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sexta-feira, 6 de abril de 2012

Fernando González, o herói olímpico



Sua despedida ocorreu no Masters 1000 de Miami, quando perdeu para o francês Nicolas Mahut, dia 21 de março de 2012, emocionando todos os fanáticos torcedores chilenos que sempre o acompanharam e também o público em geral, por ter sido um dos grandes tenistas de sua geração.

Fernando González nasceu em Santiago em 29 de julho de 1980 e começou sua carreira como profissional em 1999. Ao longo de sua carreira, conquistou onze títulos, inclusive a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Atenas em 2004, formando dupla com Nicolás Massú, levando o Chile ao seu melhor momento na história do tênis.

Seu primeiro título veio em 2000, quando venceu o torneio de Orlando. Dois anos depois, conquistou dois títulos na temporada de simples (Palermo e Viña del Mar). Neste mesmo ano de 2002, chegou pela primeira vez ao Top 100 do ranking mundial da ATP. Foi subindo no ranking ao longo do ano e terminou a temporada na 18ª colocação, mostrando seu grande potencial. Também alcançou pela primeira vez as quartas de final de um Grand Slam, no Aberto dos Estados Unidos.

Em agosto de 2003 chegou à 13ª colocação no ranking, mas foi caindo e terminou o ano em 35º. Também foi finalista em dois torneios, Metz e Washington. Neste mesmo ano, conquistou ao lado da lenda Marcelo Ríos, Nicolás Massú e Adrián García o título da Copa do Mundo de Equipes em Dusseldorf.

No ano de 2004, conquistou pela segunda vez o ATP 250 de Viña del Mar, em seu país natal. E representando o Chile, conquistou o bicampeonato da Copa do Mundo por Equipes, já sem Marcelo Ríos. Mas a grande glória de sua vida e do tênis chileno aconteceu nos Jogos Olímpicos de Atenas, neste mesmo ano.

Na Olimpíada de Atenas, a dupla formada por Fernando González e Nicolás Massú derrotou a dupla alemã Nicolas Kiefer e Rainer Schuttler na final e consagrou o tênis chileno com a medalha de ouro. Nos mesmos Jogos, mas no torneio de simples, González conquistou um grande resultado, chegando às semifinais e logrando a medalha de bronze. Terminou o ano na posição de 23º do ranking.

O ano de 2005 foi quando González conquistou o maior número de títulos na carreira. Nas duplas, foi campeão em Basel e em Valencia e em simples venceu três torneios: Basel, Amersfoort e Auckland, além de ter sido vice-campeão em Viña del Mar. Também alcançou seu melhor resultado em Wimbledon, sendo derrotado nas quartas de final para o suíço Roger Federer. Terminou o ano na 11ª posição do ranking.

Em 2006 não foi campeão de nenhum torneio, mas chegou às finais em Basel, Viena e do Masters 1000 de Madrid, do qual perdeu para Roger Federer. No dia 24 de abril alcançou pela primeira vez o Top 10, chegando na sétima colocação em outubro e terminando o ano em décimo.

Foi vice do Aberto da Austrália de 2007, após vencer jogadores como Juan Martín Del Potro, Lleyton Hewitt e Rafael Nadal, perdendo apenas na final, novamente para Roger Federer. Após esta linda campanha em terras australianas, o chileno chega à 5ª colocação, a melhor dele no ranking da ATP. Foi vice-campeão também do Masters 1000 de Roma, perdendo na final para o espanhol Rafael Nadal. Mas o ano também foi de título, conquistando o torneio de Pequim, na China.

No ano olímpico de 2008, González conquistou os títulos de Viña del Mar e de Munique. E nos Jogos de Pequim, "Mano de Piedra" foi o porta-bandeira do Chile na cerimônia de abertura. Mas isso foi pouco comparado à excelente campanha do chileno na competição de simples na Olimpíada, em que venceu o croata Marin Cilic, o belga Olivier Rochus, o francês Paul-Henri Mathieu e o estadunidense James Blake, conquistando a medalha de prata, perdendo apenas a final para Rafael Nadal. Terminou o ano como o número 15 do ranking da ATP.

Conquistou seu 4º título do ATP 250 de Viña del Mar em 2009, o 11º e último título da sua carreira. Chega  às semifinais do Masters de Roma, nos ATP's de Washington e Barcelona e também em Roland Garros, quando perdeu para o sueco Robin Soderling. Além de chegar às quartas do US Open. Termina a temporada em 11º no ranking.

O ano de 2010 não foi nada bom para González, já que nos torneios que disputou não foi longe e porque foi uma temporada marcada por lesões, sendo operado do joelho no final da temporada e caindo muito no ranking, terminando em 68º.

Voltou às quadras em abril de 2011, na 516ª posição do ranking. Não jogou o torneio de Roland Garros devido aos problemas físicos, e alcançou a terceira rodada em Wimbledon. Encerra sua temporada em outubro, para tentar se recuperar para o ano seguinte.

Após alguns poucos jogos, em 9 de fevereiro de 2012, em uma conferência de imprensa, anuncia sua aposentadoria após o Masters 1000 de Miami, em que perdeu para o francês Nicolas Mahut no tiebreak do terceiro set, com uma despedida emocionante.

Fernando González, um herói do esporte chileno, um ídolo do fãs de tênis, dono de uma das melhores direitas da história e muito raçudo. Vai deixar saudades como um dos maiores tenistas da América do Sul e um dos melhores de sua geração.



Foto 1: Torsten Blackwood-Pool / Getty Images
Foto 2: GonzalezTenis.com
Foto 3: http://alltennisstars.blogspot.com.br/2011/06/fernando-gonzalez-bio-and-pics.html
Foto 4: Rex Miller


REFERÊNCIAS
títulos/finais de González na ATP e ranking na ATP
Wikipédia em Espanhol

domingo, 1 de abril de 2012

Novak Djokovic é campeão pela terceira vez em Miami



Novak Djokovic conquistou pela terceira vez o título do Masters 1000 de Miami neste domingo, ao derrotar na final o escocês Andy Murray.

A vitória do sérvio veio em dois sets, com parciais de 6-1 e 7-6, com a partida durando 2h17min. Djokovic quebrou duas vezes o saque de Murray, ambas no primeiro set, enquanto o escocês não quebrou nenhuma vez o saque do número um do mundo.

Essa foi a oitava vitória de Djokovic sobre Murray em treze confrontos. Djokovic, com esse triunfo, conquistou seu 30º título de ATP na carreira, sendo 11 deles de Masters 1000.

Abaixo, todos os campeões do Masters 1000 de Miami:

1985 - Tim Mayotte (EUA)
1986 - Ivan Lendl (TCH)
1987 - Miloslav Mecir (TCH)
1988 - Mats Wilander (SUE)
1989 - Ivan Lendl (TCH)
1990 - Andre Agassi (EUA)
1991 - Jim Courier (EUA)
1992 - Michael Chang (EUA)
1993 - Pete Sampras (EUA)
1994 - Pete Sampras (EUA)
1995 - Andre Agassi (EUA)
1996 - Andre Agassi (EUA)
1997 - Thomas Muster (AUT)
1998 - Marcelo Ríos (CHI)
1999 - Richard Krajicek (HOL)
2000 - Pete Sampras (EUA)
2001 - Andre Agassi (EUA)
2002 - Andre Agassi (EUA)
2003 - Andre Agassi (EUA)
2004 - Andy Roddick (EUA)
2005 - Roger Federer (SUI)
2006 - Roger Federer (SUI)
2007 - Novak Djokovic (SER)
2008 - Nikolay Davydenko (RUS)
2009 - Andy Murray (ESC)
2010 - Andy Roddick (EUA)
2011 - Novak Djokovic (SER)
2012 - Novak Djokovic (SER)

foto: Michael Regan / Getty Images


REFERÊNCIAS
Wikipédia em Inglês

sábado, 31 de março de 2012

Agnieszka Radwanska vence o WTA de Miami após vitória contra Sharapova



Na tarde deste sábado, a polonesa Agnieszka Radwanska, nº 4 do ranking, derrotou a russa Maria Sharapova, nº 2, na final do WTA de Miami e se sagrou campeã do torneio na Florida.

Radwanska venceu a partida por 2 sets a 0, com parciais de 7-5 e 6-4, em 1h43min. O curioso é que a polonesa quebrou o saque de Sharapova duas vezes no jogo, sendo as duas no último game de cada set.

Sharapova conseguiu muito mais winners que sua rival, 31 a 6, mas em compensação, cometeu 46 erros não forçados, contra apenas 12 de Radwanska.

Abaixo, todas as campeãs do WTA de Miami:

1985 - Martina Navratilova (TCH/EUA)
1986 - Chris Evert (EUA)
1987 - Steffi Graf (ALE)
1988 - Steffi Graf (ALE)
1989 - Gabriela Sabatini (ARG)
1990 - Monica Seles (IUG)
1991 - Monica Seles (IUG)
1992 - Arantxa Sánchez (ESP)
1993 - Arantxa Sánchez (ESP)
1994 - Steffi Graf (ALE)
1995 - Steffi Graf (ALE)
1996 - Steffi Graf (ALE)
1997 - Martina Hingis (SUI)
1998 - Venus Williams (EUA)
1999 - Venus Williams (EUA)
2000 - Martina Hingis (SUI)
2001 - Venus Williams (EUA)
2002 - Serena Williams (EUA)
2003 - Serena Williams (EUA)
2004 - Serena Williams (EUA)
2005 - Kim Clijsters (BEL)
2006 - Svetlana Kuznetsova (RUS)
2007 - Serena Williams (EUA)
2008 - Serena Williams (EUA)
2009 - Victoria Azarenka (BLR)
2010 - Kim Clijsters (BEL)
2011 - Victoria Azarenka (BLR)
2012 - Agnieszka Radwanska (POL)

REFERÊNCIAS
WTA
Wikipédia em Inglês

quinta-feira, 29 de março de 2012

MMA, a barbárie

Por Gianni Carta no site Carta Capital, reproduzido no Blog do Miro:

Eles choram, cozinham, fazem faxina e conversam. São seres humanos como nós. É isso que The Ultimate Fighter, o novo reality sobre os lutadores de MMA (sigla para artes marciais em inglês) quer provar.

O reality é transmitido pela tevê Globo aos domingos à meia-noite. Os 12 remanescentes episódios servirão como um excelente substituto para soníferos. Pelo menos funcionou para mim na estreia, no domingo 25.

Inspirado no Big Brother Brasil, The Ultimate Fighter consegue ser ainda mais fastidioso. Isso porque vemos 32 brutamontes confinados numa casa no Rio de Janeiro. E não tem biquíni. E nem sexo – consta que ontem não houve nenhuma cena de duplas ou grupos se cobrindo com edredons nas suas camas.

Vai saber o que ainda vai rolar naquela casa.

Essas artes marciais envolvem jiu-jitsu e aqueles golpes de luta greco-romana nos quais os valentes lutadores, todos a expor seus torsos nus, ficam enroscados por longos períodos com objetivo de imobilizar o rival. Claro, há momentos mais viris em que trocam socos, cotoveladas, aplicam joelhadas e chutes.

Os 32 atletas do reality são divididos em dois grupos de 16, um capitaneado por Vitor Belfort, o outro por Wanderlei Silva. O prêmio será um contrato para lutar no UFC, o principal campeonato mundial de MMA.

Só haverá uma luta por edição, o que é uma pena para aqueles telespectadores sequiosos por cenas de violência inaudita. Mas pelo menos se contentarão vendo os seus ídolos a jogar pebolim e sinuca, na piscina, a meditar na área zen (alguns deles meditam), e dando murros em sacos de areia. Os atletas só podem sair da casa para inflar ainda mais seus músculos em uma academia.

Não causa maiores surpresas o fato de The Utimate Fighter, lançado nos EUA em 2005, ter sido exportado pela primeira vez para o Brasil. De fato, o pessoal da Globo neste país macdonalizado sequer mudou o título do reality, já que aqui The Ultimate Fighter tem maior impacto nos brasileiros com complexo de vira-lata. Da mesma forma, essa turma agora prefere dizer, ao encomendar uma pizza, “é para delivery”.

Na França, onde o MMA é proibido, a pizza “para entrega”, como se dizia em tempos idos, é ainda “pour emporter”. Mas aqui, como naquele país, temos, felizmente, pessoas sensatas.

Uma delas responde por José Mentor, deputado federal (PT-SP) que quer proibir a cobertura do MMA na tevê. O projeto de lei que propôs em 2009 continua em tramitação na Câmara.

Em recente texto no diário Folha de São Paulo, Mentor lembra que o “MMA não tem a ver com as lutas de judô, taekwondo ou boxe, modalidades com regras previstas em competições olímpicas ou mesmo profissionais.

Mentor lembra, ainda, que Éder Jofre, o bicampeão mundial de boxe, “é um dos veementes opositores do MMA, que tem pouco de esporte e muito de ‘briga de rua’, onde vale tudo”. Mentor escreve que ainda não há levantamentos sobre quantos lutadores de MMA perderam a vida. O deputado sabe, porém, de três casos de mortos, dois deles nos EUA, em 13 anos de luta. Em dezembro, o brasileiro Antônio Rodrigo Nogueira, mais conhecido como o Minotauro, quebrou o braço, no qual foram inseridos 17 pinos metálicos.

Por que Mentor não consegue acabar com o MMA?

De saída, o “esporte” tem enorme audiência. Certamente com inclinações sádicas, os fãs dessa “briga de rua” amam a violência perpetrada por modernos gladiadores. E o UFC, avaliado em mais de 1 bilhão de dólares, e a Globo têm muito poder.

domingo, 25 de março de 2012

Morre jogador de voleibol por parada cardíaca no meio de uma partida



ROMA, Itália (Notimex) - O voleibolista italiano Vigor Bovolenta faleceu depois de sofrer uma parada cardíaca no meio de uma partida de sua equipe, Voley Forli, contra o Lube Macerata na Serie B2 da Itália, depois de sofrer um colapso antes de realizar um saque.

Segundo comentam seus companheiros de equipe, o atleta, que tinha 37 anos, iria sacar quando começou a se sentir mal e caiu no fundo da quadra, enquanto tocava do lado esquerdo de seu peito.

"Me sinto mal, estou caindo, me ajudem", foram as últimas palavras de Bovolenta, a quem os serviços de emergência tentaram reanimar, no entanto, as tentativas para que ele reagisse foram inúteis e ele faleceu ali.

Bovolenta nasceu em Porto Vilo, Itália, teve conquistas na sua carreira como a medalha de prata com a seleção italiana nos Jogos Olímpicos de Atlanta 1996, assim como o campeonato europeu em 1995 na Grécia e a medalha prateada na Eurocopa de 2001.

A tragédia ocorrida na Itália chega uma semana depois da parada cardíaca que sofreu o futebolista congolês do clube inglês Bolton, Fabrice Muamba, no duelo contra o Chelsea pela FA Cup da Inglaterra, ainda que este esteja se recuperando pouco a pouco.

foto: Getty Images


Do site Fox Sports Latinoamérica. Traduzido por Eduardo Vasco.

Sul-Americano de Futebol Feminino Sub-17: Brasil vence o Uruguai e fica com o título continental



A seleção brasileira sub-17 de futebol feminino venceu o Uruguai neste domingo por 1 a 0 na final e se sagrou bicampeã do Campeonato Sul-Americano da categoria, disputado este ano na Bolívia.

As duas seleções já haviam garantido vaga para o Mundial Feminino Sub-17, que será disputado no segundo semestre deste ano no Azerbaijão.

A atacante uruguaia Badell ficou com o prêmio de artilheira do torneio com nove gols marcados (quatro deles num mesmo jogo, na vitória sobre a Argentina).

O torneio é disputado a cada dois anos, e sua primeira edição ocorreu em 2008. Abaixo, todos os campeões:

ANO - SEDE - CAMPEÃO - VICE
2008 - Chile - Colômbia - Brasil
2010 - Brasil - Brasil - Chile
2012 - Bolívia - Brasil - Uruguai

foto: Conmebol
REFERÊNCIAS
Futebol do Uruguai
Wikipedia em Espanhol

Fenerbahçe conquista título inédito da Champions League de Vôlei Feminino



Neste domingo em Baku, no Azarbaijão, o Fenerbahçe da Turquia venceu o Cannes da França na final da Champions League e conquistou pela primeira vez o título europeu de vôlei feminino.

A vitória do time turco, comandado pelo técnico brasileiro José Roberto Guimarães, foi até mais fácil que o imaginado. O Fenerbahçe jogou muito bem e fez 3 sets a 0 pra cima do Cannes, parciais de 25-14, 25-22 e 25-20, em pouco mais de uma hora de jogo.

A ponteira sul-coreana Yeon-Koung Kim foi a maior pontuadora da final, com 23 pontos (51% de eficiência). E ainda por cima ele foi eleita a MVP do torneio.

Abaixo, todos os campeões da Copa dos Campeões da Europa de Vôlei Feminino:

1960/61 - Dinamo Moscou (União Soviética)
1961/62 - Burevestnik Odessa (União Soviética)
1962/63 - Dinamo Moscou (União Soviética)
1963/64 - Levski Sofia (Bulgária)
1964/65 - Dinamo Moscou (União Soviética)
1965/66 - CSKA Moscou (União Soviética)
1966/67 - CSKA Moscou (União Soviética)
1967/68 - Dinamo Moscou (União Soviética)
1968/69 - Dinamo Moscou (União Soviética)
1969/70 - Dinamo Moscou (União Soviética)
1970/71 - Dinamo Moscou (União Soviética)
1971/72 - Dinamo Moscou (União Soviética)
1972/73 - Nim Budapeste (Hungria)
1973/74 - Dinamo Moscou (União Soviética)
1974/75 - Dinamo Moscou (União Soviética)
1975/76 - Ruda Hvezda Praga (Tchecoslováquia)
1976/77 - Dinamo Moscou (União Soviética)
1977/78 - Traktor Schwerin (Alemanha Oriental)
1978/79 - CSKA Sofia (Bulgária)
1979/80 - Ruda Hvezda Praga (Tchecoslováquia)
1980/81 - Uralochka Sverdlovski (União Soviética)
1981/82 - Uralochka Sverdlovski (União Soviética)
1982/83 - Uralochka Sverdlovski (União Soviética)
1983/84 - CSKA Sofia (Bulgária)
1984/85 - ADK Alma-Ata (União Soviética)
1985/86 - CSKA Moscou (União Soviética)
1986/87 - Uralochka Sverdlovski (União Soviética)
1987/88 - Olimpia Teodora Ravenna (Itália)
1988/89 - Uralochka Sverdlovski (União Soviética)
1989/90 - Uralochka Sverdlovski (União Soviética)
1990/91 - Mladost Zagreb (Iugoslávia)
1991/92 - Olimpia Teodora Ravenna (Itália)
1992/93 - Matera (Itália)
1993/94 - Uralochka Ekaterimburgo (Rússia)
1994/95 - Uralochka Ekaterimburgo (Rússia)
1995/96 - Matera (Itália)
1996/97 - Foppapedretti Bérgamo (Itália)
1997/98 - OK Dubrovnik (Croácia)
1998/99 - Foppapedretti Bérgamo (Itália)
1999/00 - Foppapedretti Bérgamo (Itália)
2000/01 - Modena (Itália)
2001/02 - Cannes (França)
2002/03 - Cannes (França)
2003/04 - Tenerife (Espanha)
2004/05 - Foppapedretti Bérgamo (Itália)
2005/06 - Pallavolo Sirio Perugia (Itália)
2006/07 - Foppapedretti Bérgamo (Itália)
2007/08 - Pallavolo Sirio Perugia (Itália)
2008/09 - Volley Bérgamo (Itália)
2009/10 - Volley Bérgamo (Itália)
2010/11 - VakifBank (Turquia)
2011/12 - Fenerbahçe (Turquia)

FOTO: cev.lu
REFERÊNCIAS
Irmãos Mello - Vôlei Sem Fronteiras
Wikipedia em Inglês

segunda-feira, 19 de março de 2012

Morre ex-atleta português Antônio Leitão

O ex-atleta português Antônio Leitão, medalha de bronze nos 5.000 metros rasos nos Jogos Olímpicos de Los Angeles-84, faleceu aos 51 anos no Porto, norte de Portugal, informou a imprensa lusa.

Vítima de hemocromatose, uma doença que afeta o metabolismo do ferro, Leitão é considerado um dos desportistas portugueses mais destacados da década de 80 junto à maratonista Rosa Mota (ouro nos Jogos Olímpicos de 1988 e bronze nos de 1984).

"O atletismo e o esporte português ficaram mais pobres", ressaltou em um comunicado o Benfica, antigo clube do esportista.

O próprio Governo português e Nélson Évora, o melhor atleta português da atualidade, também transmitiram seus pêsames pelo falecimento de Leitão.

Por agência EFE, no site paraguaio ABC. Traduzido por Eduardo Vasco.

domingo, 18 de março de 2012

Federer fatura o título do Masters 1000 de Indian Wells



Na tarde deste domingo, o suíço Roger Federer conquistou pela quarta vez em sua carreira o Masters 1000 de Indian Wells, ao bater na final o gigante estadunidense de 2,06 m, John Isner, por 2 sets a 0, parciais de 7-6 (9-7) e 6-3, em 1h21min de jogo.

Um dado interessante é que o suíço conseguiu mais aces que o estadunidense, especialista neste fundamento: 7 a 4 para Federer. E se não fosse seu saque, Isner não teria chegado tão longe no torneio, e não seria o atual nº 11 do mundo, pois não tem praticamente mais nenhuma artimanha.

Nas semifinais, a zebra John Isner venceu o número um do mundo, Novak Djokovic, enquanto Federer passou por seu grande rival, o espanhol Rafael Nadal.

Esse foi o 19º título de Masters 1000 de Federer, igualando a marca de Nadal. Com esse título, o atual nº 3 do mundo soma agora 73 conquistas na carreira.

Todos os campeões da história do torneio de Indian Wells, que só foi disputado nesta cidade a partir de 1987:

1974 - John Newcombe (AUS)
1975 - John Alexander (AUS)
1976 - Jimmy Connors (EUA)
1977 - Brian Gottfried (EUA)
1978 - Roscoe Tanner (EUA)
1979 - Roscoe Tanner (EUA)
1980 - NÃO HOUVE
1981 - Jimmy Connors (EUA)
1982 - Yannick Noah (FRA)
1983 - José Higueras (ESP)
1984 - Jimmy Connors (EUA)
1985 - Larry Stefanki (EUA)
1986 - Joakim Nystrom (SUE)
1987 - Boris Becker (ALE)
1988 - Boris Becker (ALE)
1989 - Miloslav Mecir (TCH)
1990 - Stefan Edberg (SUE)
1991 - Jim Courier (EUA)
1992 - Michael Chang (EUA)
1993 - Jim Courier (EUA)
1994 - Pete Sampras (EUA)
1995 - Pete Sampras (EUA)
1996 - Michael Chang (EUA)
1997 - Michael Chang (EUA)
1998 - Marcelo Ríos (CHI)
1999 - Mark Philippoussis (AUS)
2000 - Alex Corretja (ESP)
2001 - Andre Agassi (EUA)
2002 - Lleyton Hewitt (AUS)
2003 - Lleyton Hewitt (AUS)
2004 - Roger Federer (SUI)
2005 - Roger Federer (SUI)
2006 - Roger Federer (SUI)
2007 - Rafael Nadal (ESP)
2008 - Novak Djokovic (SER)
2009 - Rafael Nadal (ESP)
2010 - Ivan Ljubicic (CRO)
2011 - Novak Djokovic (SER)
2012 - Roger Federer (SUI)

REFERÊNCIAS
ATP World Tour
Wikipédia em Inglês
ESPN

A bielorrussa Azarenka conquista o título de Indian Wells



A tenista bielorrussa Victoria Azarenka, número 1 do mundo, venceu neste domingo a russa Maria Sharapova, número 2 do ranking, e se sagrou campeã do WTA de Indian Wells, nos Estados Unidos.

A vitória de Azarenka veio em sets diretos, sem muitas dificuldades, batendo Sharapova por 6-2 e 6-3, mostrando sua ótima fase e forma física.

Azarenka é a líder do ranking feminino desde a final do Aberto da Austrália, em janeiro, quando derrotou justamente Maria Sharapova e conquistou o título em Melbourne.

Abaixo, a lista das campeãs do WTA de Indian Wells:

1989 - Manuela Maleeva-Fragniere (BUL)
1990 - Martina Navratilova (TCH/EUA)
1991 - Martina Navratilova (TCH/EUA)
1992 - Monica Seles (IUG)
1993 - Mary Joe Fernández (EUA)
1994 - Steffi Graf (ALE)
1995 - Mary Joe Fernández (EUA)
1996 - Steffi Graf (ALE)
1997 - Lindsay Davenport (EUA)
1998 - Martina Hingis (SUI)
1999 - Serena Williams (EUA)
2000 - Lindsay Davenport (EUA)
2001 - Serena Williams (EUA)
2002 - Daniela Hantuchova (ESQ)
2003 - Kim Clijsters (BEL)
2004 - Justine Henin (BEL)
2005 - Kim Clijsters (BEL)
2006 - Maria Sharapova (RUS)
2007 - Daniela Hantuchova (ESQ)
2008 - Ana Ivanovic (SER)
2009 - Vera Zvonareva (RUS)
2010 - Jelena Jankovic (SER)
2011 - Caroline Wozniacki (DIN)
2012 - Victoria Azarenka (BLR)

REFERÊNCIAS
Terra
Globoesporte
Wikipédia em Inglês

Zenit Kazan vence Belchatow e sagra-se campeão da Liga dos Campeões de Vôlei



Neste domingo em Lodz, na Polônia, foi realizada a final da Champions League de Vôlei masculino, entre o time da casa, os poloneses do Belchatow, contra os russos do Zenit Kazan.

Em um jogo muito disputado, o Zenit Kazan conseguiu a vitória por 25-15, 16-25, 22-25, 26-24 e 17-15, 3 sets a 2. Detalhe: no tiebreak, que é o quinto set, o Belchatow teve dois match points, mas não aproveitou, e na primeira chance de fechar o jogo, o time russo conseguiu o ponto, que os poloneses contestaram, mas o juiz foi bem na marcação, dando o segundo título do torneio para o Zenit Kazan.

A seguir, a lista de todos os clubes campeões do Campeonato Europeu de Vôlei masculino:

1959/60 - CSKA Moscou (União Soviética)
1960/61 - Rapid Bucareste (Romênia)
1961/62 - CSKA Moscou (União Soviética)
1962/63 - Rapid Bucareste (Romênia)
1963/64 - Leipzig (Alemanha Oriental)
1964/65 - Rapid Bucareste (Romênia)
1965/66 - Dinamo Bucareste (Romênia)
1966/67 - Dinamo Bucareste (Romênia)
1967/68 - Spartak Brno (Tchecoslováquia)
1968/69 - CSKA Sofia (Bulgária)
1969/70 - Burevestnik Alma-Ata (União Soviética)
1970/71 - Burevestnik Alma-Ata (União Soviética)
1971/72 - Zetor Zbrojovka Brno (Tchecoslováquia)
1972/73 - CSKA Moscou (União Soviética)
1973/74 - CSKA Moscou (União Soviética)
1974/75 - CSKA Moscou (União Soviética)
1975/76 - Dukla Liberec (Tchecoslováquia)
1976/77 - CSKA Moscou (União Soviética)
1977/78 - Plomien Milowice (Polônia)
1978/79 - Cervena Hvezda Bratislava (Tchecoslováquia)
1979/80 - Torino (Itália)
1980/81 - Dinamo Bucareste (Romênia)
1981/82 - CSKA Moscou (União Soviética)
1982/83 - CSKA Moscou (União Soviética)
1983/84 - Parma (Itália)
1984/85 - Parma (Itália)
1985/86 - CSKA Moscou (União Soviética)
1986/87 - CSKA Moscou (União Soviética)
1987/88 - CSKA Moscou (União Soviética)
1988/89 - CSKA Moscou (União Soviética)
1989/90 - Modena (Itália)
1990/91 - CSKA Moscou (União Soviética)
1991/92 - Ravenna (Itália)
1992/93 - Ravenna (Itália)
1993/94 - Ravenna (Itália)
1994/95 - Treviso (Itália)
1995/96 - Modena (Itália)
1996/97 - Modena (Itália)
1997/98 - Modena (Itália)
1998/99 - Treviso (Itália)
1999/00 - Treviso (Itália)
2000/01 - Paris Volley (França)
2001/02 - Lube (Itália)
2002/03 - Lokomotiv Belgorod (Rússia)
2003/04 - Lokomotiv Belgorod (Rússia)
2004/05 - Tours VB (França)
2005/06 - Treviso (Itália)
2006/07 - Friedrichshafen (Alemanha)
2007/08 - Zenit Kazan (Rússia)
2008/09 - Trentino (Itália)
2009/10 - Trentino (Itália)
2010/11 - Trentino (Itália)
2011/12 - Zenit Kazan (Rússia)

FOTO: CEV


REFERÊNCIAS
Wikipédia em Inglês