Pesquisar este blog

sábado, 17 de março de 2012

Acabou com a violência ou com a festa?

Desde 1995 o torcedor paulista não pode entrar com bandeiras de mastro em eventos de futebol. As autoridades, para banir o instrumento dos estádios alegam ser "perigoso" e que "pode ser usado para praticar violência". Será que, com a proibição das bandeiras nos estádios de São Paulo, a violência realmente diminuiu? Acho que não.

Outras duas coisas que não podem ficar fora das comemorações de torcidas são o rolo de papel e os rojões, que tornam a festa um verdadeiro espetáculo, lindo e emocionante de se ver. Mas, assim como as bandeiras de cabo, também são proibidos no Estado de São Paulo há anos.

Em outubro de 2011, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, vetou a lei que previa o retorno das bandeiras com mastro aos estádios paulistas, para a decepção e a revolta do torcedor.

Isso é uma vergonha, um futebol como o de São Paulo, não proporcionar às suas torcidas o lazer e a segurança em um estádio de futebol. A culpa da violência não é das bandeiras, até parece que são elas que matam gente!

Abaixo, fotos de torcidas por todo o Brasil e depois em São Paulo. Observe e veja a diferença que faz não poder contar com bandeiras, rolos de papel e fogos de artifício.

BAHIA

Torcida do Bahia

Torcida do Vitória

CEARÁ

Torcida do Ceará

Torcida do Fortaleza

GOIÁS

Torcida do Goiás

MINAS GERAIS

Torcida do Atlético Mineiro

Torcida do Cruzeiro

PARÁ

Torcida do Paysandu

Torcida do Clube do Remo

PARANÁ

Torcida do Atlético Paranaense

Torcida do Coritiba

PERNAMBUCO

Torcida do Náutico

Torcida do Santa Cruz

Torcida do Sport

RIO GRANDE DO SUL

Torcida do Grêmio

Torcida do Internacional

SANTA CATARINA

Torcida do Avaí

Torcida do Criciúma

Torcida do Figueirense

RIO DE JANEIRO

Torcida do Botafogo

Torcida do Flamengo

Torcida do Fluminense

Torcida do Vasco da Gama

SÃO PAULO

Torcida do Corinthians

Torcida do Palmeiras

Torcida do Santos

Torcida do São Paulo


Por último, indico esta postagem de Mauro Cézar Pereira, em seu blog, no site da ESPN, onde o leitor poderá ver imagens das torcidas de São Paulo na época em que não era proibido festejar em um estádio de futebol:

País de Gales vence França e conquista o Six Nations de Rugby



Coroando uma campanha perfeita, o País de Gales venceu hoje a França por 16 a 9 e se sagrou campeão do torneio Six Nations de Rugby. Os galeses venceram os cinco jogos disputados (ganhando assim o chamado "Grand Slam") e somaram dez pontos, ficando à frente dos ingleses, que ainda jogam neste sábado, mas já sem chances de título.

Na tarde deste sábado, no Millenium Stadium, em Cardiff, o País de Gales confirmou o favoritismo ao derrotar a França. A situação dos donos da casa era confortável, já que, mesmo se perdessem, a Inglaterra - única seleção com chances de tirar o título dos galeses - teria que tirar um saldo de 38 pontos em relação a eles, na partida que faria em seguida contra a Irlanda.

Mas foi a França quem começou na frente, quando Yachvili (georgiano de nascimento) marcou três pontos de penal isolado e fez 3 a 0 para os visitantes aos 10 minutos.

Aos 21 minutos, Cuthbert fez um try para o País de Gales, que converteu o penal com Halfpenny, virando a partida para 7-3. Halfpenny que, aos 32 minutos, marcou três pontos de penal isolado e deixou Gales com maior vantagem, 10-3.

Já no segundo tempo, aos 3 minutos (43 minutos corridos), Yachvili converteu mais um penal isolado para a França, marcando assim o sexto pontos dos visitantes e diminuindo o placar para 10-6.

Dez minutos depois, Halfpenny marcou outro penal isolado para os galeses, desta vez de antes do meio de campo, 13-6.

Mais uma vez Dmitri Yachvili converteu penal isolado para os franceses, aos 73 minutos, diminuindo 13-9.

E no jogo dos penais isolados, Halfpenny converteu mais um para o País de Gales, fazendo 16-9 e coroando a equipe com o título do Six Nations de Rugby, seu 25º título, um a menos que a Inglaterra, com 26.

Abaixo, todos os campeões do Six Nations:

Inglaterra: 26 títulos
País de Gales: 25 títulos
França: 17 títulos
Escócia: 14 títulos
Irlanda: 11 títulos
Itália: nenhum título

Com informações do twitter Portal do Rugby  e dos sites ESPN.com.br e Wikipédia em inglês

Foto: Getty Images

sexta-feira, 16 de março de 2012

Bicampeão olímpico, ex-levantador Maurício entrará para o Hall da Fama do vôlei

No ano em que o título olímpico conquistado pela Seleção em Barcelona-1992 completa seu 20º aniversário, o ex-levantador Maurício entrará para o Hall da Fama do vôlei. O brasileiro, que também foi campeão nos Jogos de Atenas-2004, recebeu a notícia na noite de quarta-feira.

“Já tinha o reconhecimento aqui no Brasil, mas receber essa homenagem em nível mundial é uma sensação fantástica. 2012 já seria especial para mim pela comemoração dos 20 anos do ouro em Barcelona, mas agora a alegria ficou muito maior”, festejou.

O evento em que Maurício será oficializado como integrante do Hall da Fama está marcado para os dias 19 e 20 de outubro, na cidade de Holyoke-EUA. “Quero agradecer a Deus, minha família, amigos, fãs e todas as pessoas que fazem parte da minha história no esporte, em especial meus companheiros de Seleção”, declarou.

No Hall da Fama, Maurício terá a companhia dos compatriotas Bernard Rajzman, Jackie Silva, Carlos Nuzman, Ana Moser, Shelda Beder e Adriana Behar. Além do bicampeonato olímpico, ele ganhou a edição de 2002 do Mundial e ainda foi tetra da Liga Mundial (1993, 2001, 2003 e 2004).

Maurício será o sétimo brasileiro a entrar para o Hall da Fama do vôlei
Maurício será o sétimo brasileiro a entrar para o Hall da Fama do vôlei
Crédito da imagem: Divulgação
Em breve, o ex-levantador aposta que outros membros de sua geração entrarão no Hall da Fama. “É uma grande honra ter essa primazia, mas aquele grupo que esteve em Barcelona era maravilhoso. Tenho certeza que vários deles serão homenageados muito em breve”, disse.

Nascido na cidade de Campinas em 1968, Maurício passou 18 anos na Seleção. Eleito três vezes como melhor levantador do mundo, ele defendeu clubes como Banespa, Olympikus e Minas, além dos italianos Modena e Macerata. Atualmente, é diretor da Medley/Campinas e tem um projeto beneficente ligado à crianças.


por ESPN.com.br com Agência Gazeta Press

domingo, 11 de março de 2012

Uruguai é o grande campeão sul-americano de rugby sevens



Na tarde deste domingo no Rio de Janeiro foi disputada a final do VII Campeonato Sul-Americano de Rugby Sevens, entre Uruguai e Argentina, grande rivalidade do rugby sul-americano. E a seleção uruguaia fez história.

Os uruguaios que começaram o jogo foram: Martínez, Specker, Albanell, Berchesi, Mieres, Llovet e Favaro. Os argentinos foram com: De Chazal, Vago, Cúneo, Luchetti, Olivari, Taboada e Sábato.

O Uruguai saiu na frente da decisão, quando Berchesi fez um try aos 7 minutos do primeiro tempo, mas o penal não foi convertido. De qualquer maneira, 5-0 para os uruguaios. Lembrando que no rugby seven, são dois tempos de 7 minutos cada, e na final, dois tempos de 10 minutos.

Os argentinos empataram com o try de Sábato e viraram com a conversão do penal aos 9 minutos: 7-5.

Aos 4 minutos do segundo tempo a Argentina fez mais um try e converteu o penal, marcando assim 14-5 e título praticamente garantido. Parecia que seria mais uma conquista dos Pumas no torneio.

Mas o Uruguai é valente e guerreiro, e aos 8 minutos fez mais um try, com Schmidt, porém não converteu o penal. Neste momento estava 14-10 para os argentinos.

Porém, o que ninguém imaginava aconteceu. Aos 10 minutos do segundo tempo, no final do jogo (para o árbitro apitar o término da partida, é preciso que a bola saia de campo), o Uruguai roubou a bola e conseguiu um lindo try, virando a partida com Mieres para 15-14, e garantindo o título com a conversão do penal: 17-14.

Essa vitória do Uruguai sobre a Argentina só os uruguaios sabem o que significa. Além de os Teros 7 - como é conhecida a seleção de seven do Uruguai - terem vencido a Argentina pela primeira vez em sua história, também conquistaram o título inédito da competição. Esse foi o maior resultado da história do rugby uruguaio, tradicional na América do Sul. A seleção uruguaia só havia conquistado um título, que foi em 1981, no Sul-Americano de Rugby de 15, da qual os argentinos não haviam participado.

O Sul-Americano de Rugby Sevens é disputado desde 2006, e nas seis edições anteriores os argentinos haviam conquistado o título. O título de hoje foi mais que histórico para o Uruguai, foi mágico.

Você pode acompanhar o rugby uruguaio pelos seguintes links:

Unión de Rugby del Uruguay - http://www.uru.org.uy/uru/
Rugby News Uruguay - http://www.rugbynews.com.uy/index.php?dest_B=
Rugby News Uruguay (Twitter) - https://twitter.com/#!/RugbyNews_uy

quinta-feira, 8 de março de 2012

Semifinalista da Copa de 1982, ex-atacante polonês Smolarek morre aos 54 anos

O ex-atacante da Polônia Wlodzimierz Smolarek, importante integrante da seleção que ficou em terceiro lugar na Copa do Mundo de 1982 na Espanha, morreu aos 54 anos de causa desconhecida, informou a Federação Polonesa de Futebol (PZPN) nesta quarta-feira.

"É difícil imaginar. Wlodek era meu amigo, companheiro de campo. Ele era o bom espírito do time", disse Grzegorz Lato, que jogou ao lado dele e agora é presidente da federação, em comunicado.

Smolarek, cujo filho Ebi também se tornou jogador de futebol, é o primeiro membro daquela seleção a morrer, afirmou o jogador Zbigniew Boniek.

"À primeira vista ele parecia taciturno, mas era convencido e confiante no jogo", disse Boniek, que jogou com ele no Widzew Lodz e na seleção nacional antes de se juntar à Juventus.

Smolarek jogou 60 vezes pela seleção da Polônia e marcou o primeiro gol da equipe nos jogos finais da Copa de 1982 em uma vitória de 5x1 sobre o Peru.

Em 1986, Smolarek integrou o Eintracht Frankfurt e dois anos depois se mudou para a Holanda, onde jogou pelo Feyenoord e Utrecht. O filho dele Ebi joga no ADO Den Haag.


por ESPN.com.br com Agência Reuters

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Dorval, O Ponta Direita

Por: Adriano Fernandes, no site Memória Futebol


Para os mais velhos, o melhor camisa “sete” do Santos FC de todos os tempos. Um dos integrantes do ataque mais poético do futebol brasileiro de todos os tempos: “Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe”, inspiração para milhões de torcedores que passaram a admirar o Santos FC.

Ataque que virou tema de música (“Linhas do Prazer” – Carlinhos Vergueiro) e sinônimo de futebol bem jogado.

Dorval era um ponteiro rápido, driblador e atacante fazedor de gols. Muitas vezes substituiu Pelé no comando de ataque, e não fazia feio não... deixava sua marca nas redes adversárias.

Teve um grande “azar” em sua carreira... foi contemporâneo de Garrincha, e não teve muitas oportunidades na Seleção Brasileira.

Vindo do Rio Grande do Sul, iniciou sua carreira no já extinto, GR Força e Luz (Porto Alegre). Em 1956 (aos 21 anos) aportou no Santos FC e realizou sua primeira partida com a camisa branca em 20 de maio, na vitória sobre o América (São José do Rio Preto), no interior paulista. O primeiro gol, foi na partida seguinte, outro amistoso, desta feita , contra o Comercial FC (Araras).

Participa de um jogo muito especial, em 1956, contra o Corinthians de Santo André. Especial, pois foi a primeira partida de Pelé... e o jovem Dorval estava em campo, participando do início do reinado.

Entre o fim de 56 e início de 57 (três meses), foi emprestado ao CA Juventus. No retorno ao Peixe, assume a titularidade na equipe e ficou por muito tempo. Mostrando sua versatilidade, Dorval chega a atuar no gol santista, numa partida contra o EC Noroeste, na Vila Belmiro. Naqueles tempos, não eram permitidas substituições durante os jogos e o goleiro Manga sofreu uma contusão, ficando impossibilitado de continuar em campo... e lá foi Dorval fechar o gol santista, garantindo a vitória por 1x0.

O primeiro título oficial foi em 1958, na conquista do Paulista daquele ano, sendo o primeiro de uma série invejável de conquistas.

Neste ano de 58, Dorval marca 4 gols numa só partida, contra o tradicional Jabaquara AC, o Leão do Macuco:

16/07/1958 - Santos FC 7x3 Jabaquara AC (Santos)
Local: Vila Belmiro – Santos (SP)
Competição: Campeonato Paulista
Renda: Cr$ 311.890,00
Árbitro: Telêmaco Pompeu
Gols: Dorval 40', 50', 62' e 75', Pelé 36' e 85' e Ramiro 74' – Daltro (p) 53', Bugre 79' e Valdir 90'
SFC: Manga; Getúlio e Dalmo; Fioti, Ramiro e Zito; Dorval, Álvaro, Pagão, Pelé e Pepe. Técnico: Lula 
JAC: Barbosinha; Paquetá e Sarno; Alamir, Daltro e Miguel; Carlinhos, Valdir, Agnaldo, Fábio e Bugre. 

Chega à Seleção Brasileira em 1959. É convocado para participar do Sul-Americano, em Lima (Peru). Usa pela primeira vez a camisa canarinho no empate em 2 a 2 contra o Peru (10/03/1959). Em maio é campeão do Rio-São Paulo, e, em seguida, parte para a célebre excursão à Europa, onde irá despertar admiração e surpresa junto aos europeus (que conheciam apenas Garrincha).

Em 1962, a grande consagração com os títulos de Campeão Paulista, Brasileiro, Sul-Americano e Mundial. Na partida decisiva do Campeonato Paulista, marca dois gols na goleada sobre os tricolores, exibindo sua categoria driblando, armando e cruzando.

05/12/1962 Santos FC 5x2 São Paulo FC
Local: Pacaembu - São Paulo (SP)
Competição: Campeonato Paulista
Renda: Cr$ 6.931.500,00
Árbitro: Anacleto Pietrobom
Gols: Coutinho 30', Dorval 43' e 46', Pepe 60' e Pelé 88' – Dias 14' e Benê 15'
SFC: Laércio; Dalmo, Mauro e Zé Carlos; Calvet e Zito; Dorval, Lima, Coutinho, Pelé e Pepe Técnico: Lula
SPFC: Poy; De Sordi, Beline e Sabino; Cido e Dias; Faustino, Benê, Prado, Jair e Agenor. Técnico: Osvaldo Brandão

Uma outra prova da versatilidade de Dorval ocorreu em 1963, por ocasião da final da Taça Brasil (Campeonato Brasileiro), contra o Botafogo. Depois de vencer por 4 a 3 e perder por 3 a 1, a decisão ficou marcada para o Maracanã. Jogando mais recuado, auxiliando Lima, realizou uma partida impecável, anulando qualquer tipo de jogada pelo setor direito da defesa santista.

Mas não ficou só nisso, Dorval ainda foi ao ataque e deixou um gol nas redes do Botafogo. Novamente a imprensa louvava sua atuação, acrescentando que nesta partida teria sido uma das melhores de sua carreira.

02/04/1963 Santos FC 5x0 Botafogo FR (Rio de Janeiro) 
Local: Maracanã - Rio de Janeiro (GB)
Competição: Taça Brasil de 62
Renda: Cr$ 26.931.732,00
Público: 70.324
Árbitro: Eunápio de Queiroz
Gols: Dorval 24',Pepe 39', Coutinho 54' e Pelé 75' e 80'
SFC: Gilmar; Lima, Mauro e Dalmo; Calvet e Zito (Tite);Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe Técnico: Lula
BFR: Manga; Rildo (Joel), Zé Maria e Ivan (Jadir); Nilton Santos e Ayrton; Garrincha, Edson, Quarentinha, Amarildo e Zagallo (Jair Bala). Técnico: Marinho Rodrigues

Ainda em 1963, Dorval retorna à Seleção Brasileira. Com oito santistas em campo, na prática era o time do Santos FC reforçado por craques. Veja a ficha técnica abaixo para confirmar:

05/05/1963 Brasil 2x1 Alemanha Ocidental
Local: Volksparkstadium – Hamburgo (Alemanha)
Árbitro: Gottfried Dienst (SUI)
Gols: Coutinho e Pelé - Werner
BRA: Gilmar; Lima, Eduardo, Roberto Dias e Rildo*; Zito e Mengálvio; Dorval, Coutinho, Pelé e Pepe. Técnico: Aymoré Moreira
ALE: Fahrian; Novak, Schnelinger e Wildenx; Schulz e Werner; Heiss, Schuetz, Seeler, Konietzka (Strehl), Doerfeu. Técnico: Josef "Sepp" Herberger 

Obs.: Rildo faria parte do elenco do alvinegro apenas em 1967.

Dorval ainda seria bicampeão da Libertadores e do Mundial Interclubes em 1963.

Em 64, é transferido para o Racing (Argentina), mas antes ajuda o Santos FC a vencer a Taça Brasil de 63 e o Rio-São Paulo de 1964.

Retorna ao Alvinegro em janeiro de 1965 e sagra-se campeão do Hexagonal do Chile. Na Libertadores daquele ano, uma excepcional exibição no Pacaembu: 5 a 4 no Peñarol (Uruguai). Uma partida espetacular do Santos FC no primeiro tempo, quando Dorval cansou de entortar seu marcador (Caetano).

25/03/1965 Santos FC 5x4 CA Peñarol (URU)
Local: Pacaembu - São Paulo (SP)
Competição: Taça Libertadores de América
Renda: Cr$ 36.598.500,00
Público: 30.518
Árbitro: Luis Ventre (ARG)
Gols: Pelé 2’, Pepe 5’ (falta), Dorval 7’, 22’ e Coutinho 38’ – Pedro Rocha 19’, Hector Silva 24’, Sacia 74’ e H. Silva 80’
SFC: Gilmar, Olavo e Geraldino; Ismael, Joel e Zito; Dorval, Mengálvio, Coutinho (Toninho), Pelé e Pepe Técnico: Lula
CAP: Maidana; Forlan, Mariel (Perez), Varela e Caetano; Gonçalves e Pedro Rocha; Ledesma, Hector Silva, Sacia e Joya. Técnico: Máspoli

No final do ano, outra bela exibição na final da Taça Brasil: 5 a 1 no Vasco da Gama (Rio de Janeiro), marcando dois gols e arrebentando a retranca Cruzmaltina.

01/12/1965 Santos FC 5x1 CR Vasco da Gama (Rio de Janeiro) 
Local: Pacaembu – São Paulo (SP)
Competição: Taça Brasil
Renda: Cr$ 27.462.000,00
Público: 16.764
Árbitro: Romualdo Arpi Filho
Gols: Dorval 63' e 65', Toninho 71' e 87' e Coutinho 7' – Célio (p) 83'
SFC: Gilmar; Carlos Alberto Torres, Mauro Ramos de Oliveira e Geraldino; Lima e Orlando Peçanha; Dorval, Mengálvio, Coutinho (Toninho Guerreiro), Pelé e Pepe. Técnico: Lula
CRVG: Gainete; Ari, Caxias, Ananias e Oldair; Maranhão e Lorico (Luizinho); Zezinho, Saul, Célio e Danilo Menezes Técnico: Zezé Moreira

Aos 32 anos (1967), deixa o clube de Vila Belmiro e vai para a SE Palmeiras (onde fará parte do elenco Campeão da Taça Brasil de 1967).

Em 1968, segue para o Clube Atlético Paranaense (Campeão Paranaense de 1970), jogando até 1971. Seguiu para o Valência (Venezuela) e encerrou sua carreira no Saad EC (São Caetano do Sul), em 1973, jogando junto de Coutinho e Joel Camargo.

Fonte: Santos Futebol Clube

Ferrer vence o ATP 250 de Buenos Aires



O espanhol David Ferrer conquistou o título do ATP 250 de Buenos Aires, ao vencer, na tarde deste domingo, seu compatriota Nicolás Almagro na final, por 2 sets a 1, parciais de 4-6, 6-3 e 6-2, em 1h54min de jogo.

Esse foi o segundo título de Ferrer na temporada. O primeiro foi o ATP 250 de Auckland, em janeiro. Com a vitória em Buenos Aires, o número 5 do mundo soma 13 títulos em sua carreira.

Além disso, a vitória de hoje de Ferrer confirma a freguesia de Almagro para com seu compatriota. Em nove jogos entre os dois, Ferrer venceu todos.

Abaixo, todos os campeões do ATP de Buenos Aires:

1968 - Roy Emerson (AUS)
1969 - François Jauffret (FRA)
1970 - Zeljko Franulovic (IUG)
1971 - Zeljko Franulovic (IUG)
1972 - Karl Meiler (ALE)
1973 - Guillermo Vilas (ARG)
1974 - Guillermo Vilas (ARG)
1975 - Guillermo Vilas (ARG)
1976 - Guillermo Vilas (ARG)
1977 (1) - Guillermo Vilas (ARG)
1977 (2) - Guillermo Vilas (ARG)
1978 - José Luis Clerc (ARG)
1979 - Guillermo Vilas (ARG)
1980 - José Luis Clerc (ARG)
1981 - Ivan Lendl (TCH)
1982 - Guillermo Vilas (ARG)
1983 e 1984 não ocorreu o torneio
1985 - Martín Jaite (ARG)
1986 - Jay Berger (EUA)
1987 - Guillermo Pérez-Roldán (ARG)
1988 - Javier Sánchez (ESP)
1989 a 1992 não ocorreu o torneio
1993 - Carlos Costa (ESP)
1994 - Alex Corretja (ESP)
1995 - Carlos Moya (ESP)
1996 a 2000 não ocorreu o torneio
2001 - Gustavo Kuerten (BRA)
2002 - Nicolás Massú (CHI)
2003 - Carlos Moya (ESP)
2004 - Guillermo Coria (ARG)
2005 - Gastón Gaudio (ARG)
2006 - Carlos Moya (ESP)
2007 - Juan Mónaco (ARG)
2008 - David Nalbandian (ARG)
2009 - Tommy Robredo (ESP)
2010 - Juan Carlos Ferrero (ESP)
2011 - Nicolás Almagro (ESP)
2012 - David Ferrer (ESP)

FOTO: Copa Claro / S. Llamera

You'll Never Walk Alone, Liverpool!


Havia seis anos que o Liverpool não ganhava nenhum título. Mas neste domingo, finalmente a torcida dos Reds pôde comemorar um troféu. Foi a Copa da Liga Inglesa, ao vencer a batalha contra o pequeno Cardiff City, do País de Gales, no Estádio de Wembley, em Londres.

O Liverpool venceu nos pênaltis, por 3 a 2, após empate no tempo normal, em 1 a 1, e na prorrogação um novo 1 a 1 (2 a 2 no agregado), coroando-se assim campeão do torneio pela oitava vez, o maior campeão da Copa da Liga.

No jogo, quem abriu o placar foi o time galês, aos 19 minutos, quando Miller recebeu passe na intermediária e rolou para Mason, que, livre dentro da grande área, chutou cruzado, por baixo do goleiro Reina.

O primeiro tempo terminou 1 a 0 para o Cardiff, mas na segunda etapa os ingleses começaram pressionando e, aos 15 minutos chegaram ao empate. Após cobrança de escanteio, Carroll cabeceou fraco em direção ao gol, Luis Suárez, que estava na pequena área, desviou a bola, cabeceando no canto, que bate na trave, mas o zagueiro Skrtel pegou o rebote para definir: 1 a 1.

O melhor jogador no tempo normal foi o uruguaio Luis Suárez, que, como sempre, criou muito perigo e incomodou a defesa adversária com grandes jogadas.

O tempo normal terminou e veio a prorrogação. O holandês Dirk Kuyt entrou no final da primeira parte do tempo extra, e, aos 2 minutos do segundo tempo marcou o gol da virada, em que ele arrancou pela direita, chutou cruzado, a zaga rebateu, mas ele mesmo pegou o rebote, se esticando na entrada da área e, de primeira, chutou sem chances para o goleiro Heaton.

No final da prorrogação, Kuyt ainda salvou um gol, ao tirar de cabeça uma bola embaixo do travessão. Mas, em cobrança de escanteio, o Cardiff chegou ao empate, faltando dois minutos para o término do jogo, com o zagueiro Turner, levando assim o jogo para a disputa dos pênaltis.

Na cobrança de pênaltis, o Liverpool começou batendo, com o capitão Steven Gerrard, que disperdiçou a cobrança, assim como seu companheiro Charlie Adam. Mas o Cardiff desperdiçou três cobranças, a última com o primo de Steven Gerrard, Anthony Gerrard, que chutou para fora, dando assim o título ao Liverpool.

Abaixo, todos os campeões da Copa da Liga Inglesa: 

1960-61 - Aston Villa
1961-62 - Norwich City
1962-63 - Birmingham City
1963-64 - Leicester City
1964-65 - Chelsea
1965-66 - West Bromwich Albion
1966-67 - Queens Park Rangers
1967-68 - Leeds United
1968-69 - Swindon Town
1969-70 - Manchester City
1970-71 - Tottenham Hotspur
1971-72 - Stoke City
1972-73 - Tottenham Hotspur
1973-74 - Wolverhampton Wanderers
1974-75 - Aston Villa
1975-76 - Manchester City
1976-77 - Aston Villa
1977-78 - Nottingham Forest
1978-79 - Nottingham Forest
1979-80 - Wolverhampton Wanderers
1980-81 - Liverpool
1981-82 - Liverpool
1982-83 - Liverpool
1983-84 - Liverpool
1984-85 - Norwich City
1985-86 - Oxford United
1986-87 - Arsenal
1987-88 - Luton Town
1988-89 - Nottingham Forest
1989-90 - Nottingham Forest
1990-91 - Sheffield Wednesday
1991-92 - Manchester United
1992-93 - Arsenal
1993-94 - Aston Villa
1994-95 - Liverpool
1995-96 - Aston Villa
1996-97 - Leicester City
1997-98 - Chelsea
1998-99 - Tottenham Hotspur
1999-00 - Leicester City
2000-01 - Liverpool
2001-02 - Blackburn Rovers
2002-03 - Liverpool
2003-04 - Middlesbrough
2004-05 - Chelsea
2005-06 - Manchester United
2006-07 - Chelsea
2007-08 - Tottenham Hotspur
2008-09 - Manchester United
2009-10 - Manchester United
2010-11 - Birmingham City
2011-12 - Liverpool

FOTO: Paul Eaton / LIVERPOOLFC.TV

REFERÊNCIAS
ESPN.com.br

Del Potro conquista o título do ATP de Marselha



Neste domingo o argentino Juan Martín Del Potro sagrou-se campeão do ATP 250 de Marselha, ao derrotar na final do torneio o francês Michael Llodra, por 2 sets a 0, duplo 6-4, em 1h23min de jogo.

Nas semifinais, o argentino havia derrotado o também francês Jo-Wilfried Tsonga, número seis do mundo, por 2 sets a 1, enquanto Llodra bateu o sérvio Janko Tipsarevic por 2 sets a 0.

Esse foi o primeiro título de Del Potro na temporada, e 10º em sua carreira na ATP.

Abaixo, todos os campeões do ATP de Marselha:

1993 - Marc Rosset (SUI)
1994 - Marc Rosset (SUI)
1995 - Boris Becker (ALE)
1996 - Guy Forget (FRA)
1997 - Thomas Enqvist (SUE)
1998 - Thomas Enqvist (SUE)
1999 - Fabrice Santoro (FRA)
2000 - Marc Rosset (SUI)
2001 - Yevgeny Kafelnikov (RUS)
2002 - Thomas Enqvist (SUE)
2003 - Roger Federer (SUI)
2004 - Dominik Hrbaty (EVQ)
2005 - Joachim Johansson (SUE)
2006 - Arnaud Clement (FRA)
2007 - Gilles Simon (FRA)
2008 - Andy Murray (ESC)
2009 - Jo-Wilfried Tsonga (FRA)
2010 - Michael Llodra (FRA)
2011 - Robin Soderling (SUE)
2012 - Juan Martín Del Potro (ARG)

FOTO: AFP / Getty Images

REFERÊNCIAS
ATP World Tour
Tenis Brasil 

Maratona de Tóquio: Queniano e etíope vencem as provas masculina e feminina



Na manhã deste domingo, no Japão (noite de sábado no Brasil), foi realizada a sexta edição da Maratona de Tóquio, valendo classificação para os Jogos Olímpicos em Londres.

O vencedor da prova masculina foi o queniano Michael Kipyego, com tempo de 2h07min37. O segundo colocado foi a surpresa japonesa Arata Fujiwara, que fez tempo de 2h07min48, e a terceira colocação ficou com o ugandense Stephen Kiprotich, em 2h07min50.

Na prova feminina, a primeira colocação ficou com a etíope Atsede Habtamu, em 2h25min28. Sua compatriota Yeshi Esayias ficou em segundo, e a queniana Helena Kirop completou o pódio.

A brasileira Adriana Aparecida da Silva conseguiu o índice para a Olimpíada de Londres ao completar a Maratona com 2h29min17, fazendo também o segundo melhor tempo de uma brasileira em todos os tempos, só ficando atrás de Carmen de Oliveira (2h27min41).

Abaixo, todos os vencedores da Maratona de Tóquio:

MASCULINO

2007 - Daniel Njenga (Quênia)
2008 - Viktor Röthlin (Suíça)
2009 - Salim Kipsang (Quênia)
2010 - Masakazu Fujiwara (Japão)
2011 - Hailu Mekonnen (Etiópia)
2012 - Michael Kipyego (Quênia)

FEMININO

2007 - Hitomi Niiya (Japão)
2008 - Claudia Dreher (Alemanha)
2009 - Mizuho Nasukawa (Japão)
2010 - Alevtina Biktimirova (Rússia)
2011 - Noriko Higuchi (Japão)
2012 - Atsede Habtamu (Etiópia)

FOTO: Shuji Kajiyama / Associated Press

REFERÊNCIAS
Band Sports
Folha
Revista Contra-Relógio (Facebook)
Wikipedia in English

sábado, 25 de fevereiro de 2012

A polonesa Radwanska conquista o WTA de Dubai



A número 6 do ranking da WTA, a polonesa Agnieszka Radwanska, conquistou neste sábado o título do WTA de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, ao derrotar na final do torneio a alemã Julia Goerges.

A vitória da tenista da Polônia veio em dois sets, com parciais de 7-5 e 6-4, conquistando assim seus sétimo título na carreira.

No ranking a ser divulgado na próxima semana, Radwanska aparecerá como a nova nº 5 do mundo.

Abaixo, todas as campeãs do WTA de Dubai:

2001 - Martina Hingis (SUI)
2002 - Amélie Mauresmo (FRA)
2003 - Justine Henin (BEL)
2004 - Justine Henin (BEL)
2005 - Lindsay Davenport (EUA)
2006 - Justine Henin (BEL)
2007 - Justine Henin (BEL)
2008 - Elena Dementieva (RUS)
2009 - Venus Williams (EUA)
2010 - Venus Williams (EUA)
2011 - Caroline Wozniacki (DIN)
2012 - Agnieszka Radwanska (POL)

FOTO: Karim Sahib / AFP

REFERÊNCIAS
Band Sports
Wikipédia