofrer um colapso antes de realizar um saque.

Segundo comentam seus companheiros de equipe, o atleta, que tinha 37 anos, iria sacar quando começou a se sentir mal e caiu no fundo da quadra, enquanto tocava do lado esquerdo de seu peito.

"Me sinto mal, estou caindo, me ajudem", foram as últimas palavras de Bovolenta, a quem os serviços de emergência tentaram reanimar, no entanto, as tentativas para que ele reagisse foram inúteis e ele faleceu ali.

Bovolenta nasceu em Porto Vilo, Itália, teve conquistas na sua carreira como a medalha de prata com a seleção italiana nos Jogos Olímpicos de Atlanta 1996, assim como o campeonato europeu em 1995 na Grécia e a medalha prateada na Eurocopa de 2001.

A tragédia ocorrida na Itália chega uma semana depois da parada cardíaca que sofreu o futebolista congolês do clube inglês Bolton, Fabrice Muamba, no duelo contra o Chelsea pela FA Cup da Inglaterra, ainda que este esteja se recuperando pouco a pouco.

foto: Getty Images


Do site Fox Sports Latinoamérica. Traduzido por Eduardo Vasco.

Sul-Americano de Futebol Feminino Sub-17: Brasil vence o Uruguai e fica com o título continental



A seleção brasileira sub-17 de futebol feminino venceu o Uruguai neste domingo por 1 a 0 na final e se sagrou bicampeã do Campeonato Sul-Americano da categoria, disputado este ano na Bolívia.

As duas seleções já haviam garantido vaga para o Mundial Feminino Sub-17, que será disputado no segundo semestre deste ano no Azerbaijão.

A atacante uruguaia Badell ficou com o prêmio de artilheira do torneio com nove gols marcados (quatro deles num mesmo jogo, na vitória sobre a Argentina).

O torneio é disputado a cada dois anos, e sua primeira edição ocorreu em 2008. Abaixo, todos os campeões:

ANO - SEDE - CAMPEÃO - VICE
2008 - Chile - Colômbia - Brasil
2010 - Brasil - Brasil - Chile
2012 - Bolívia - Brasil - Uruguai

foto: Conmebol
REFERÊNCIAS
Futebol do Uruguai
Wikipedia em Espanhol

Fenerbahçe conquista título inédito da Champions League de Vôlei Feminino



Neste domingo em Baku, no Azarbaijão, o Fenerbahçe da Turquia venceu o Cannes da França na final da Champions League e conquistou pela primeira vez o título europeu de vôlei feminino.

A vitória do time turco, comandado pelo técnico brasileiro José Roberto Guimarães, foi até mais fácil que o imaginado. O Fenerbahçe jogou muito bem e fez 3 sets a 0 pra cima do Cannes, parciais de 25-14, 25-22 e 25-20, em pouco mais de uma hora de jogo.

A ponteira sul-coreana Yeon-Koung Kim foi a maior pontuadora da final, com 23 pontos (51% de eficiência). E ainda por cima ele foi eleita a MVP do torneio.

Abaixo, todos os campeões da Copa dos Campeões da Europa de Vôlei Feminino:

1960/61 - Dinamo Moscou (União Soviética)
1961/62 - Burevestnik Odessa (União Soviética)
1962/63 - Dinamo Moscou (União Soviética)
1963/64 - Levski Sofia (Bulgária)
1964/65 - Dinamo Moscou (União Soviética)
1965/66 - CSKA Moscou (União Soviética)
1966/67 - CSKA Moscou (União Soviética)
1967/68 - Dinamo Moscou (União Soviética)
1968/69 - Dinamo Moscou (União Soviética)
1969/70 - Dinamo Moscou (União Soviética)
1970/71 - Dinamo Moscou (União Soviética)
1971/72 - Dinamo Moscou (União Soviética)
1972/73 - Nim Budapeste (Hungria)
1973/74 - Dinamo Moscou (União Soviética)
1974/75 - Dinamo Moscou (União Soviética)
1975/76 - Ruda Hvezda Praga (Tchecoslováquia)
1976/77 - Dinamo Moscou (União Soviética)
1977/78 - Traktor Schwerin (Alemanha Oriental)
1978/79 - CSKA Sofia (Bulgária)
1979/80 - Ruda Hvezda Praga (Tchecoslováquia)
1980/81 - Uralochka Sverdlovski (União Soviética)
1981/82 - Uralochka Sverdlovski (União Soviética)
1982/83 - Uralochka Sverdlovski (União Soviética)
1983/84 - CSKA Sofia (Bulgária)
1984/85 - ADK Alma-Ata (União Soviética)
1985/86 - CSKA Moscou (União Soviética)
1986/87 - Uralochka Sverdlovski (União Soviética)
1987/88 - Olimpia Teodora Ravenna (Itália)
1988/89 - Uralochka Sverdlovski (União Soviética)
1989/90 - Uralochka Sverdlovski (União Soviética)
1990/91 - Mladost Zagreb (Iugoslávia)
1991/92 - Olimpia Teodora Ravenna (Itália)
1992/93 - Matera (Itália)
1993/94 - Uralochka Ekaterimburgo (Rússia)
1994/95 - Uralochka Ekaterimburgo (Rússia)
1995/96 - Matera (Itália)
1996/97 - Foppapedretti Bérgamo (Itália)
1997/98 - OK Dubrovnik (Croácia)
1998/99 - Foppapedretti Bérgamo (Itália)
1999/00 - Foppapedretti Bérgamo (Itália)
2000/01 - Modena (Itália)
2001/02 - Cannes (França)
2002/03 - Cannes (França)
2003/04 - Tenerife (Espanha)
2004/05 - Foppapedretti Bérgamo (Itália)
2005/06 - Pallavolo Sirio Perugia (Itália)
2006/07 - Foppapedretti Bérgamo (Itália)
2007/08 - Pallavolo Sirio Perugia (Itália)
2008/09 - Volley Bérgamo (Itália)
2009/10 - Volley Bérgamo (Itália)
2010/11 - VakifBank (Turquia)
2011/12 - Fenerbahçe (Turquia)

FOTO: cev.lu
REFERÊNCIAS
Irmãos Mello - Vôlei Sem Fronteiras
Wikipedia em Inglês

segunda-feira, 19 de março de 2012

Morre ex-atleta português Antônio Leitão

O ex-atleta português Antônio Leitão, medalha de bronze nos 5.000 metros rasos nos Jogos Olímpicos de Los Angeles-84, faleceu aos 51 anos no Porto, norte de Portugal, informou a imprensa lusa.

Vítima de hemocromatose, uma doença que afeta o metabolismo do ferro, Leitão é considerado um dos desportistas portugueses mais destacados da década de 80 junto à maratonista Rosa Mota (ouro nos Jogos Olímpicos de 1988 e bronze nos de 1984).

"O atletismo e o esporte português ficaram mais pobres", ressaltou em um comunicado o Benfica, antigo clube do esportista.

O próprio Governo português e Nélson Évora, o melhor atleta português da atualidade, também transmitiram seus pêsames pelo falecimento de Leitão.

Por agência EFE, no site paraguaio ABC. Traduzido por Eduardo Vasco.

domingo, 18 de março de 2012

Federer fatura o título do Masters 1000 de Indian Wells



Na tarde deste domingo, o suíço Roger Federer conquistou pela quarta vez em sua carreira o Masters 1000 de Indian Wells, ao bater na final o gigante estadunidense de 2,06 m, John Isner, por 2 sets a 0, parciais de 7-6 (9-7) e 6-3, em 1h21min de jogo.

Um dado interessante é que o suíço conseguiu mais aces que o estadunidense, especialista neste fundamento: 7 a 4 para Federer. E se não fosse seu saque, Isner não teria chegado tão longe no torneio, e não seria o atual nº 11 do mundo, pois não tem praticamente mais nenhuma artimanha.

Nas semifinais, a zebra John Isner venceu o número um do mundo, Novak Djokovic, enquanto Federer passou por seu grande rival, o espanhol Rafael Nadal.

Esse foi o 19º título de Masters 1000 de Federer, igualando a marca de Nadal. Com esse título, o atual nº 3 do mundo soma agora 73 conquistas na carreira.

Todos os campeões da história do torneio de Indian Wells, que só foi disputado nesta cidade a partir de 1987:

1974 - John Newcombe (AUS)
1975 - John Alexander (AUS)
1976 - Jimmy Connors (EUA)
1977 - Brian Gottfried (EUA)
1978 - Roscoe Tanner (EUA)
1979 - Roscoe Tanner (EUA)
1980 - NÃO HOUVE
1981 - Jimmy Connors (EUA)
1982 - Yannick Noah (FRA)
1983 - José Higueras (ESP)
1984 - Jimmy Connors (EUA)
1985 - Larry Stefanki (EUA)
1986 - Joakim Nystrom (SUE)
1987 - Boris Becker (ALE)
1988 - Boris Becker (ALE)
1989 - Miloslav Mecir (TCH)
1990 - Stefan Edberg (SUE)
1991 - Jim Courier (EUA)
1992 - Michael Chang (EUA)
1993 - Jim Courier (EUA)
1994 - Pete Sampras (EUA)
1995 - Pete Sampras (EUA)
1996 - Michael Chang (EUA)
1997 - Michael Chang (EUA)
1998 - Marcelo Ríos (CHI)
1999 - Mark Philippoussis (AUS)
2000 - Alex Corretja (ESP)
2001 - Andre Agassi (EUA)
2002 - Lleyton Hewitt (AUS)
2003 - Lleyton Hewitt (AUS)
2004 - Roger Federer (SUI)
2005 - Roger Federer (SUI)
2006 - Roger Federer (SUI)
2007 - Rafael Nadal (ESP)
2008 - Novak Djokovic (SER)
2009 - Rafael Nadal (ESP)
2010 - Ivan Ljubicic (CRO)
2011 - Novak Djokovic (SER)
2012 - Roger Federer (SUI)

REFERÊNCIAS
ATP World Tour
Wikipédia em Inglês
ESPN

A bielorrussa Azarenka conquista o título de Indian Wells



A tenista bielorrussa Victoria Azarenka, número 1 do mundo, venceu neste domingo a russa Maria Sharapova, número 2 do ranking, e se sagrou campeã do WTA de Indian Wells, nos Estados Unidos.

A vitória de Azarenka veio em sets diretos, sem muitas dificuldades, batendo Sharapova por 6-2 e 6-3, mostrando sua ótima fase e forma física.

Azarenka é a líder do ranking feminino desde a final do Aberto da Austrália, em janeiro, quando derrotou justamente Maria Sharapova e conquistou o título em Melbourne.

Abaixo, a lista das campeãs do WTA de Indian Wells:

1989 - Manuela Maleeva-Fragniere (BUL)
1990 - Martina Navratilova (TCH/EUA)
1991 - Martina Navratilova (TCH/EUA)
1992 - Monica Seles (IUG)
1993 - Mary Joe Fernández (EUA)
1994 - Steffi Graf (ALE)
1995 - Mary Joe Fernández (EUA)
1996 - Steffi Graf (ALE)
1997 - Lindsay Davenport (EUA)
1998 - Martina Hingis (SUI)
1999 - Serena Williams (EUA)
2000 - Lindsay Davenport (EUA)
2001 - Serena Williams (EUA)
2002 - Daniela Hantuchova (ESQ)
2003 - Kim Clijsters (BEL)
2004 - Justine Henin (BEL)
2005 - Kim Clijsters (BEL)
2006 - Maria Sharapova (RUS)
2007 - Daniela Hantuchova (ESQ)
2008 - Ana Ivanovic (SER)
2009 - Vera Zvonareva (RUS)
2010 - Jelena Jankovic (SER)
2011 - Caroline Wozniacki (DIN)
2012 - Victoria Azarenka (BLR)

REFERÊNCIAS
Terra
Globoesporte
Wikipédia em Inglês

Zenit Kazan vence Belchatow e sagra-se campeão da Liga dos Campeões de Vôlei



Neste domingo em Lodz, na Polônia, foi realizada a final da Champions League de Vôlei masculino, entre o time da casa, os poloneses do Belchatow, contra os russos do Zenit Kazan.

Em um jogo muito disputado, o Zenit Kazan conseguiu a vitória por 25-15, 16-25, 22-25, 26-24 e 17-15, 3 sets a 2. Detalhe: no tiebreak, que é o quinto set, o Belchatow teve dois match points, mas não aproveitou, e na primeira chance de fechar o jogo, o time russo conseguiu o ponto, que os poloneses contestaram, mas o juiz foi bem na marcação, dando o segundo título do torneio para o Zenit Kazan.

A seguir, a lista de todos os clubes campeões do Campeonato Europeu de Vôlei masculino:

1959/60 - CSKA Moscou (União Soviética)
1960/61 - Rapid Bucareste (Romênia)
1961/62 - CSKA Moscou (União Soviética)
1962/63 - Rapid Bucareste (Romênia)
1963/64 - Leipzig (Alemanha Oriental)
1964/65 - Rapid Bucareste (Romênia)
1965/66 - Dinamo Bucareste (Romênia)
1966/67 - Dinamo Bucareste (Romênia)
1967/68 - Spartak Brno (Tchecoslováquia)
1968/69 - CSKA Sofia (Bulgária)
1969/70 - Burevestnik Alma-Ata (União Soviética)
1970/71 - Burevestnik Alma-Ata (União Soviética)
1971/72 - Zetor Zbrojovka Brno (Tchecoslováquia)
1972/73 - CSKA Moscou (União Soviética)
1973/74 - CSKA Moscou (União Soviética)
1974/75 - CSKA Moscou (União Soviética)
1975/76 - Dukla Liberec (Tchecoslováquia)
1976/77 - CSKA Moscou (União Soviética)
1977/78 - Plomien Milowice (Polônia)
1978/79 - Cervena Hvezda Bratislava (Tchecoslováquia)
1979/80 - Torino (Itália)
1980/81 - Dinamo Bucareste (Romênia)
1981/82 - CSKA Moscou (União Soviética)
1982/83 - CSKA Moscou (União Soviética)
1983/84 - Parma (Itália)
1984/85 - Parma (Itália)
1985/86 - CSKA Moscou (União Soviética)
1986/87 - CSKA Moscou (União Soviética)
1987/88 - CSKA Moscou (União Soviética)
1988/89 - CSKA Moscou (União Soviética)
1989/90 - Modena (Itália)
1990/91 - CSKA Moscou (União Soviética)
1991/92 - Ravenna (Itália)
1992/93 - Ravenna (Itália)
1993/94 - Ravenna (Itália)
1994/95 - Treviso (Itália)
1995/96 - Modena (Itália)
1996/97 - Modena (Itália)
1997/98 - Modena (Itália)
1998/99 - Treviso (Itália)
1999/00 - Treviso (Itália)
2000/01 - Paris Volley (França)
2001/02 - Lube (Itália)
2002/03 - Lokomotiv Belgorod (Rússia)
2003/04 - Lokomotiv Belgorod (Rússia)
2004/05 - Tours VB (França)
2005/06 - Treviso (Itália)
2006/07 - Friedrichshafen (Alemanha)
2007/08 - Zenit Kazan (Rússia)
2008/09 - Trentino (Itália)
2009/10 - Trentino (Itália)
2010/11 - Trentino (Itália)
2011/12 - Zenit Kazan (Rússia)

FOTO: CEV


REFERÊNCIAS
Wikipédia em Inglês

Eneas, grande ídolo da Lusa

Por: Adriano Fernandes, no blog Memória Futebol.

Eneas Camargo nasceu em 18 de março de 1954 e começou na Portuguesa na categoria dente-de-leite. Realizou 376 partidas pela Portuguesa, marcando 179 gols. Aliás, Eneas é o segundo maior artilheiro da história do estádio do Canindé, com 34 gols. Sua marca foi superada apenas em 2000, pelo atacante Leandro. Em 1971, conquistou o Torneio de Cannes, na França.

Em 5 de dezembro de 1971, foi convocado para o Pré-olímpico da Colômbia, no qual o Brasil sagrou-se campeão. Em 11 de dezembro de 1971, Eneas marcou o gol na vitória de 1 a 0 sobre o Peru.

O primeiro gol que marcou no Campeonato Paulista foi em 22 de julho de 1972, na vitória de 3 a 2 sobre o São Bento. Pelo Brasileiro, seu primeiro gol foi em 21 de setembro de 1972, no empate de 1 a 1 contra o São Paulo.

Em 1973, conquistou a Taça São Paulo, marcando um dos gols na final (vitória de 3 a 0 sobre o Palmeiras). Foi campeão paulista no mesmo ano, na conturbada decisão contra o Santos.

O ano de 1976 foi especial e começou com a conquista da Taça Governador do Estado de São Paulo, em fevereiro. Foi convocado para a seleção brasileira e em 7 de abril de 1976, marcou um gol no empate de 1 a 1 contra o Paraguai, em Assunção. Logo depois, conquistou a Taça do Atlântico, defendendo o Brasil. Ainda em 1976, marcou 4 gols na partida contra a Portuguesa Santista, mas, mesmo apresentando um futebol refinado, não voltou à seleção. Totalizou 4 partidas pela seleção olímpica e 3 pela principal.

Seu último gol pela Portuguesa aconteceu em 2 de julho de 1980, na vitória de 1 a 0 sobre o Marília, em Marília. A última partida foi em 13 de julho de 1980, no empate de 1 a 1 contra a Internacional de Limeira.

Em 1980, foi vendido para o Bologna da Itália por Cr$ 62,5 milhões. Teve um desentendimento com o técnico Luigi Radicci e disputou apenas 17 partidas, marcando 3 gols. No ano seguinte transferiu-se para a Udinese.

Retornou ao Brasil logo depois para jogar no Palmeiras. Sua última equipe foi a Central Brasileira de Cotia, da terceira divisão paulista. Em 22 de agosto de 1988, sofreu um acidente automobilístico na ponte da Avenida Cruzeiro do Sul. Permaneceu internado durante vários meses e faleceu em 27 de dezembro de 1988.

Fonte: Site da Lusa em 8/10/2010

sábado, 17 de março de 2012

Acabou com a violência ou com a festa?

Desde 1995 o torcedor paulista não pode entrar com bandeiras de mastro em eventos de futebol. As autoridades, para banir o instrumento dos estádios alegam ser "perigoso" e que "pode ser usado para praticar violência". Será que, com a proibição das bandeiras nos estádios de São Paulo, a violência realmente diminuiu? Acho que não.

Outras duas coisas que não podem ficar fora das comemorações de torcidas são o rolo de papel e os rojões, que tornam a festa um verdadeiro espetáculo, lindo e emocionante de se ver. Mas, assim como as bandeiras de cabo, também são proibidos no Estado de São Paulo há anos.

Em outubro de 2011, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, vetou a lei que previa o retorno das bandeiras com mastro aos estádios paulistas, para a decepção e a revolta do torcedor.

Isso é uma vergonha, um futebol como o de São Paulo, não proporcionar às suas torcidas o lazer e a segurança em um estádio de futebol. A culpa da violência não é das bandeiras, até parece que são elas que matam gente!

Abaixo, fotos de torcidas por todo o Brasil e depois em São Paulo. Observe e veja a diferença que faz não poder contar com bandeiras, rolos de papel e fogos de artifício.

BAHIA

Torcida do Bahia

Torcida do Vitória

CEARÁ

Torcida do Ceará

Torcida do Fortaleza

GOIÁS

Torcida do Goiás

MINAS GERAIS

Torcida do Atlético Mineiro

Torcida do Cruzeiro

PARÁ

Torcida do Paysandu

Torcida do Clube do Remo

PARANÁ

Torcida do Atlético Paranaense

Torcida do Coritiba

PERNAMBUCO

Torcida do Náutico

Torcida do Santa Cruz

Torcida do Sport

RIO GRANDE DO SUL

Torcida do Grêmio

Torcida do Internacional

SANTA CATARINA

Torcida do Avaí

Torcida do Criciúma

Torcida do Figueirense

RIO DE JANEIRO

Torcida do Botafogo

Torcida do Flamengo

Torcida do Fluminense

Torcida do Vasco da Gama

SÃO PAULO

Torcida do Corinthians

Torcida do Palmeiras

Torcida do Santos

Torcida do São Paulo


Por último, indico esta postagem de Mauro Cézar Pereira, em seu blog, no site da ESPN, onde o leitor poderá ver imagens das torcidas de São Paulo na época em que não era proibido festejar em um estádio de futebol: