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domingo, 22 de abril de 2012

Rafael Nadal é o verdadeiro príncipe de Monaco: oito títulos



Preste atenção neste número: 8. Sim, este é o número de títulos de Rafael Nadal no saibro de Monte Carlo. Não é a toa que o espanhol é conhecido como "o rei do saibro". Na verdade, para adaptar ao Principado de Monaco, no sul da França, vamos chamá-lo de "o príncipe do saibro".

Na final deste domingo, defendendo sua sequência de sete títulos consecutivos no Masters 1000 de Monte Carlo, Nadal enfrentou o sérvio e número um do mundo, Novak Djokovic. O jogo foi incrivelmente fácil. Continuando com a brincadeira do número 8, essa foi a quantidade de winners para cada jogador no primeiro set, em que Nadal se saiu vencedor, com duas quebras e parcial de 6-3.

Logo no segundo game do set seguinte, o espanhol já quebrou o saque do sérvio, que sofreu jogando contra Nadal. No quarto game, mais uma quebra: 4-0. Com um game ruim do número 2, Djokovic devolveu uma das quebras. Mas Nadal quebrou novamente o saque do rival e confirmou seu serviço, fechando o set, 6-1.

Um jogo atípico, pois na teoria  a partida seria muito equilibrada. Somando todos os games, temos um total de 16, que dividido por 2 sets, dá uma média de 8 games por set. Bom, chega de viajar. O que interessa é que Nadal agora tem oito títulos em Monte Carlo, das oito finais que participou.

Foto: Clive Brunskill / Getty Images

sábado, 21 de abril de 2012

Borussia Dortmund conquista o bi-campeonato da Bundesliga



Neste sábado o Borussia Dortmund sagrou-se bi-campeão alemão, ao derrotar no Westfalenstadion o seu xará Borussia Monchengladbach, por 2 a 0, e faltando ainda duas rodadas para o término da competição, a sua torcida já pode comemorar, pois o gigante Bayern de Munique não tem mais chances de alcançá-lo.

No começo da temporada poucos acreditavam no título do Dortmund, prova disso é a matéria publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo (quinta-feira, 25 de agosto de 2011), em seu guia dos campeonatos europeus 2011-2012, e reproduzida abaixo:

Nem o campeão acredita no bi

Todos creem no título do Bayern de Munique. Até o técnico do Borussia Dortmund.

Dos 18 técnicos da Bundesliga, 16 cravaram que o poderoso Bayern de Munique vai levantar a taça. Entre eles, o próprio técnico do Borussia, atual campeão. "Somos o primeiro campeão da história a começar a temporada seguinte ao título como azarão", disse Jurgen Klopp. Seu time conseguiu seis pontos nas três primeiras rodadas, mas esteve longe do futebol de campeão.

O grande trunfo do time é a revelação Götze, de 19 anos, autor de um belo gol na vitória da Alemanha sobre o Brasil, em agosto. O atacante paraguaio Lucas Barrios, que teve participação razoável na Copa América, só jogará no meio de setembro por causa de uma lesão muscular. [...]

O FAVORITO

O Bayern não é favorito à toa. Desde 1997, o time não passa duas temporadas seguidas sem ser campeão alemão.

Com oito jogadores convocados para a seleção que venceu o Brasil por 3 a 2 em agosto, o clube de Munique investiu £ 43 milhões em reforços e se preocupou com a defesa: contratou o goleiro Neuer, o lateral Rafinha e o zagueiro/lateral Boateng.

Esse dinheiro todo tem apenas um objetivo: apagar a terceira colocação na temporada passada, um escândalo para o retrospecto do gigante alemão.

Foto: Christof Stache / Getty Images

sábado, 14 de abril de 2012

Santos Futebol Clube: As camisas que marcaram cada década

Neste sábado, 14 de abril de 2012, o Santos Futebol Clube completa seu centenário. Fundado em 12 de abril de 1912, o Alvinegro da Vila Belmiro é um dos clubes de futebol mais tradicionais do planeta, e nessa pequena e singela homenagem que este blog faz ao time de Pelé, relembraremos um pouco a história, com a camisa de cada época, de cada década do Peixe, até os anos 2000.


Primeira camisa do Santos, 1912


1918


Década de 1920


Década de 1930


Década de 1940


Década de 1950


Década de 1960


Década de 1970


Década de 1980


Década de 1990


Década de 2000 (2002)



FOTOS: Arquivo pessoal, Memorial das Conquistas do SFC, 2009.

domingo, 8 de abril de 2012

PSV vence Heracles e sagra-se campeão da Copa da Holanda



O PSV conquistou, neste domingo, seu nono título da Copa da Holanda de Futebol, ao bater o Heracles Almelo, na final em Roterdam.

O time de Eindhoven não deu chances para a zebra, a boa equipe do Heracles, que apesar de ter dois títulos do Campeonato Holandês, é um time pequeno no país. O centroavante sueco Ola Toivonen abriu o placar para o PSV aos 31 minutos do primeiro tempo. Na segunda etapa, Mertens ampliou e Lens definiu o resultado e o título da equipe vermelha e branca, que há sete anos não conquistava o título da Copa.

O PSV é o terceiro maior campeão do torneio, atrás de Feyenoord (11 títulos) e Ajax (18 títulos).

Abaixo, todos os campeões da Copa da Holanda:

18 títulos - Ajax (1917, 1943, 1961, 1967, 1970, 1971, 1972, 1979, 1983, 1986, 1987, 1993, 1998, 1999, 2002, 2006, 2007, 2010.)

11 títulos - Feyenoord (1930, 1935, 1965, 1969, 1980, 1984, 1991, 1992, 1994, 1995, 2008.)

9 títulos - PSV (1950, 1974, 1976, 1988, 1989, 1990, 1996, 2005, 2012.)

4 títulos - Quick Den Haag (1909, 1910, 1911, 1916.)

3 títulos - Twente (1977, 2001, 2011); AZ (1978, 1981, 1982); Koninklijke HFC (1904, 1913, 1915); Sparta Rotterdam (1958, 1962, 1966); Utrecht (1985, 2003, 2004).

2 títulos - ADO Den Haag (1968, 1975); DFC (1914, 1932); Fortuna Sittard (1957, 1964); Haarlem (1902, 1912); HBS Den Haag (1901, 1908); RCH (1918, 1928); Roda (1997, 2000); VOC Rotterdam (1905, 1907); Wageningen (1939, 1948); Willem II (1944, 1963).

1 título - Heerenveen (2009); Concordia (1906); CVV (1920); FC Eindhoven (1937); HVV Den Haag (1903); LONGA (1926); NAC Breda (1973); Quick 1888 (1949); RAP Amsterdam (1899); Roermond (1936); Schoten (1921); Velocitas Breda (1900); Velocitas Groningen (1934); Telstar (1938); VUC Den Haag (1927); VVV Venlo (1959); ZFC (1925).

Foto: PSV Media
REFERÊNCIAS
Band Sports
ESPN
Wikipédia em Inglês

Canadá fatura mais um título do Mundial Masculino de Curling



O Canadá conquistou o terceiro título consecutivo do Mundial Masculino de Curling, ao derrotar a Escócia por 8-7 neste domingo, na Basileia, Suíça.

A final foi muito acirrada, entre as duas maiores potências do curling mundial, tendo que ser disputado um end adicional, o 11º.

A equipe canadense, comandada por Glenn Howard, venceu a apertada final por 8-7, indo até o end extra. As parciais foram: 1º end: 0-1, 2º end: 0-0, 3º end: 3-0, 4º end: 0-2, 5º end: 1-0, 6º end: 0-1, 7º end: 2-0, 8º end: 0-2, 9º end: 1-0, 10º end: 0-1, 11º end: 1-0.

Esse foi o 34º título do Canadá na história do Mundial Masculino de Curling. A Escócia, juntamente com a Suécia, é a segunda maior vencedora, muito longe do Canadá, com 5 títulos.

A Suécia, que ficou com a medalha de bronze neste Mundial, ao derrotar na decisão do terceiro lugar, também no end extra, a sua grande rival, a seleção da Noruega, que tem 3 títulos da competição.

Abaixo, todos os campeões do Mundial Masculino de Curling:

1959 - Canadá
1960 - Canadá
1961 - Canadá
1962 - Canadá
1963 - Canadá
1964 - Canadá
1965 - Estados Unidos
1966 - Canadá
1967 - Escócia
1968 - Canadá
1969 - Canadá
1970 - Canadá
1971 - Canadá
1972 - Canadá
1973 - Suécia
1974 - Estados Unidos
1975 - Suíça
1976 - Estados Unidos
1977 - Suécia
1978 - Estados Unidos
1979 - Noruega
1980 - Canadá
1981 - Suíça
1982 - Canadá
1983 - Canadá
1984 - Noruega
1985 - Canadá
1986 - Canadá
1987 - Canadá
1988 - Noruega
1989 - Canadá
1990 - Canadá
1991 - Escócia
1992 - Suíça
1993 - Canadá
1994 - Canadá
1995 - Canadá
1996 - Canadá
1997 - Suécia
1998 - Canadá
1999 - Escócia
2000 - Canadá
2001 - Suécia
2002 - Canadá
2003 - Canadá
2004 - Suécia
2005 - Canadá
2006 - Escócia
2007 - Canadá
2008 - Canadá
2009 - Escócia
2010 - Canadá
2011 - Canadá
2012 - Canadá

Foto: Arnd Wiegmann / Reuters


REFERÊNCIAS
Lancenet
Wikipédia em Inglês 

sábado, 7 de abril de 2012

Cuba tem 77 atletas classificados para os Jogos de Londres

Postado quinta-feira, 5 de abril no blog Solidários

Fonte: REUTERS

Cuba tem 77 atletas classificados para competir em Londres, e a ilha conta com a possibilidade de ampliar o número de sua delegação para mais de 100 atletas a menos de quatro meses da abertura dos Jogos Olímpicos, informou nesta quarta-feira a emissora estatal Rádio Rebelde.

Os cubanos obtiveram vagas olímpicas no atletismo, boxe, remo, luta, judô e taekwondô, entre outras modalidades.

"Podemos chegar a pouco mais de 100 competidores para a competição da capital britânica, com muito boas opções no boxe, luta, atletismo, judô e taekwondô (...) seguimos pensando firmemente em superar a atuação de quatro anos atrás em Pequim", disse a rádio em comentário editorial.

Nos Jogos de 2008, Cuba ficou em 28o lugar no quadro de medalhas, com duas de ouro, 11 de prata e outras 11 de bronze.

A Olimpíada de Londres acontece de 27 de julho a 12 de agosto.

(Reportagem de Nelson Acosta em Havana)

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Fernando González, o herói olímpico



Sua despedida ocorreu no Masters 1000 de Miami, quando perdeu para o francês Nicolas Mahut, dia 21 de março de 2012, emocionando todos os fanáticos torcedores chilenos que sempre o acompanharam e também o público em geral, por ter sido um dos grandes tenistas de sua geração.

Fernando González nasceu em Santiago em 29 de julho de 1980 e começou sua carreira como profissional em 1999. Ao longo de sua carreira, conquistou onze títulos, inclusive a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Atenas em 2004, formando dupla com Nicolás Massú, levando o Chile ao seu melhor momento na história do tênis.

Seu primeiro título veio em 2000, quando venceu o torneio de Orlando. Dois anos depois, conquistou dois títulos na temporada de simples (Palermo e Viña del Mar). Neste mesmo ano de 2002, chegou pela primeira vez ao Top 100 do ranking mundial da ATP. Foi subindo no ranking ao longo do ano e terminou a temporada na 18ª colocação, mostrando seu grande potencial. Também alcançou pela primeira vez as quartas de final de um Grand Slam, no Aberto dos Estados Unidos.

Em agosto de 2003 chegou à 13ª colocação no ranking, mas foi caindo e terminou o ano em 35º. Também foi finalista em dois torneios, Metz e Washington. Neste mesmo ano, conquistou ao lado da lenda Marcelo Ríos, Nicolás Massú e Adrián García o título da Copa do Mundo de Equipes em Dusseldorf.

No ano de 2004, conquistou pela segunda vez o ATP 250 de Viña del Mar, em seu país natal. E representando o Chile, conquistou o bicampeonato da Copa do Mundo por Equipes, já sem Marcelo Ríos. Mas a grande glória de sua vida e do tênis chileno aconteceu nos Jogos Olímpicos de Atenas, neste mesmo ano.

Na Olimpíada de Atenas, a dupla formada por Fernando González e Nicolás Massú derrotou a dupla alemã Nicolas Kiefer e Rainer Schuttler na final e consagrou o tênis chileno com a medalha de ouro. Nos mesmos Jogos, mas no torneio de simples, González conquistou um grande resultado, chegando às semifinais e logrando a medalha de bronze. Terminou o ano na posição de 23º do ranking.

O ano de 2005 foi quando González conquistou o maior número de títulos na carreira. Nas duplas, foi campeão em Basel e em Valencia e em simples venceu três torneios: Basel, Amersfoort e Auckland, além de ter sido vice-campeão em Viña del Mar. Também alcançou seu melhor resultado em Wimbledon, sendo derrotado nas quartas de final para o suíço Roger Federer. Terminou o ano na 11ª posição do ranking.

Em 2006 não foi campeão de nenhum torneio, mas chegou às finais em Basel, Viena e do Masters 1000 de Madrid, do qual perdeu para Roger Federer. No dia 24 de abril alcançou pela primeira vez o Top 10, chegando na sétima colocação em outubro e terminando o ano em décimo.

Foi vice do Aberto da Austrália de 2007, após vencer jogadores como Juan Martín Del Potro, Lleyton Hewitt e Rafael Nadal, perdendo apenas na final, novamente para Roger Federer. Após esta linda campanha em terras australianas, o chileno chega à 5ª colocação, a melhor dele no ranking da ATP. Foi vice-campeão também do Masters 1000 de Roma, perdendo na final para o espanhol Rafael Nadal. Mas o ano também foi de título, conquistando o torneio de Pequim, na China.

No ano olímpico de 2008, González conquistou os títulos de Viña del Mar e de Munique. E nos Jogos de Pequim, "Mano de Piedra" foi o porta-bandeira do Chile na cerimônia de abertura. Mas isso foi pouco comparado à excelente campanha do chileno na competição de simples na Olimpíada, em que venceu o croata Marin Cilic, o belga Olivier Rochus, o francês Paul-Henri Mathieu e o estadunidense James Blake, conquistando a medalha de prata, perdendo apenas a final para Rafael Nadal. Terminou o ano como o número 15 do ranking da ATP.

Conquistou seu 4º título do ATP 250 de Viña del Mar em 2009, o 11º e último título da sua carreira. Chega  às semifinais do Masters de Roma, nos ATP's de Washington e Barcelona e também em Roland Garros, quando perdeu para o sueco Robin Soderling. Além de chegar às quartas do US Open. Termina a temporada em 11º no ranking.

O ano de 2010 não foi nada bom para González, já que nos torneios que disputou não foi longe e porque foi uma temporada marcada por lesões, sendo operado do joelho no final da temporada e caindo muito no ranking, terminando em 68º.

Voltou às quadras em abril de 2011, na 516ª posição do ranking. Não jogou o torneio de Roland Garros devido aos problemas físicos, e alcançou a terceira rodada em Wimbledon. Encerra sua temporada em outubro, para tentar se recuperar para o ano seguinte.

Após alguns poucos jogos, em 9 de fevereiro de 2012, em uma conferência de imprensa, anuncia sua aposentadoria após o Masters 1000 de Miami, em que perdeu para o francês Nicolas Mahut no tiebreak do terceiro set, com uma despedida emocionante.

Fernando González, um herói do esporte chileno, um ídolo do fãs de tênis, dono de uma das melhores direitas da história e muito raçudo. Vai deixar saudades como um dos maiores tenistas da América do Sul e um dos melhores de sua geração.



Foto 1: Torsten Blackwood-Pool / Getty Images
Foto 2: GonzalezTenis.com
Foto 3: http://alltennisstars.blogspot.com.br/2011/06/fernando-gonzalez-bio-and-pics.html
Foto 4: Rex Miller


REFERÊNCIAS
títulos/finais de González na ATP e ranking na ATP
Wikipédia em Espanhol

domingo, 1 de abril de 2012

Novak Djokovic é campeão pela terceira vez em Miami



Novak Djokovic conquistou pela terceira vez o título do Masters 1000 de Miami neste domingo, ao derrotar na final o escocês Andy Murray.

A vitória do sérvio veio em dois sets, com parciais de 6-1 e 7-6, com a partida durando 2h17min. Djokovic quebrou duas vezes o saque de Murray, ambas no primeiro set, enquanto o escocês não quebrou nenhuma vez o saque do número um do mundo.

Essa foi a oitava vitória de Djokovic sobre Murray em treze confrontos. Djokovic, com esse triunfo, conquistou seu 30º título de ATP na carreira, sendo 11 deles de Masters 1000.

Abaixo, todos os campeões do Masters 1000 de Miami:

1985 - Tim Mayotte (EUA)
1986 - Ivan Lendl (TCH)
1987 - Miloslav Mecir (TCH)
1988 - Mats Wilander (SUE)
1989 - Ivan Lendl (TCH)
1990 - Andre Agassi (EUA)
1991 - Jim Courier (EUA)
1992 - Michael Chang (EUA)
1993 - Pete Sampras (EUA)
1994 - Pete Sampras (EUA)
1995 - Andre Agassi (EUA)
1996 - Andre Agassi (EUA)
1997 - Thomas Muster (AUT)
1998 - Marcelo Ríos (CHI)
1999 - Richard Krajicek (HOL)
2000 - Pete Sampras (EUA)
2001 - Andre Agassi (EUA)
2002 - Andre Agassi (EUA)
2003 - Andre Agassi (EUA)
2004 - Andy Roddick (EUA)
2005 - Roger Federer (SUI)
2006 - Roger Federer (SUI)
2007 - Novak Djokovic (SER)
2008 - Nikolay Davydenko (RUS)
2009 - Andy Murray (ESC)
2010 - Andy Roddick (EUA)
2011 - Novak Djokovic (SER)
2012 - Novak Djokovic (SER)

foto: Michael Regan / Getty Images


REFERÊNCIAS
Wikipédia em Inglês

sábado, 31 de março de 2012

Agnieszka Radwanska vence o WTA de Miami após vitória contra Sharapova



Na tarde deste sábado, a polonesa Agnieszka Radwanska, nº 4 do ranking, derrotou a russa Maria Sharapova, nº 2, na final do WTA de Miami e se sagrou campeã do torneio na Florida.

Radwanska venceu a partida por 2 sets a 0, com parciais de 7-5 e 6-4, em 1h43min. O curioso é que a polonesa quebrou o saque de Sharapova duas vezes no jogo, sendo as duas no último game de cada set.

Sharapova conseguiu muito mais winners que sua rival, 31 a 6, mas em compensação, cometeu 46 erros não forçados, contra apenas 12 de Radwanska.

Abaixo, todas as campeãs do WTA de Miami:

1985 - Martina Navratilova (TCH/EUA)
1986 - Chris Evert (EUA)
1987 - Steffi Graf (ALE)
1988 - Steffi Graf (ALE)
1989 - Gabriela Sabatini (ARG)
1990 - Monica Seles (IUG)
1991 - Monica Seles (IUG)
1992 - Arantxa Sánchez (ESP)
1993 - Arantxa Sánchez (ESP)
1994 - Steffi Graf (ALE)
1995 - Steffi Graf (ALE)
1996 - Steffi Graf (ALE)
1997 - Martina Hingis (SUI)
1998 - Venus Williams (EUA)
1999 - Venus Williams (EUA)
2000 - Martina Hingis (SUI)
2001 - Venus Williams (EUA)
2002 - Serena Williams (EUA)
2003 - Serena Williams (EUA)
2004 - Serena Williams (EUA)
2005 - Kim Clijsters (BEL)
2006 - Svetlana Kuznetsova (RUS)
2007 - Serena Williams (EUA)
2008 - Serena Williams (EUA)
2009 - Victoria Azarenka (BLR)
2010 - Kim Clijsters (BEL)
2011 - Victoria Azarenka (BLR)
2012 - Agnieszka Radwanska (POL)

REFERÊNCIAS
WTA
Wikipédia em Inglês

quinta-feira, 29 de março de 2012

MMA, a barbárie

Por Gianni Carta no site Carta Capital, reproduzido no Blog do Miro:

Eles choram, cozinham, fazem faxina e conversam. São seres humanos como nós. É isso que The Ultimate Fighter, o novo reality sobre os lutadores de MMA (sigla para artes marciais em inglês) quer provar.

O reality é transmitido pela tevê Globo aos domingos à meia-noite. Os 12 remanescentes episódios servirão como um excelente substituto para soníferos. Pelo menos funcionou para mim na estreia, no domingo 25.

Inspirado no Big Brother Brasil, The Ultimate Fighter consegue ser ainda mais fastidioso. Isso porque vemos 32 brutamontes confinados numa casa no Rio de Janeiro. E não tem biquíni. E nem sexo – consta que ontem não houve nenhuma cena de duplas ou grupos se cobrindo com edredons nas suas camas.

Vai saber o que ainda vai rolar naquela casa.

Essas artes marciais envolvem jiu-jitsu e aqueles golpes de luta greco-romana nos quais os valentes lutadores, todos a expor seus torsos nus, ficam enroscados por longos períodos com objetivo de imobilizar o rival. Claro, há momentos mais viris em que trocam socos, cotoveladas, aplicam joelhadas e chutes.

Os 32 atletas do reality são divididos em dois grupos de 16, um capitaneado por Vitor Belfort, o outro por Wanderlei Silva. O prêmio será um contrato para lutar no UFC, o principal campeonato mundial de MMA.

Só haverá uma luta por edição, o que é uma pena para aqueles telespectadores sequiosos por cenas de violência inaudita. Mas pelo menos se contentarão vendo os seus ídolos a jogar pebolim e sinuca, na piscina, a meditar na área zen (alguns deles meditam), e dando murros em sacos de areia. Os atletas só podem sair da casa para inflar ainda mais seus músculos em uma academia.

Não causa maiores surpresas o fato de The Utimate Fighter, lançado nos EUA em 2005, ter sido exportado pela primeira vez para o Brasil. De fato, o pessoal da Globo neste país macdonalizado sequer mudou o título do reality, já que aqui The Ultimate Fighter tem maior impacto nos brasileiros com complexo de vira-lata. Da mesma forma, essa turma agora prefere dizer, ao encomendar uma pizza, “é para delivery”.

Na França, onde o MMA é proibido, a pizza “para entrega”, como se dizia em tempos idos, é ainda “pour emporter”. Mas aqui, como naquele país, temos, felizmente, pessoas sensatas.

Uma delas responde por José Mentor, deputado federal (PT-SP) que quer proibir a cobertura do MMA na tevê. O projeto de lei que propôs em 2009 continua em tramitação na Câmara.

Em recente texto no diário Folha de São Paulo, Mentor lembra que o “MMA não tem a ver com as lutas de judô, taekwondo ou boxe, modalidades com regras previstas em competições olímpicas ou mesmo profissionais.

Mentor lembra, ainda, que Éder Jofre, o bicampeão mundial de boxe, “é um dos veementes opositores do MMA, que tem pouco de esporte e muito de ‘briga de rua’, onde vale tudo”. Mentor escreve que ainda não há levantamentos sobre quantos lutadores de MMA perderam a vida. O deputado sabe, porém, de três casos de mortos, dois deles nos EUA, em 13 anos de luta. Em dezembro, o brasileiro Antônio Rodrigo Nogueira, mais conhecido como o Minotauro, quebrou o braço, no qual foram inseridos 17 pinos metálicos.

Por que Mentor não consegue acabar com o MMA?

De saída, o “esporte” tem enorme audiência. Certamente com inclinações sádicas, os fãs dessa “briga de rua” amam a violência perpetrada por modernos gladiadores. E o UFC, avaliado em mais de 1 bilhão de dólares, e a Globo têm muito poder.

domingo, 25 de março de 2012

Morre jogador de voleibol por parada cardíaca no meio de uma partida



ROMA, Itália (Notimex) - O voleibolista italiano Vigor Bovolenta faleceu depois de sofrer uma parada cardíaca no meio de uma partida de sua equipe, Voley Forli, contra o Lube Macerata na Serie B2 da Itália, depois de sofrer um colapso antes de realizar um saque.

Segundo comentam seus companheiros de equipe, o atleta, que tinha 37 anos, iria sacar quando começou a se sentir mal e caiu no fundo da quadra, enquanto tocava do lado esquerdo de seu peito.

"Me sinto mal, estou caindo, me ajudem", foram as últimas palavras de Bovolenta, a quem os serviços de emergência tentaram reanimar, no entanto, as tentativas para que ele reagisse foram inúteis e ele faleceu ali.

Bovolenta nasceu em Porto Vilo, Itália, teve conquistas na sua carreira como a medalha de prata com a seleção italiana nos Jogos Olímpicos de Atlanta 1996, assim como o campeonato europeu em 1995 na Grécia e a medalha prateada na Eurocopa de 2001.

A tragédia ocorrida na Itália chega uma semana depois da parada cardíaca que sofreu o futebolista congolês do clube inglês Bolton, Fabrice Muamba, no duelo contra o Chelsea pela FA Cup da Inglaterra, ainda que este esteja se recuperando pouco a pouco.

foto: Getty Images


Do site Fox Sports Latinoamérica. Traduzido por Eduardo Vasco.